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Às 12:04

Novo Fiat Strada começa a ser vendido na Europa

1 fev

Strada: líder no Brasil, agora de olho no mercado europeu

Após firmar-se na liderança de vendas (no mercado nacional) entre as picapes compactas, a Fiat Strada começa a ser comercializada no mercado europeu. Produzida em Betim (MG) ela chega às concessionárias do exterior equipada com o motor MultiJet 1.3 16V de 95 hp de potência. O modelo será vendido em três versões (Working, Trekking, Adventure) e com três tipos de cabine (simples, estendida e dupla), totalizando seis modos diferentes. Com essa família variada, o carro deve seguir a mesma vocação que tem no Brasil, ou seja, atender a profissionais que procuram um veículo puramente comercial e também a um mix de pessoas que o utilizam no uso misto ou mesmo só para o lazer. (Foto: divulgação)

Às 15:50

Agrale inicia as comemorações de 50 anos lançando selo e calendário

1 jan

Microtrator representou a primeira linha de produtos da marca

A Agrale S.A. (única do ramo com capital 100% nacional) já iniciou as comemorações dos seus 50 anos de atividades e, para isso, lançou o “Calendário Agrale 2012″ e um selo comemorativo. A empresa, que surgiu em 1962 com a denominação inicial de “Indústria Gaúcha de Implementos Agrícolas S.A.” (Agrisa), para fabricar microtratores de duas rodas, foi adquirida, em 1965, pelo Grupo Francisco Stedile, e transformou-se em uma das principais montadoras do setor automotivo brasileiro.

Selo comemorativo de meio século da empresa

O calendário Agrale 2012 tem como tema a trajetória de sucesso da empresa ao longo deste meio século e resgata os principais momentos da companhia, como os lançamentos do primeiro microtrator de quatro rodas, o Agrale 415 (1968); do primeiro caminhão, o TX 1100 (1982) e da linha de utilitários Marruá, em 2004. Hoje, a Agrale é líder brasileira na produção de chassis leves e destaca-se pela forte atuação em nichos de mercado. A empresa possui mais de 1,8 mil colaboradores e produz veículos, tratores e motores a diesel em suas quatro unidades fabris, três no Brasil, na cidade de Caxias do Sul, e uma na Argentina, em Mercedes, na Província de Buenos Aires. (Foto: divulgação)

Às 16:12

Para cargas de até duas toneladas em áreas urbanas

24 dez

Utilitário vem bem equipado e traz até ar-condicionado e travamento elétrico das portas

A Effa Motors está ampliando a sua linha de veículos comerciais com modelos focados às demandas de pequenas cargas. Uma das novidades da marca é o novo caminhão com capacidade para duas toneladas. O modelo oferece design moderno e bom espaço interno. No total são 4.860 mm de comprimento e 1.780 mm de largura, ou seja, dimensões bem compactas que facilitam a utilização em áreas urbanas. Segundo informações da assessoria de imprensa da Effa Motors, o veículo estará à venda com preço sugerido de R$ 55.900.

Motor e equipamentos >> Equipado com uma unidade a diesel de 103 cv de potência, o veículo oferece bom desempenho e robustez, além disso, ele vem com vários itens de série, incluindo cabine escamoteável, acionamento elétrico dos vidros, ar-condicionado, barras de proteção contra impactos laterais, coluna de direção ajustável, direção hidráulica, travamento elétrico das portas e CD player.  (Foto: divulgação)

Às 17:25

Fenatran 2011: novidades e dúvidas do transporte rodoviário em 2012

28 out

Fenatran hoje é um dos 5 maiores eventos do ramo no mundo

A Feira Nacional do Transporte (Fenatran), hoje também dito “18º Salão Internacional do Transporte” realizada esta semana (24 a 28/10) no Anhembi, São Paulo, exibiu muitas novidades em especial sobre mudanças tecnológicas nos motores, retoques cosméticos para marcar modelia, anúncio de novas marcas e produtos. Mola de propulsão auxiliar, norma do Conama, conselho de meio ambiente e seu Proconve 7, seguindo o padrão europeu Euro 5 para controle de emissões poluentes. O Brasil grande, atrapalhado, cheio de órgãos, funcionários, gente não-concursada, gastos demais e ampla corrupção na área oficial dos transportes, é bom em discurso, péssimo no operacional. Assim, carga não viaja de trem ou barco, mas sobre chassi de caminhão. A expansão econômica e da fronteira agrícola, a distância continental entre local de produção e portos de exportação, as estradas ruins, punindo com baixa média horária ou quebra, exigem frota grande. E o maior mercado do mundo produzirá a maior variedade de marcas. Projetos de investimento industrial para médio e largo prazo, fabricantes norte-americanos e chineses abrindo operações, tem complicação acelerando na porta.

