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Às 19:42

BMW apresenta a nova “Série 1” a ser comercializada no Brasil

12 mar

Bonito design e exclusividade com preços que começam em R$ 113.000

Tradicionalmente reverenciada como uma marca que prioriza o “puro prazer de dirigir”, a BMW traz ao Brasil os novos modelos da “Série 1”, família ´de entrada´ da empresa germânica. A segunda geração desse compacto Premium, ainda é a única com tração traseira na sua categoria, detalhe que agrada aos fãs. Os novos Série 1 estão mais esportivos e espaçosos que a geração anterior, além de mais eficientes, dadas as melhorias mecânicas sofridas. Até agora a BMW já comercializou pelo mundo mais de 1 milhão de unidades dessa série e, no bojo da evolução, o compacto de luxo está com motorização mais afinada, suspensão revista e com mais recursos tecnológicos.

Duas são as versões: Sport e Urban, ambas com motor 1.6 de 4 cilindros

Versões >> Pela primeira vez esse carro ganhou duas versões e agora é oferecido nos modos “Sport Line” e o “Urban Line”, possibilitando, ainda, exclusivas personalizações que incluem o revestimento dos bancos, adoção de frisos, acabamentos internos diferenciados e rodas de liga leve.

Aqui a conversa é diferente: para mais adrenalina, há esse belo Série 1-135i coupé de 6 cilindros e 306 hp!

Números >> O porta-malas desta pequena maravilha alemã possui 360 litros de capacidade e pode ser expandido para um máximo de 1.200 litros quando os bancos traseiros são totalmente rebaixados. A adoção da tecnologia BMW TwinPower Turbo doou à nova geração de motores uma tocada mais esportiva e uma redução de 10% no consumo de combustível, além de emissões mais baixas de gases poluentes. Como item de série, o pacote “BMW EfficientDynamics” inclui a função Auto Start/Stop (que desliga o veículo, por exemplo, quando parado em semáforos) e o modo “Eco Pro”, este acionado por botão para uma dirigibilidade mais econômica. O novo Série 1 (modelo 118i) traz propulsor 1.6 de 4 cilindros, com potência de 170 hp e torque (aproximado) de 25 kgf.m. Nesse caso, ele vai de 0 a 100 km/h em 7,4 segundos e atinge máxima (limitada) de 225 km/h. Já o 116i (também com motor 1.6 de 4 cilindros) tem potência de 136 hp e torque de 22 kgf.m. Acelera de 0 a 100 km/h em 8,5 segundos e tem velocidade máxima de 210 km/h.

A riqueza desse conjunto está na ergonomia: tudo é absolutamente bem projetado

Preços >> A BMW Serviços Financeiros anunciou que, durante este mês de lançamento, os clientes que optarem pelo financiamento terão uma taxa de 1,08% ao mês e carência de 60 dias para a primeira parcela. A empresa divulgou os seguintes preços (base São Paulo, sem frete): 118i sai por R$113.370. Com personalizações, a versão Urban chega a R$119.220 e a Sport, R$122.900. O modelo 116i só deve chegar ao mercado nacional no final do primeiro semestre. (Fotos: divulgação)

Às 16:54

Fiat faz acordo com sindicato de Betim e incorpora 2.600 novos funcionários

11 mar

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Um acordo firmado entre a Fiat Automóveis e o Sindicato dos Metalúrgicos de Betim (MG), forçará a incorporação de 2.600 funcionários (que trabalham na logística interna da fábrica e são empregados da Ceva Logistics e da Syncreon) à própria Fiat. Todos os trabalhadores serão convidados a se transferir para a montadora italiana numa operação prevista para ser concluída em 1º de junho deste ano, quando a empresa contará com 18.400 funcionários.

O Presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Betim, João de Almeida, disse que o acordo foi uma vitória para os trabalhadores, mas lamenta que outros (que já deixaram a empresa ao longo dos últimos 14 anos) tiveram prejuízo por perda de direitos. O executivo Adauto Duarte (Diretor de Relações Industriais da Fiat) comentou que a incorporação desses novos funcionários faz parte de um plano de aumento de produtividade da Fiat, que tem como objetivo crescer 26% das suas atividades em Minas Gerais. (Imagem: divulgação)

Às 9:23

De carro por aí!

10 mar

Mudanças e novidades em Genebra >> O Salão de Genebra tem classificação própria dentre estas mostras. É sóbrio e elegante como a cidade, pequeno em suas duas alas e tenta manter caminho de criar moda por tecnologia ou personalização de produtos. Há poucos anos criou pavilhão verde, para saudar os produtos amigáveis ao meio ambiente e mantém atrativo espaço às empresas produtoras de pequenas séries, projetistas, carrozzieres que lá vão expor, vender, conseguir encomendas de séries especiais a montadoras, como fazem a Valmet (que não apenas produz tratores, mas conversíveis BMW), a centenária Bertone em ocaso e nova pequena montadora, a “AC”, resgatando o nome inglês e produzindo (cópia? réplica?) do modelo original do multi copiado esportivo “Cobra”.

