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Às 12:55

Hyundai recebe destaque por sustentabilidade

2 ago

Hyundai: 11ª marca mais responsável com o meio ambiente

A Interbrand (consultoria global para marcas) classificou a coreana Hyundai como uma das marcas mais “verdes” (ecologicamente corretas) do mundo, citando a estratégia amiga da natureza “Blue Drive” da fabricante e sua liderança no desenvolvimento de veículos de célula de hidrogênio com emissão zero. A Interbrand colocou a Hyundai em 11º lugar entre as “50 Melhores Marcas Verdes Globais” do seu novo relatório global. A Hyundai ficou em quarto lugar entre as sete marcas automobilísticas que participaram do levantamento. Toyota foi a 1ª colocada, seguida de VW (6ª) e Honda (7ª). (Foto: divulgação)

Às 10:59

Elétrico: você ainda terá um

29 abr

Óbvio 828H: criação nacional, agora inglês, para ser feito aqui depende de legislação

 O assunto carro elétrico sugere bons negócios no futuro, apesar de estudo da Price Waterhouse projetar em 2020 sejam 5% da produção mundial, e pouco impacto no mercado dos fabricantes de motores e transmissões hoje convencionais. Mas é mercado para bilhões de dólares.

            Na Europa Renault lidera e fez acordos de mobilidade com alguns países, para a venda dos carros e fornecimento das estações de abastecimento. Portugal, o mais avançado deles, criou Gabinete da Mobilidade Elétrica para gerir o programa, prevendo-se 10% da frota seja de elétricos em 2020, e 10 mil vagas de exclusivo estacionamento com pontos de recarga em 2011. Na Alemanha, a Plataforma Nacional para a Mobilidade Elétrica, promete atingir um milhão de unidades circulando em 2020. Lá a BMW quer ser líder nos elétricos, e a Mercedes tomou a variante do desenvolver carros a hidrogênio. A China se prepara, definindo que o país se dedicará à tecnologia dos “apenas” elétricos, desprezando híbridos ou outras tecnologias, e começou pelo criar 10 mil vagas de estacionamento para elétricos, previstos em um milhão até (o sempre referido 2020), e as cidades com maiores problemas de poluição criaram incentivos a veículos que custem até equivalentes R$ 18.170. Nos EUA onde incentivos instigam e concedem descontos de até US$ 7 mil, há vendas factíveis de Ford Focus, Honda, Toyota Prius, e o Nissan Leaf, primeiro construído em larga escala, conquistou o prêmio “Carro do Ano 2011” no Salão do Automóvel de New York. Aqui, sem planejamento ou projeto público para a mobilidade elétrica, os modelos importados e vendidos, ´Ford Fusion e Mercedes E´ não são enzimas de projeto para redução de emissões poluentes por combustíveis líquidos, porém vistos como excentricidade de usuários em busca do cultivar imagem de amigos do meio ambiente. Mas, longe do circuito, empresários reconhecidos como Eike Batista, Nélson Piquet, Eduardo Souza Ramos se dizem interessados em investir. Há pouco, o desinteresse local forçou a venda a empresa inglesa do projeto desenvolvido pelo designer Anísio Campos, capaz de funcionar como híbrido ou elétrico. A questão é de engenharia tributária. Um elétrico pagaria IPI de 25%. Um 1.0 a álcool, 7%. Por si, em pequena escala, o elétrico custa mais que o convencional. A conta não fecha.

O outro lado – Vale a pena? Haverá clientela? Dúvida válida: haverá energia para suportar o aumento de demanda no reabastecimento dos veículos? O País, sem programa de matriz energética, com usina atômica de tecnologia e construção antigas, em local perigoso, sem estrutura de fuga – apesar do blá-blá-blá do ministro de Ciência e Tecnologia aloprando seu colega de Minas e Energia – não tem ou incentiva opção pelos elétricos. Ao contrário, assiste a lobbies poderosíssimos pela Petrobrás vendendo o petróleo do pré-sal, e o dos produtores de álcool, combustíveis líquidos para motores ciclo Otto. E o consumidor? Optará pelo sistema independente dos combustíveis líquidos – e sem trocadilho pela atual falta, sem liquidez?

Potencial – O IBM’s Institute for Business Value (IBM-IBV) pesquisou consumidores e executivos das montadoras indagando sobre mudança de um veículo movido a gasolina, diesel ou híbrido, para um elétrico. Respostas segmentadas: 3/4 dos executivos condicionaram a mudança a incentivos e ao custo do combustível atual, raciocínio individualista. Apenas 1/3 o faria por respeito à sustentabilidade, decisão social. Dentre os consumidores, metade individualista o faria empurrada pelo alto custo dos combustíveis. Resultados maiores de conscientização, a quase outra metade trocá-los-ia por razões ecológicas, e no mesmo caminho, um quarto relaciona poluição aos grandes congestionamentos.