Novidades – Relação iniciando pela líder MAN, dona da Volkswagen Caminhões, ampliará área, atuação, terá produtos MAN para PBT até 74 T, fará seus motores no país. Toma o caminho EGR da recirculação de gases forma de dispensar o uso do aditivo Arla 32. Idem, a International retorna (pela terceira vez) ao mercado nacional. Atualizou seu modelo “cara chata” 9800, agregando um “i”, adequações para o Brasil. O caminhão é feito aqui, vendeu localmente, parou, dedicou-se às exportações e agora volta ao mercado interno. Transmissão sincronizada (a anterior, dita seca) exigia bons operadores, produto restrito. Exibiu caminhão conceito AeroStar, desenvolvido no Brasil e o DuraStar, motor frontal e cara norte-americana.

//// Estreantes, a chinesa Shacman se declara atualizada, com motores Cummins, 385 a 420 cv de potência e uso de Arla, e a Foton apresentou os leves Aumak para 9T e tração por motor Cummins ISF 3.8s 5089, injeção eletrônica de alta pressão Common Rail, torque máximo de 610 Nm e 170 cv a 2600 rpm. Outra aderente, a DAF Trucks, marca holandesa hoje controlada pela norte-americana Paccar, confirmou fábrica de última geração em Ponta Grossa (PR) e mostrou os caminhões que produzirá. Ativa, em ascensão, a Iveco desenvolve duas tecnologias para tratamento de gases, o EGR, de recirculação dos expelidos, junto com filtro de material particulado e a Redução Catalítica Seletiva.

//// A sueca Volvo aposta em sua linha pesada, com motores de 6 cilindros em linha  na 3ª geração da série VM de pesados e extra-pesados e potências de 220 cv a 500 cv. Mercedes-Benz, ex-líder, em ato de coragem, mudou toda a linha, incluindo Sprinter, investindo R$ 1,5 bilhão, praticando a tecnologia Blue Effiency de menores consumo e emissões e com novidade gerencial na transformação da fábrica de automóveis em Juiz de Fora (MG) em unidade de produção de caminhões: o poderoso topo de linha Actros, o caminhão-do-patrão e a linha Accelo. Concorrente antiga, a Scania declarou-se apta a atender às exigências legais com reacerto geral de seus motores V8 e lançamento de novos L6, além de manter o pioneirismo na pesquisa do uso de etanol nos motores diesel, em provas na frota de ônibus urbanos em São Paulo. Novidades não restritas aos lançamentos, mas à tecnologia. Em comunicações, a Onixsat, exibiu o IsatData Pro, tecnologia satelital para comunicação livre em mercados nacional e internacional com mensagens de texto a baixo custo, e a SSAB, líder em produção de aços, mostrou os benefícios do Domex, de alta resistência, especial para a indústria do transporte ao reduzir peso do equipamento, aumentando o de carga útil.

Confusão – Simples entender a complicação sinalizada. O Brasil, atrasado por omissão do Governo e da Petrobrás, finalmente chega ao diesel menos poluente, exigindo alteração nos motores com este ciclo, e logística para atender às exigências de emissões. Na maioria dos casos as montadoras optaram por utilizar composto químico que, injetado pós-combustão no catalizador reduz os poluentes. O encontro do novo diesel com o aditivo, dito Arla 32 é uma trombada logística. O combustível não poluente exige novos e exclusivos tanques nos postos de combustível. E o Arla tem problemas de distribuição, chegando ao ponto de montadores se disponibilizar para acondicioná-los e vende-los em suas lojas. Também não há previsão do custo do diesel menos poluente ou de seu aditivo. Dificuldade adicional estará em achar o diesel não poluente e/ou o Arla nos postos de combustível nas estradas. Outra verdade emerge neste processo, demorado por inexplicados interesses (ou desinteresse) da Petrobrás: os caminhões terão preço majorado, seja em chassi seja por equipamentos.