Caminho >> Olhar produtos, conversar com executivos das empresas, permitiu algumas conclusões. A mais atrevida é que, apesar de todo o foguetório, promoções, incentivos, os carros híbridos, as soluções paralelas ao uso de combustível fóssil, estão perdendo a corrida para o desenvolvimento dos velhos motores endotérmicos a gasolina e diesel. A regulamentação de emissões, algo não inexistente no Brasil, força a redução do envio de poluentes à atmosfera, a adição de álcool à gasolina europeia; os ganhos técnicos com uso de injeção direta; turbocompressores; comandos variáveis para as válvulas; cilindros que desligam com o motor funcionando…, tudo isso sinaliza que o caminho talvez não esteja apenas na criação de motores elétricos ou sua conjugação com outros, a gasolina ou diesel, mas o aprimoramento destes. Exemplo: atual geração de motores 1.0 com três cilindros e, Peugeot, Citroën, Ford, no uso de turbos em motores pequenos como os VW 1.4, os Ford EcoBooster, os Fiat, Alfa e Lancia 0,85.

  Todo Salão que se preza tem seus bichos-papões. Faz parte. No caso, o mito Ferrari com a F12 Berlinetta, motor dianteiro, 12 cilindros em V, deslocando 6.300 cm³ e produzindo 730 cv a elevadas 8.300 rpm, possivelmente um novo referencial como ronco de motor, vazão de gases, elevadas rotações nas sete marchas do câmbio de dupla embreagem. A tecnologia simplifica os automóveis e neste Ferrari a alavanca de câmbio sumiu! Um computador faz o trabalho. Em poucos anos você ficará em casa e mandará o carro sozinho…, aliás, neste tempo, para que automóvel? Em performance, de zero a 100 km/h em 2,7 segundos, velocidade de pico circa 340 km/h.

Ferrari F 12 Berlinetta, 730 cv a 8.500 rpm!

   Atrações >>

Bentley SUV. Nunca imaginado, mas... para quê?

  Outro extremo do Salão foi protótipo Bentley. Sóbria marca inglesa, ex-metade da Rolls-Royce, hoje Volkswagen, manteve a faceirice com o cupê desenhado por Raul Pires, mas agora apresentou variável, coisa que nenhum inglês submerso em gim conseguiria imaginar: um utilitário esportivo, o EXP – de experimental – 9F. Motorização 12 cilindros em W, 6.0 litros, dois compressores. Diz-se, opção de V8 4.0. Claro, por razões econômicas, plataforma e mecânica desenvolvidas sobre o existente para Porsche Cayenne, VW Touareg e Audi Q7. Nada a ver? Nada, mas venderá a comitivas de sheiks, madames californianas acima da crise, deslumbradas nacionais, ditadores de bom gosto. Quem sabe a rainha da Inglaterra troque seu Range Rover por um destes?

Toyota GT 86: motor de Subaru e tração traseira

   Genebra exibiu cena que tira a inocência dos compradores com afinidade por marca, fidelidade à estrutura mecânica, tipo de motor ou tração. A Subaru apresentou esportivo sem atrevimento estético e sem a famosa tração equilibrada nas quatro rodas, seu conceito e identificação principal. Manteve o motor dianteiro, tirou um pedaço da transmissão, desprezou o diferencial dianteiro e aplicou simplória tração traseira. E a Toyota, associada da outra japonesa, fez o mesmo: recebeu a mecânica da Subaru e aplicou num esportivo, o GT 86. Isto mesmo, Toyota com motor Subaru cilindros opostos, tração traseira.  Porque comprar um ou outro?

  Quem nos interessa diretamente?  O VW UP! Levanta a antena. Será feito aqui e a apresentação de versões mostra seu intento. Na Europa combater o Fiat 500 e outros pequenos. Aqui, focar no Fiat Uno. As novas versões são quatro portas, em duas um pequeno furgão, decoração alegre, divertida. A VW conquistou Lucca De Meo, ex-Fiat, planejador do lançamento do 500, para cuidar do UP!. Motorização nova, bloco em alumínio e muitas aplicações, turbo, injeção direta, harmonizando baixos consumo e emissões. A VW nega quanto ao lugar da produção, conhecido bailado por incentivos e vantagens, época ótima pelas eleições, mas integra o projeto da marca em ser a 1ª do mundo até 2018 e liderar o ascendente mercado do Mercosul faz parte.

VW UP! Mudam os conceitos

    Brasil >>

    Novidade que virá impulsionada pelas exigências de emissões, o Sistema ACT, desativador dos cilindros 2 e 3, está no novo Polo BlueGT. O novo motor 1.4, 16 válvulas, injeção direta e turbo, faz 140 cv, em consumo surpreendente: 4,7 l / 100 km (21,2 km/l). Com a transmissão DSG, 4,5 l / 100 km (22,2 km/l). Vai a 210 km/h e de 0 a 100 km/h em 7,9 s.

Novo Mercedes Classe A: nova tentativa de sedução de jovens

  Relevante como importado, o novo Mercedes Classe A tem missão interessante na Europa e EUA: ser carro de jovem. Aqui a escada tem degraus mais altos, mas a pretensão é a mesma: cooptar os primeiros compradores da marca e concorrer com BMW série 1 e Audi A1.

É outro automóvel, nada a ver com o anterior, abandonando a plataforma-sanduíche, segura, inteligente, mas que fazia usuários se sentir andando numa Kombi pequena. A Mercedes quer cercar interessados com versões em patamares de equipamentos e potência, incluindo uma de sua divisão AMG. Motores 1.6 e 115 cv; 1.8 e 156 cv, e 2.0 com 211 cv. Não será feito no Brasil, pois sua fábrica agora produz caminhões, mas na Alemanha, Hungria e China. O “A”, explica a Mercedes, é de Ataque. Será importado com boas perspectivas depois dos números de venda do Classe B.