Daí – Amostra do antagonismo adotado pelos transportadores estava na estrutura montada pela Volvo: 30 escritórios de vendas. A situação é, ou correr para comprar as últimas unidades construídas dentro da legislação atual, ou pularão 2012, deixando aquisições para 2013, quando o cenário da operação logística estiver mais claro. Os atuais caminhões poderão ser oficialmente construídos até 31 de dezembro e vendidos ao limite de 31 de março. Ou, projetadamente, os 2011 serão vendidos em tabela cheia (e algum sobre-preço) e os modelos 2012 terão que ser promovidos com descontos. Em resumo, 2012 não será bom ano na produção e vendas de caminhões. (Roberto Nasser / Fotos: divulgação FBA)

Às 18:12

Continental lançará o novo “LSU1″ na Fenatran 2011

12 out

Continental LSU1: novidade chega na Fenatran 2011

A Continental anunciou que lançará durante a Fenatran 2011 (uma das principais feiras mundiais do setor de transporte e que será realizada em São Paulo, no Anhembi, entre 24 e 28 de outubro) o mais novo integrante da sua linha de pneus de carga. Trata-se do “LSU1″, projetado para o uso urbano em veículos como microônibus e caminhões leves de entrega. O novo pneu estará disponível na medida 215/75 R17,5 e tem como um de seus diferenciais a profundidade do sulco com 15 mm, o que representa, segundo o fabricante, maior rendimento quilométrico e um maior número de sobrevidas mesmo com as paradas frequentes e as diferentes condições de piso que caracterizam a operação destes veículos. (Foto: divulgação)

Às 2:29

Polindo a estrela

22 set

Nova linha comercial Mercedes: reconquista da liderança

Liderança mansa e pacífica de mercado de caminhões e ônibus desde a metade dos anos´60, a Mercedes enfrentou série de problemas: direção sem compromisso, superioridade kaiseriana, defasagem de produtos e, mais importante, concorrência dura de antigos e novos fabricantes, somando maior capacidade de produção, oferta, atrativo, novidades. Viu aqui chegar duas das principais marcas mundiais, Iveco e MAN, diluir vendas, perder a liderança. Resultado, para alimentar as esperanças de voltar a ser a mais vendida no maior mercado mundial da especialidade, a pioneira montadora investiu R$ 1,5 bilhão para mudar, atualizar e tornar mais atrativos todos os produtos, aumentar a capacidade de produção de 60 mil para 75 mil unidades anuais. E transformar a fábrica de Juiz de Fora (MG), onde fez automóveis Mercedes Classe A e C, em moderna usina para caminhões a partir de 2012.

Plano corajoso, reacertou os caminhões ouvindo clientes, frotistas e usuários, e da oitiva aplicou itens de interface com o mercado: estilo, materiais, pequenos equipamentos como o indicador do nível do óleo lubrificante do motor por marcador no também modificado painel de instrumentos. Na engenharia, alterou especificação do aço aplicado ao chassi para permiti-lo mais leve e comprido nos segmentos, admitindo carrocerias maiores. Em todos reduziu cerca de 400 kg, trocando este número por carga transportada. Fez o dever completo, mudando toda a linha. Do Sprinter, redesenhado, ao “Mercedinho”, agora chamado Accelo, e com duas capacidades de peso total, 8 e 10T, e o enquadramento como VUC, os veículos que podem circular nas cidades de trânsito denso.

Trabalho de mestre está no Atron, novo acerto de estilo, conforto e mecânica no único de motor avançado. Na prática, agradar ao cliente individual, caminhoneiro autônomo, preso à tradição e às imagens do passado. Como o produto é o melhor e mais facilmente vendido, a Mercedes aposta no 2324, sucessor do líder 1620. Na linha, 1319; pesado 2729 6×4; cavalo mecânico 1635. Na Atego os modelos interfaceiam com a Atron, mantém as diferenças de tecnologia mais avançada em cabine, construção e equipamentos. É espécie de didatismo sobre rodas, com presença e exemplo para convencer, a longo prazo, a maioria dos clientes do segmento com Atron, podem migrar, sem susto para o superior Atego. Em comum todos os produtos têm desenho e construção novos, motores com tecnologia testada na redução de emissões e consumo, produzindo mais torque e potência. Transmissões automatizadas, ar-condicionado e muita eletrônica nos freios combinam-se nos vários modelos e versões, aí incluso novo chassi para ônibus com motor frontal e o modelo articulado, tudo planejado e desenvolvido por um centro de desenvolvimento situado no Brasil, com 400 engenheiros. Em resumo, um ataque de engenharia, indústria e comércio nunca visto, visando um objetivo proporcional: a volta do brilho da estrela. (Roberto Nasser / Foto: divulgação)

Às 12:35

Nissan relança a Frontier “Attack”: modelo esteve em linha entre 2005 e 2008. Volta agora em duas versões com três tipos de acabamento

16 ago

Frontier Attack: de volta ao ´front´, após sair de linha em 2008

O famoso sobrenome “Attack” está de volta ao mercado nacional. A Nissan estará disponibilizando (ainda agora em agosto) a nova picape Frontier Attack, que havia sido descontinuada da linha em 2008. No início (em 2005) ela chegou apenas como uma versão especial com tiragem limitada, mas, devido ao sucesso e aceitação do público, a marca nipônica decidiu mantê-la em produção. Nesse instante o utilitário retorna às concessionárias com preços sugeridos (base SP, sem frete) que variam entre R$ 93.990 e R$ 127.490. Serão duas versões diferentes com três opções de acabamento distintos: SE 4×2 e 4×4 e LE 4×4. A máquina traz rodas de liga leve (aro 16), faróis escurecidos, pneus “All Terrain” (50% asfalto e 50% off road), vidros e travas elétricas e outros opcionais que variam de acordo com o acabamento. Por exemplo, a Attack SE (R$ 93.990 com tração 4×2 e R$ 100.990 4×4) tem motor turbodiesel 2.5 16V de 144 cavalos de potência, 36,3 kgf.m de torque e câmbio manual de seis marchas. Já o modelo “top” de linha, a Attack LE vem com propulsor 2.5 16V turbodiesel com 172 cavalos, 41,1 kgf.m de torque e câmbio automático de cinco velocidades. Ambas vêm equipadas com ar-condicionado, direção hidráulica, airbag duplo e freios ABS com auxiliar EBD. (Foto: divulgação)

Às 17:01

MAN Latin America mostra sua nova linha VolksBus 2012

1 ago

Ônibus articulado com chassis 26.330: motor Cummins de 8.900 cm³

Com pouco mais de 30% do mercado nacional (número que representa a vice-liderança de vendas de chassis de ônibus no Brasil) a MAN Latin America (marca que hoje detém a Volkswagen Caminhões), apresentou recentemente à imprensa especializada a sua nova linha “VolksBus 2012”.

O ponto fulcral desse encontro com os jornalistas do setor automotivo foi demonstrar a renovação da linha (que agora tem 8 modelos novos) e, mais ainda, mostrar de maneira exclusiva o início da fabricação de motores MAN genuinamente brasileiros. Estas unidades já estão sendo feitas em São Paulo em parceria de desenvolvimento com a (também renomada) MWM. Além disso, a MLA também mostrou o âmago do desenvolvimento tecnológico dos seus motores (tanto os novos MAN/MWM quanto os da marca Cummins) no que se concerne a aportes tecnológicos voltados à sustentabilidade via cumprimento de normas do Proconve (Programa de Controle de Poluição do Ar por Veículos Automotores), já em sua fase 7.

Muita coisa mudou – Se você ainda tem em mente como referência de motores a diesel os canos de escapamento soltando fumaça preta, esqueça esse quadro. Tudo mudou. Todos os fabricantes brasileiros tiveram que se readequar – por imposição de lei – aos novos modos construtivos voltados ao controle e minimização da poluição por emissão de gases. A MAN há tempos disponibiliza algumas tecnologias capazes de realizar esse serviço limpo nos mesmos padrões até exigidos na Europa. Há, por exemplo, o “SCR” – Selective Catalyst Reduction (redução catalítica seletiva) que, por intermédio de reações químicas, consegue separar parte dos (nocivos) óxidos de nitrogênio (NOx) do sistema de exaustão de gases. A utilização do “ARLA32” (Agente Redutor Líquido Automotivo, mistura de uréia técnica com água desmineralizada que também atua na redução da poluição via escapamento) é outra realidade no universo MAN.