Roda-a-Roda >> Mais uma – Resultado do aumento do IPI para veículos importados, outra montadora promete se instalar aqui, a Brasil Montadora, em Linhares (ES). Não é fabricante, mas importador africano, representante das marcas SsangYang, utilitários esportivos; Changan, mini utilitários, antes ditos Chana e Haima.

Pé - Investimentos prometidos em US$ 300 milhões e projeto de produção de 10 mil unidades em 2014. Processo corrido para fincar pé e assim ser considerado ao surgir a legislação que regulará os valores de IPI de quem importa, de quem faz e de quem monta com variados índices de nacionalização.

Caminho – Vendas crescentes nos dois primeiros meses do ano, comparadas com as outras marcas em queda, mostram consistência no projeto Volkswagen em tornar-se líder mundial. Apesar de alemã, a empresa parece acima da crise.

De novo? – Comentários em Genebra sobre o acordo onde GM pagará US$ 2 Bi por 7% das ações da PSA. Questão básica é o desencontro de culturas, que minou negócios assemelhados da Daimler-Chrysler e da mesma GM com a Fiat. Dado importante: a Opel dá o mesmo prejuízo que toda a PSA, e lembraram, usar as capacidades da PSA para fazer Opels, dará em dispensa na Alemanha, na Inglaterra e muita confusão institucional.

Sol - Dia 13 a BMW apresenta o Mini Roadster. É automóvel entre o engraçado e o bonitinho, com capota conversível que parece um boné.

Data – A JAC Motors apresentará seu quarto modelo para o Brasil, J5, sedã 4 portas, que lembra o Honda City e Civic. Apresentação em Salvador (BA), em reverência aos incentivos estaduais. Data 19 coincide com o Dia J, em 2011, de apresentação da marca e inauguração de 50 revendas. Algumas já fecharam.

Relógio – Não fará simbólica fixação de pedra fundamental. Assincronismo de hábitos e horários entre paulistas e baianos.

Mercado – Levantamento pelo atualmente muito bom caderno de veículos da Folha de São Paulo, indica três anos de uso como melhor momento econômico para venda de carro que rodam em média 1.200 quilômetros ao mês. Antes o valor cai muito. Depois, começam os problemas de manutenção.

… 2 – Palpitologia, melhor mês para comprar carros de menor preço é o início do ano, quando o comprador não consegue pagar prestação mais as contas do fim de ano, mais matrículas, mais material escolar, mais IPTU, mais IPVA…

Bolinhas – Seguindo outras montadoras, patrocinadora de bolinhas, a JAC Motors apoiará o Rugby, aquele futebol norte-americano.

Antigos – Confirmada 3ª edição do Expo Auto Argentino, encontro de antigos nacionais da Argentina. Será em Francisco Álvarez, a 50 quilômetros de Buenos Aires. Foca preservar e divulgar com orgulho a engenharia e iniciativas argentinas, mesma direção do brasiliense Carro do Brasil, há 10 anos: o orgulho pela nacionalidade. Mais? http://www.autohistoria.com.ar/

Museu – Em meio ao tumulto pelo despejo e conseqüente fechamento do Museu Nacional do Automóvel, em Brasília, uma surpresa: a Advocacia Geral da União pediu prazo em juízo para um projeto de mudança. Não se sabe o que será, mas pelo menos por pequeno prazo adia-se o tentado despejo com violência.

Inexplicável - A motivação oficial dos advogados públicos pagos por mim, por você, por nós, é fechar o Museu e, em seu bem cuidado espaço, mudar, do Rio para Brasília, o arquivo morto de órgão extinto, a ex-Rede Ferroviária, guardado no RJ onde o Ministério dos Transportes tem prédios ociosos. Os advogados pagos pela sociedade querem solução contra a sociedade.

Gente – Carlos Alberto Santa-Cruz, 45, nova praia. Presidente da PPG, multi de tintas. Era gerente-geral de Fitas e Adesivos 3M OOOO (Roberto Nasser / Fotos: divulgação)

Às 12:00

GPS > Curtas quentinhas

8 mar

PARABÉNS! - Às mulheres. Hoje, 8 de março, é o Dia Internacional da Mulher. Pesquisas indicam que elas estacionam os carros com mais perfeição do que os homens. Mais do que uma simples bobagem dessas: são perfeccionistas, decididas e valentes. Se o mundo fosse comandado 100% por elas, certamente não teríamos tanta violência assim. Nada de frágil: viva o sexo forte!

ALÔ SMTT! - Moradores reclamam (via eMail) que vários motoristas estão desrespeitando o trânsito da Rua Cláudio Ramos, bairro de Ponta Verde (perpendicular com a R.Durval Guimarães, em direção ao Banco do Brasil). Diariamente os infratores trafegam na contra-mão, quase causando acidentes.

CRATERA - Outros moradores do mesmo local também reclamam de buraco enorme na R.Durval Guimarães (imediações da Imobiliária Imobili). Como o asfalto da capital não é à prova d´água…, está lá, aberto e perigoso a incomodar.

ALÔ SMCCU! - Já não bastasse a zona que estão as praias de Maceió, com poluição e cozinhas a céu aberto, agora os “donos do pedaço” estão rebatizando os locais. Nos famosos “7 Coqueiros”, ponto turístico dos mais antigos da capital, agora há placa incoerente e feia renomeando o local como “Baixa do Zé Grandão”. Pelo amor de Deus! O que era Maceió antigamente, chique e pacato balneário nordestino, virou reduto brega onde venceram o crime, o consumo de drogas e a pirataria de filmes e CDs vendidos às claras.