Existe, também, o “ERG” (recirculação de gases de exaustão) que é um sistema que utiliza um princípio de reaproveitamento de gases de exaustão através de um controle eletrônico. O processo visa, outra vez, melhorar a qualidade do ar expelido pelo motor a diesel após a queima do combustível. Enfim, o âmago da questão (na filosofia da MAN) é conseguir o máximo de produtividade, com a melhor economia possível atendendo aos padrões de controle de qualidade de ar previstos em lei.

Nova linha 2012 – A MAN Latin America abre o leque com oito novos produtos (ou oito novas melhorias) na sua linha. Conheça-os.

VW 5.150 OD – Chassis com motor Cummins ISF 3.8 (SCR + Arla 32), bom, na opinião da empresa para aplicações em firmas que lidam com turismo, transporte escolar e auto-escolas;

VW 8.160 OD – Interessante conjunto para carrocerias (com até) 8 metros que sejam utilizadas em fretamentos e uso urbano de média intensidade. O motor deste chassis é um Cummins 3.8 (com sistema pós tratamento de emissões SCR + Arla 32) com caixa de transmissão ZF 5S 420;

Ônibus 9.160 utiliza caixa ZF, motor 3.8 e já possui o “SCR” e o tanque de Arla 32

VW 9.160 OD e VW 9.160 OD Plus – Motor 3.8 Cummins ISF (SCR + Arla 32) também com caixa de mudanças ZF 5S 420 (5 velocidades) e duas opções de eixo traseiro. Esse modelo ganhou novo modo de troca de marchas (por cabos) e inédito painel de instrumentos. O 9.160 OD tem entreeixo de 3.900 mm, eixo traseiro Dana e PBT (peso bruto total) de 8.500 kg. Já o 9.160 OD Plus possui entreeixo de 4.300 mm, eixo traseiro Meritor e PBT de 9.200 kg.

VW 15.190 OD – Bem adequado ao transporte urbano (p/ curtas e médias distâncias) o 15.190 OD ganhou novo conjunto de força. Motor dianteiro MAN/MWM D08 de 4 cilindros já em conformidade com o Proconve 7. Somente para aplicações em ônibus, vem com dois turbocompressores, injeção ´Common Rail´ e tecnologia de recirculação de gases de exaustão. O fabricante enfatiza seu vigoroso torque mesmo em baixas rotações. A caixa de transmissão é da ZF, tipo 6S 1010 (de 6 velocidades).

Conjunto utiliza motor MAN D08, 4 cilindros biturbo

VW 17.230 OD – Desenvolvido, segundo a MAN, para suportar “severas operações de transporte urbano”. O motor também é MAN D08 (4 cilindros, biturbo). Sua injeção Common Rail auxilia na manutenção de alto torque e potência suficientes para um tipo de uso mais puxado. Já atendendo ao Proconve P7, essa versão é equipada com EGR, o que proporciona melhor aproveitamento do chassi. Sua embreagem agora possui maior diâmetro (com 365 mm) e a caixa de câmbio é da ZF (modelo 6S 1010) de 6 velocidades com servo assistência e acionamento por cabos. Esse modelo também sai na versão “V-Tronic” (com câmbio automatizado).

17.280: 6 cilindros e vigorosos 280 cv de potência

VW 17.280 OT – A MAN indica esse conjunto para aplicações de fretamento (e rodoviário) de curtas distâncias, assim como para uso urbano. Nesse caso o equipamento utiliza motor MAN D08 (6.700 cm³; 6 cilindros; 280 cv) e conta com o modo de recirculação de gases (EGR). O propulsor também é biturbo com injeção Common Rail. A caixa de transmissão nesse caso pode ser manual (ZF 6S 1010 de 6 marchas), automática (ZF 6HP 502C) ou ainda a V-Tronic (automatizada). A aplicação desse chassi é ideal para carrocerias de até 13,2 m.

VW 18.330 OT – Por aqui o uso da unidade motora vem da marca Cummins. Para larga utilização rodoviária, esse chassi vem com um motor Cummins ISL 8.9 de 330 cv de potência que utiliza a tecnologia SCR também utilizando o Arla 32. A transmissão é Eaton FSBO 9406 AE com servo assistência. Esse modelo traz “retarder” Voith VR 123 que garante maior eficácia e resistência no sistema de freios.