SE É PARA RENOMEAR… – Aí vão algumas sugestões: Ex-Praça Multieventos, agora Passarela da Maconha. Ex-Praça Visconde de Sinimbú, agora Praça dos Sem Terra.

POBRE TURISTA - Agora no Carnaval recebi casal de amigos. Renato Acciarto, um dos assessores de imprensa da VW do Brasil e sua companheira. Fãs de Alagoas, frequentadores habituais do nosso Estado, provavelmente não voltarão mais. Educadamente, reclamaram do trânsito caótico, do barulho da orla, da sujeira das praias e por aí vai. No hotel (caro e ruim, à beira-mar de Pajuçara) em que ficaram hospedados, faltou até queijo no café da manhã… Ninguém merece.

MAIS - Roubos de veículos com latrocínio (roubo seguido de morte) tem crescido no Brasil. O tipo de delito aumentou cerca de 10,2% do ano passado pra cá. Bandidos agora estão preferindo o roubo ao furto (este último, quando não há violência física), portanto, todo cuidado é pouco.

MOTIVO? - É o crescimento da circulação das armas de fogo, a falta de educação e a vagabundagem em expansão. Roubar, agora virou profissão no Brasil. Pesquisa em São Paulo indica: hora de maior índice de furtos e roubos: 18:30. Brasil: lugar onde prostituta se apaixona, gigolô sofre por amor e traficante se vicia!

FALANDO EM BRASIL… – A reforma do estádio Maracanã (no Rio de Janeiro) para ser a sede principal da Copa do Mundo de 2014, foi inicialmente orçada em R$ 500 milhões. Agora, o montante já aponta para R$ 1 Bi! Detalhe: lembra daqueles estádios modernos e maravilhosos da Copa da Alemanha, em 2006? Alguns deles (construídos do chão, estaca zero!) custaram apenas R$ 600 milhões.

PARA AJUDAR - Se faltar dinheiro para as obras do futebol, é só pedir aos empresários corruptos de Alagoas. Você viu: no início desta semana estourou mais um escândalo de R$ 300 milhões. Dinheiro do seu imposto.

XEROX DA ÁGUA – Assessoria da Kawasaki Motores do Brasil Ltda (KMB), subsidiária da Kawasaki Heavy Industries Ltd (KHI) reclama do uso indevido pela imprensa do termo “Jet Ski”, quando referindo-se a um “PWC (Personal Water Craft) ou “Moto Aquática”.

PREOCUPAÇÃO - A empresa japonesa, detentora da marca “Jet Ski” está preocupada com a repercussão dos últimos acidentes envolvendo esse tipo de veículo aquático, como o da menor Grazielle Lames, de 3 anos, morta em acidente no litoral de São Paulo. Segundo a assessoria, a Kawasaki tem receio que isso atrapalhe vendas ou a imagem institucional. Não deveria, pois conseguiu – em nível global – aquilo que somente a Xerox também alcançou. Da mesma maneira que “Xerox” virou sinônimo de cópia de papel, “Jet Ski”, aos olhos do povo, é qualquer motoca que deslize na água… e isso (opinião pessoal) creio que não irá afetar a boa imagem que a Kawasaki tem no mundo todo.

Às 20:00

Fiesta ST, compacto da Ford com 180 cv volta à tona em versão 2013

7 mar

Bonita máquina vem com o moderno motor 1.6 EcoBoost: potência máxima é de 180 cv

A Ford apresenta durante o Salão de Genebra 2012 a sua nova versão do New Fiesta hatch. O esportivo de alta performance denominado de “ST” ostenta 180 cavalos de potência e aproximados 24 kgf.m de torque. Dados da fábrica indicam que sua aceleração de 0 a 100 km/h é feita em 7 segundos e a velocidade máxima ultrapassa os 220 km/h.

Mesmo com alto potencial de compra, Brasil não deverá receber o modelo

Melhoramentos >> Mostrado na versão final de produção que será lançada na Europa em 2013, o modelo vem com o motor 1.6 EcoBoost, equipado com tecnologia que traz também uma redução de 20% nas emissões de CO2 em comparação ao modelo anterior. Na opinião da Ford, o novo Fiesta ST é um modelo muito aguardado pelos consumidores europeus desde que a sua última versão saiu do mercado, em 2008. Ao lado do novo Focus ST, ele forma a linha de carros de alta performance com preços acessíveis oferecida pela Ford na Europa, trazendo uma combinação interessante de design, desempenho e praticidade.

Modelo saiu de cena em 2008 e retorna agora após algumas modernizações

O Fiesta ST de nova geração leva o desempenho do New Fiesta a um novo patamar de esportividade e oferece soluções vindas das pistas de corrida para as ruas, num desenvolvimento do time de rali da Ford com a equipe de engenheiros da marca. (Fotos: divulgação)

Às 8:22

PSA Peugeot Citroën apresenta lucro com retração de quase 50%

5 mar

Citroen DS5, um dos modelos que deve incrementar vendas da PSA no mundo

588 milhões de Euros: esse foi o lucro líquido da PSA Peugeot Citroën em 2011. O número divulgado recentemente apresenta retração de 48,1% quando comparado com resultado de 2010. Desse total, cerca de 150 milhões de Euros são advindos da operação “Dongfeng Peugeot Citroën Automobile”, uma ´joint venture´ chinesa do grupo. Na opinião de Philippe Varin, Presidente mundial do grupo, “o resultado da performance da divisão automotiva da empresa foi decepcionante”.

A solução >> Uma maneira que a empresa (teoricamente) encontrou para mudar esse quadro é a continuidade da ofensiva internacional, que tem como objetivo a realização de mais de 50% das vendas fora da Europa até o ano de 2015. O português Carlos Gomes (Presidente da PSA para o Brasil e a América Latina) diz que a meta será alcançada já em 2014. Dois produtos que deverão ajudar à PSA a retomar o nível positivo de resultados são o Peugeot 208 e o Citroën DS5. Ambos deverão ser apresentados ao mercado brasileiro ainda em 2012. (Foto: divulgação)

Às 22:52

Hyundai cresce em vendas, mas fica atrás de Honda e Nissan nos EUA

4 mar

   

Hyundai: bem na fita com alta de vendas acima da média do mercado global

 A coreana Hyundai cresce em praticamente todos os mercados onde atua. Agora em fevereiro, a marca teve uma alta de (incríveis) 28% nas suas vendas globais quando comparado com o mesmo mês de 2011. Os números apontam que essa subida é estimulada principalmente pelas vendas de fora da Coreia do Sul. Os Estados Unidos representam o nicho mais promissor. Por lá, a Hyundai atingiu um recorde mensal (em fevereiro) com crescimento de 18%, dois pontos acima da performance do mercado local. Mesmo assim, com esses ótimos índices, a Hyundai ficou atrás de concorrentes importantes, como Honda e Nissan nas vendas nos EUA. A Kia Motors e a Hyundai (que pertencem ao mesmo grupo), possuem quase 80% do mercado de vendas da Coreia do Sul. (Foto: divulgação)

Às 20:42

“Inflação do carro” apresenta queda no acumulado do ano

3 mar

  

Gasolina e álcool ficaram mais baratos no início do ano. Já o preço do estacionamento, subiu

  O último levantamento da Agência Autoinforme diz que a inflação do carro começou 2012 com queda. O custo de manutenção e uso dos automóveis, por exemplo, diminuiu 0,2% em fevereiro. No acumulado do ano houve redução de 0,31% no índice (que leva em consideração o preço das peças de reposição, impostos, seguro, serviços e combustível). Segundo os dados da consultoria, os principais responsáveis pela deflação foram os preços dos combustíveis, que representam mais de 30% do total de gastos com os veículos. Gasolina e álcool (etanol) ficaram 2,1% mais baratos ao longo de fevereiro. No acumulado de 2012 a queda foi de 2,9%. Entre outros itens que contribuíram para a baixa, estão o preço do jogo de velas e do filtro de ar. Algumas coisas ficaram mais caras em fevereiro. O valor do estacionamento avulso foi uma delas. A Autoinforme diz que parar um carro por um período de até duas horas agora em março, já está 3,4% mais caro que em janeiro. (Foto: divulgação)

Às 12:20

Rubinho assina contrato com KV para temporada 2012 da Indy

2 mar

Rubinho (à dir.) com o amigo Tony Kanaan, novo companheiro de equipe

Após pouco mais de um mês entre treinos, negociações e assinatura de contrato, o brasileiro Rubens Barrichello finalmente comunicou à imprensa que fechou um acordo de 1 ano com a equipe “KV” para disputar a Fórmula Indy em 2012. Rubinho participou de 19 temporadas na F1 e, por não conseguir vaga na categoria neste ano, ao invés de se aposentar, decidiu continuar acelerando mais rápido ainda. Barrichello (que é recordista largadas na F1 com 323 corridas) correu por várias equipes, inclusive pela Ferrari onde conquistou dois vice-campeonatos mundiais. O piloto fará sua estreia no próximo dia no dia 25 de março, em prova que acontecerá na Flórida (EUA). (Foto: Grande Prêmio)

Às 15:45

Começar de novo: os Jeep Wrangler e Compass

1 mar

Diga aí: quais são os Chrysler mais vendidos? Errou. Nada de “300”, Town and Country ou picape Ram. Os Chrysler que mais venderam, sustentando a marca logo após o limbo entre a quebra e o controle pela Fiat foram os Jeeps. Razões misteriosas, talvez a clientela identificasse sua valentia, a capacidade de superar dificuldades com a possibilidade de resistir à queda que a transformou em estatal. A mudança de regras e comandos, os projetos para o futuro mesclando componentes Fiat com Chrysler, tiveram reflexo no Brasil com interrupção nas importações, recém iniciadas com o Grand Cherokee, um Mercedes ML com novo motor; o Dodge Journey. Agora, reforço dos Jeeps Wrangler e Compass.

O inconfundível Wrangler com sua grade frontal de 7 cortes verticais: identidade forte e muita tradição

Jeep >> O Wrangler é conceito de pétrea silhueta. Muda-se aqui, ali, mas o perfil e a imagem da grade com faróis circulares e sete cortes verticais, ninguém tasca. Mantém a honesta proposta de ser um carro de ir (mesmo sendo no limite do conforto), embora nada tenha a ver com as lembranças sensoriais de quem andou de Jeep Willys, cruza de cabrito com burro bravo. O novo Wrangler passou com aclimatação em 2011, ganhou painel revestido, mas mantém a dignidade de parafusos expostos (embora escondidos) para fixar plaqueta que relembra 71 anos de história. Mantém coisas viris como chassi por longarinas, eixos rígidos, engate da tração nas 4 rodas e marcha reduzida por alavanca. Nada destes botõezinhos boiolo-femininos, complicados, cercado de uma turma de aderentes e que às vezes falham.