VW 26.330 OTA – E para finalizar as novidades, a MAN mostra (já finalizado) um ex-protótipo que foi apresentado na Fetransrio (em 2010). Trata-se de um VolksBus articulado cheio de inovações e com junções leves que demandam, segundo o fabricante, manutenção reduzida. O modelo possui 18,6 m e também vem com motor Cummins de 8.9 litros e transmissão ZF Ecolife. A MAN garante nesse conjunto alta robustez, mesmo em aplicações de larga intensidade.

Chassis 15.190: ideal para o transporte urbano

História – A MAN Latin America entrou para o mercado brasileiro de ônibus em 1993, portanto, tem 18 anos apenas de Brasil, no entanto (e apesar do automóvel possuir cerca de 125 anos de existência) a poderosa MAN possui – nada menos – que dois séculos e meio de experiência no ramo! São 252 anos fabricando motores para várias aplicações (além da rodoviária). Para se ter uma idéia, metade dos navios em atividade no mundo possuem motorização MAN e o motor movido a óleo diesel foi inventado por Rudolf Diesel, coincidentemente, um funcionário desta empresa. (Fotos: divulgação)

Às 14:08

Agrale entrega chassis de Nº 40.000 para a Volare

27 jul

Miniônibus Volare: longa parceria com a nacional Agrale

A Agrale divulgou à imprensa especializada que acabou de superar a impactante marca de 40 mil chassis de miniônibus fornecidos à Volare (principal fabricante nacional do segmento, com cerca de 50% de participação de mercado). Desenvolvidos especialmente para o transporte de passageiros, os chassis têm como importante diferencial permitir maior espaço útil no salão.

Caracteríticas técnicas – Os miniônibus Volare (modelos V5, V6, V8, W8 e W9) possuem PBT (Peso Bruto Total) de 5.250 kg a 8.500 kg. Recentemente a empresa passou a fornecer também para a nova Linha W FLY, com destaque para o novo modelo Limousine. De concepção moderna e inovadora, os chassis Agrale possuem motor e o eixo avançados, possibilitando maior área útil para o encarroçamento e, consequentemente, maior capacidade de passageiros. Além disso, oferece outros diferenciais importantes, como direção escamoteável, que garante maior conforto, segurança e facilita o acesso do motorista. (Foto: divulgação)

A Agrale acaba de superar a marca de 40 mil chassis de miniônibus fornecidos à Volare, principal fabricante brasileiro do segmento, com cerca de 50% de participação de mercado. Desenvolvidos especialmente para o transporte de passageiros, os chassis têm como importante diferencial permitir maior espaço útil no salão.
Com PBT de 5.250 kg a 8.500 kg os chassis Agrale que equipam os miniônibus Volare – modelos V5, V6, V8, W8 e W9 – proporcionam mais conforto e segurança para os passageiros. Recentemente a empresa passou a fornecer também para a nova Linha W FLY, com destaque para o novo modelo Limousine.
De concepção moderna e inovadora, os chassis Agrale possuem motor e o eixo avançados, possibilitando maior área útil para o encarroçamento e, consequentemente, maior capacidade de passageiros. Além disso, oferece outros diferenciais importantes, como direção escamoteável, que garante maior conforto, segurança e facilita o acesso do motorista.

Às 15:57

Cresce a adoção da “1ª Classe” no transporte rodoviário nacional

16 mai

1ª Classe criada pela Marcopolo: luxo e espaço individualizados

 Para atrair mais passageiros e elevar o padrão de sofisticação e conforto do transporte rodoviário, as empresas operadoras intermunicipais e internacionais têm adquirido ônibus com diferentes classes de serviço. O objetivo é oferecer conforto e comodidades comparáveis às da primeira classe de vôos internacionais e proporcionar viagens mais agradáveis. //// A Marcopolo comunica que tem aumentado a produção de ônibus com duas classes de serviço, com itens de conforto, sofisticação e tecnologia, não disponíveis normalmente. Os últimos lançamentos da marca – o Paradiso Double Decker 1800 e o Paradiso Low Driver 1600 da Geração 7 – contam com poltronas mais largas (que reclinam 180 graus) e são feitas com espuma viscoelástica, que se molda ao corpo do passageiro. Além disso já existem veículos com monitores de vídeo individuais, conexão de internet e saídas individuais de áudio e ar-condicionado. (Foto: divulgação)