Novidade maior é o novo motor PentaStar. Integra o projeto de salvamento da marca, moderno, seis cilindros em V, tudo em alumínio, 3.600 cm³, 24 V em eixos roletados, 284 cv, 34,5 kgf.m de torque, ancorado em caixa de transmissão automática, 5 velocidades. Para ser utilizado em desafios, vem preparado. Desde a gaiola de proteção à possibilidade de passar por até 50 cm de profundidade. Custa caro: 2 portas, R$ 129.900; 4 portas, R$ 159.900. A pretensão da Chrysler é vendê-lo como produto de nicho, 300 unidades em 2012.

Jeep Compass: tração simples e alta tecnologia a bordo

Compass >> O nome parece trocadilho em inglês ao significar “bússola”. Talvez busque o Norte para a rentável divisão, degrau inicial da escalada de versões cheias de aptidões. O Compass pode ser um retorno histórico à mão Jeep Station Wagon, primeira derivação do Jeep, em 1949. Não era para arrancar toco nem para vadear rio sem ponte, mas o carro da mulher dos muito combatentes da 2ª Guerra Mundial, os caras que viam no Jeep um confiável membro da família. Mesma configuração, cara amigável, interior ameno e adequado, e suspensão independente. Claro, a similaridade com a Rural, criadora do segmento dos utilitários esportivos, é mercadológica. O Compass utiliza carroceria monobloco, suspensão dianteira independente por sistema Mac Pherson e traseira por bem articulado eixo com quatro braços. Na prática, estável e confortável, capaz de absorver irregularidades do piso sem repassá-las aos passageiros. Neste item passou por adequação nacional, com troca de amortecedores e ajustes para dar melhor estabilidade, torná-lo mais firme, ao gosto dos usuários brasileiros. Transmissão de primeira linha, Jacto continuamente variável, com posição meramente localizadora de 6 velocidades. Tração dianteira.

Motor, nada a ver com tempos idos. Atual, em alumínio, 4 cilindros e 2.0, 16V, dois eixos contra rotantes, 156 cv de potência e 19,4 kgf.m de torque. É o CRV, o RAV 4, iX 35, o Sportage, com tração apenas dianteira, da Jeep. Para vender deve invocar a Teoria de Tabacow: fez o primeiro, faz o melhor. Preços de primeira: R$ 99.900 + frete. A Jeep se acha bem na foto e quer entregar entre 2500 e 3000 unidades neste ano.

:::::>> Na festa da velocidade, carros de corrida e a racionalidade esquecida

Aruanda: se o Governo tivesse planos, projetos, e acreditasse mais na competência nacional, nosso lugar seria outro

Artista plástico identificado com a velocidade e as corridas de automóveis, o paulistano Paulo Soláriz organiza o 3º Velocult (Semana Cultural da Velocidade), exposição de veículos de competição ilustrando décadas de evolução de nossos pilotos e corridas. Altar da competência automobilística brasileira, mescla veículos, arte e o mundo de artigos neste entorno. À abertura Paulo reuniu em auditório do Conjunto Nacional, em São Paulo, a essência e os periféricos da fantástica performance esportiva brasileira, capaz de conquistar oito campeonatos mundiais de Fórmula 1 e colocar o país como referência neste assunto. Pilotos em larga quantidade, de Emílio Zambello, sempre identificado com os Alfa Romeo que representou no país, sólido aos 84 anos; ao bicampeão Emerson Fittipaldi, 65, e amplo recheio de gente do setor, pilotos, organizadores, jornalistas, antigos mecânicos, designers, construtores, sortida listagem incapaz de ser reproduzida e muita gente nova no pedaço, com décadas de diferença destes atrevidos senhores que, por invisível linha, costuraram a base do nosso sucesso internacional em corridas. Automóveis expostos, curiosos, coisas esquisitas aos olhos dos que hoje os vêem como despersonalizado, quase iguais, descartáveis artefatos para levar pessoas de um lugar a outro. Difícil a elas entender o inglês Allard, construção em treliça (pequenas barrinhas de metal) de ferrinhos ingleses ancorando motores norte-americanos de Ford com preparação Edelbrock ou Cadillac, hoje preservados pela visão sagaz do desaparecido colecionador Flávio Marx. Ou o “Mickey Mouse”, Belcar da DKW Vemag, encurtado, rebaixado, aliviado, formas hoje insólitas, difíceis de serem vistas ou descritas como um carro de corrida pela geração atual. Entretanto, com pequeno motor de 1.0, produzia em torno de 100 cavalos de força, capazes de levar o carrinho recortado e aliviado próximo a 200 km/hora à freada da antiga Curva 2 de Interlagos, sob o comando de Bird Clemente, Anísio Campos, Chiquinho Lameirão, resultado da maestria de Jorge Lettry, lembrado com saudade e serviço de Miguel Crispim, todos presentes. Idem, a icônica Berlinette 22 da Equipe Willys, automóvel-símbolo do time de melhor estrutura no país, único no mundo a ganhar corridas de velocidade com este carrinho sub motorizado (1.000 cm³ e efêmeros 70 hps) criado para rallyes europeus. Símbolo da visão de William Max Pearce, então diretor da Willys, competência de Luiz Antônio Greco, grande articulador da equipe e pilotos como José Carlos Pace, Luiz Pereira Bueno (na saudade) e Wilson Fittipaldi, Liam Duarte, Geraldo Meirelles, citados e presentes Bird, Anísio e Lameirão.

Insólita, atrativa, retrato das corridas brasileiras nos anos ´50 e ´60, a carretera 18 do paulistano do bairro do Canindé Camilo Christófato. Cupê norte-americano recortado, rebaixado, aliviado em peso, tracionado por motor de Chevrolet Corvette a quem creditavam 400 hp, eixo traseiro de Maserati, muita emoção, auxílio e torcida de amigos. Pouco conhecida fora de Interlagos é atração maior aos de pouca idade e as não-paulistas. Há mais, monopostos das primeiras fórmulas nacionais, Ford e Vê. Saudade atual é o Aruanda, criado há quase 50 anos pelo então jovem designer e hoje professor doutor Ari Antônio da Rocha. Urbano, pequeno (2,40 X 1,70 X 1,40m), para motor de motocicleta (ou dois elétricos), forma de cunha, para brisas panorâmico, anel de proteção, painel acolchoado, três passageiros e carga, ganhou o Prêmio Lúcio Costa no Salão do Automóvel de 1964. Impressionou os italianos, a Carrozzerie Fissore o construiu e o protótipo, exibido no Salão de Turim de 1965, ganhou prêmio mundial como proposta mais inovadora. Tinha tudo para ser solução de mobilidade para o Brasil, mas a falta de interesse do Governo (que poderia tê-lo feito com facilidade em sua então Fábrica Nacional de Motores) não o viabilizou, e suas características antecipando o futuro: monovolume, forma de cunha, solução atual reduzindo a resistência aerodinâmica, consumo, emissões, inovava à época. Mas o Governo revolucionário estava mais preocupado em criar facilidades para as grandes montadoras para dar atenção a produto e criação nacionais.

Sem multiplicá-lo, em 1973, Ari defendeu na primeira tese de Doutorado em Design, a limitação de acesso aos veículos nos centros urbanos e a criação de bolsões de estacionamento para os carros particulares, onde alugaria os pequenos Aruanda com motores elétricos. A fórmula tem sido aplicada na última década, mas não foi adotada como política pública e o Aruanda desapareceu numa enchente paulistana. Ressurgiu, 30 anos depois, comprado em Itatinga (SP), por Osvaldo Petroni Jr. Pesquisou, descobriu ter em mãos o único nacional premiado internacionalmente, localizou o professor Ari e, generoso, presenteou o que dele restava. O restaurador Ricardo Oppi reergueu-o e o Aruanda é para ser reverenciado na mostra, exemplo, assim como o automobilismo brasileiro, da insensibilidade e da falta de planejamento e visão dos governos. Estás em São Paulo? Passarás por lá até 17 de março? Não perca. É aula e ocasião de reverência a tanta gente conhecida ou anônima, participantes da conquista do imbatível título na Fórmula 1 em 1972 por Emerson, apenas 15 anos após o Brasil ter feito seu primeiro veículo: um Jeep.

::::::>> Novidades e conceitos em Genebra

Volkswagen “UP!”, uma das estrelas mais aguardadas da mostra europeia

Salão de Genebra, Suíça, tenta equilibrar o frio dos Alpes com calor de tendências. Neste ano, aberto a público entre 8 e 18 deste mês, aguarda 700 mil visitantes. (É curiosidade, número idêntico à barreira insuperada pelo Salão do Automóvel no Brasil, absolutamente desproporcional entre frota, população, vendas e clima). A Volkswagen apresentará, orgulhosamente, algumas intervenções da Italdesign, empresa adquirida à família Giugiaro, especialmente versões sobre o “UP!”, seu novo produto mundial, incluindo versões, como sedã e versões ecológicas. Da coreana Kia, primeiro sedã da empresa a utilizar chassis, motor dianteiro e tração traseira, focado para o mercado dos EUA a clientela diversa como frotas e serviços públicos, onde esta técnica resiste melhor.

A PSA, holding de Peugeot e Citroën terá presença densa. A controladora Peugeot foca na apresentação mundial do 208, tratado como ícone, em área separada dos outros produtos, incluindo híbridos diesel e 408 modificado . Citroën fará graça com o Racing Concept, junção de soluções que podem, separadamente, ser agregadas a carros de série, como o motor BMW 1.6 turbo com potência elevada a 256 cv (o de série produz 165 cv); bitolas aumentadas, pintura texturizada, retendo a luz de maneira diferente. Ford tateia para saber se linhas futuristas e tecnologias aplicadas no protótipo Tourneo Custom agradarão compradores da linha Transit, a mais vendida no segmento. Implementou sua característica diferenciativa, a rolagem mais próxima de automóvel que de caminhão. O motor diesel Duratorq TDCi 2.2 gera 100, 125 ou 155 cv, uma das motorizações do novo Ranger.

::::::>> Roda-a-Roda

Lyonheart, inglês, quase 500.000 Euros!

Inglês – Local, Coventry, onde foi a fábrica da Jaguar. Modelo, inspirado no XK E, ícone de linhas e performance. Marca, Lyonheart, trocadilho gráfico com coração de leão e com o sobrenome Lions, do criador da Jaguar. Projeto suíço, materiais nobres como fibra de carbono, chassi em alumínio e contraponto de peças artesanais. Motor Ford 5.0 com compressor, faz 550 cv e 70 kgf.m de torque. 0 a 100 km/h em 4 segundos e velocidade final cortada aos 300 km/h. Preço? 495 mil euros + impostos. A fim da exclusividade? http://www.lyonheart.com

Seis por meia dúzia – A GM comprou 7% das ações da holding PSA, união de Peugeot e Citroën. Razão principal, prever gastar US$ 2B na Opel em pesquisa e desenvolvimento. Ambas tiveram prejuízos assemelhados em 2011: 500 milhões de Euros.

Falta explicar – A idéia, especulam analistas europeus, é absorver tecnologia PSA para produtos e componentes Opel. Ações da PSA subiram 0,5% com a notícia. Da GM caíram 4,4%. Interpretação sem base econômica, mas gato escaldado tem medo de água fria. E, sem trocadilho, depois da fria que a GM se meteu em 2008, quase quebrando, apequenando-se, qualquer novidade arrepia o mercado.

Campanha – Mitt Rommey, filho de George, que juntou as marcas Nash e Hudson criando a American Motors e o caminho dos carros de menor consumo nos EUA, candidato a indicação contra Barack Obama, ruim de serviço. Não tem carros da marca (hoje Chrysler e Jeep) mas Cadillacs, Mustang e picape GM. E posa de rico em Detroit, onde nasceu, cidade que encolheu 25% em 10 anos e é recordista com 11 % de desempregados.

Não – A JAC, com carros completos a preço baixo, instigadora de legislação federal contra o consumidor, copiou o picape mais vendido do mundo, o Ford F 150. Levou a sério, manteve até oval e cor do distintivo. Mas não virá para o Brasil. Eduardo Picingher, porta voz da empresa, nega.

Gás – Aumentou a potência do motor 1.6 THP PSA-BMW, de 156 para 165 cv, por calibração eletrônica e de alterações mecânicas. Chegou no Peugeot 3008, está nos 408 e RCZ. O 3008, agora mais disponível, R$ 91.900 versão Allure e Griffe (couro, teto em vidro, facilidades eletrônicas, etc…) a R$ 99.900.

Dúvida – O artificial aumento de impostos provoca importadores vender filtrando os repasses, equilibrando estoque antigo, novo, aumentos. Repasses de mais, vendas de menos. Para tirar dúvidas a Kia informa, seu Sportage flex e com seis velocidades subiu 8,3%, de R$ 83,9 mil a R$ 90,9 mil.

Ocasião - A Mitsubishi teve Steven Spielberg como consultor do filme de apresentação do novo Lancer. Veja o filme, olhe o carro, pense no preço: japonês, Mitsubishi, a preço de nacional.

Muda – Plataforma maior e mais larga, o sucessor do Fiat Siena tem nome apropriado e diferenciativo: Grand Siena. Nos concessionários em abril.

Não deu – Índice de inadimplência no pagamento de prestações de veículos chegou a recordes 8,1% em janeiro. Conseqüência do aumento dos juros e da soma das contas do início do ano.

Registro – Nacional, a Agrale comemora 30 anos da produção de caminhões: 25 mil e 80 mil chassis para ônibus. Caso raro: guardou a 1ª unidade.

Finor – Antes frescura, agora elemento de diferenciação, o câmbio automatizado Power Shift nos caminhões se transformou em argumento de status e vendas. Nos pesados Axor da Mercedes-Benz, o câmbio sem embreagem ao dono reduz consumo, ao operador cansa menos.

Bom senso – Corpos de Bombeiros analisam especificar em suas compras, caminhões com transmissões automáticas Allison, critério mundial de disponibilidade e presteza. A marca fez palestra aos 26 Comandantes Gerais dos bombeiros nacionais e test-drive em caminhão VW Worker 17.250E equipado com a dita cuja.

Ocasião – A fim de emprego na fábrica de baterias Moura? Há 85 vagas em várias categorias e lotações no Brasil e Mercosul. Veja na seção Trabalhe Conosco, no site www.moura.com.br

Junção – Sistema da Navbras permite captar sinal de internet de celulares com tecnologia Wi-Fi e 3G, conectado com GPS, realiza busca de locais, endereços de estabelecimentos no Google através da tela do automóvel. Mais? www.navbras.com.br

Japonês – A Wurth, multinacional alemã de itens de oficina, vende edição especial de torquímetro, comemorando 50 anos da linha de ferramentas. Encaixe de 1/2 polegada, desarma com estalo ao atingir o torque desejado. Em torno de R$ 750. Deve ser japonês, da famosa marca “Takaro”.

Turismo – Eduardo Daher, hoteleiro, articula com a Prefeitura paulistana manter as Mil Milhas Brasileiras na capital paulista. Mais tradicional das corridas nacionais, incrível fomentador de movimento turístico, deve ser mantida em seu palco de origem. Apóia a ideia?  daher_center@uol.com.br

Gente – Ana Isabel Fernandes, 35, engenheira, portuguesa, emprego de homem. Diretora da fábrica de Veículos Peugeot e Citroën em Porto Real (RJ). Missão, dobrar a produção. Desafio. Não deve saber que “Pó Royal” (como pronunciam os franceses), é município virtual. OOOO Frédéric Chapuis, 42, demonstração. Era diretor geral da Citroën na África do Sul e será Diretor de Vendas na Citroën no Brasil. Arruela no Brasil é mais importante que engrenagem na África do Sul… OOOO (Roberto Nasser / Fotos: divulgação)