            Resultado, independentemente das razões de troca, dos compradores declarando pouco ou nada saber do assunto, mudando de carros por incentivo à aquisição, economia ao uso, ou preocupação em ecologia global, há um mercado potencialmente grande para os elétricos. Estes bilhões de dólares, à espera de serem colhidos, induzirão facilidades à produção, à necessidade, e meios para colocá-los ao alcance da mão do consumidor brasileiro,  claro, se não houver o inviabilizador Apagão. (Roberto Nasser / Foto: divulgação)

Às 18:08

Nomen est omen. Ou, é de Bambu e está na cara!

2 mar

Rinspeed BamBoo: o conceito mostra o futuro

Juristas são bichos especiais e se entendem em linguagem própria, usando garatéias do tempo para pescar conceitos, ditados, e brocardos latinos. Um deles, conhecido e praticado pelos tributaristas é “Prima Facie”. Quer dizer mais ou menos: vale a primeira impressão, o ´tá na cara´. É empregado para classificar e daí aplicar o quantum percentual de imposto determinado artigo irá pagar. Olhou, e o objeto visto é um caminhão, valeu: tome classificação e imposto de caminhão. E por aí vai.

            A inventiva suíça Rinspeed, preparou carro para expor no Salão de Genebra agora entre 3 e 13 de março. É o Bamboo. Ou como define, Nomen est omen – o nome diz tudo.

É uma volta às raízes. Desenho simples, carroceria, bancos e muitas partes em fibra de bambu, pequeno motor elétrico com 70cv, autonomia de 105 quilômetros. Nada de firulas, cromados, frescuras, mas projeto para os dias atuais de economia de materiais e danos ecológicos. Não está em produção, mas é fácil demarrá-la como carro de golfe, de praia, transporte em aeroportos. É a proposta. Sabido, Frank Rinderknecht, criativo Nº 1 do negócio, ligou o carro a uma BamBoo Community. Na prática mistura o uso do carro com plataformas de comunicação, redes sociais, sustentabilidade. O futuro. O BamBoo nunca será sucesso de vendas, mas a combinação entre necessidades, pressões quanto ao futuro e capacidades tecnológicas será aplicada por todas as marcas. (Roberto Nasser/Foto: divulgação)

Às 14:55

Nissan apresentará o esportivo Esflow no Salão de Genebra

10 fev

Esflow: bólido elétrico para duas pessoas

 A Nissan anunciou hoje (10/2) que apresentará no próximo dia 1º de março, durante a abertura do Salão de Genebra, o seu mais novo produto. Trata-se de um carro-conceito esportivo de propulsão elétrica, ou seja, sem emissão de gases poluentes. A marca nipônica faz questão de enfatizar que o veículo não é uma adaptação de um automóvel com motor à combustão culminando num híbrido e sim, um projeto novo, puramente concebido para ser um bólido elétrico. O Esflow provavelmente deve ter em seu contexto idéias híbridas de dois outros projetos da companhia japonesa: o superesportivo GT-R e o Leaf (outro elétrico da empresa). //// Características – De acordo com a Nissan, o Esflow foi desenhado para comportar apenas duas pessoas. Dois motores elétricos (um para cada roda traseira) formam o conjunto propulsor do bólido que é alimentado por baterias de íons de lítio montadas na parte inferior do carro para uma melhor distribuição de peso. O Esflow, segundo informações técnicas da Nissan, acelera de zero a 100 por hora em menos de 5 segundos e tem autonomia para rodar até 240 quilômetros com apenas uma carga. (Foto: divulgação Nissan)

Às 22:03

Nissan entrega o primeiro Leaf dos EUA

16 dez

Elétrico Leaf ganhando terreno

 A Nissan realizou no último dia 13 de dezembro, a entrega do primeiro modelo 100% elétrico Nissan Leaf na Carolina do Norte, Estados Unidos. Thomas Franklin, um advogado com especialização em energia limpa, foi o primeiro consumidor a receber o modelo na região. A marca nipônica entregará ainda nesta semana os primeiros modelos Leaf a cada um de seus mercados de lançamento como Califórnia, Arizona, Oregon, Seattle e Tennessee. Para marcar a ocasião, a empresa também está doando U$25.000 ao World Wildlife Fund (Fundo Mundial de Proteção aos Animais Selvagens). (Foto: divulgação)

Às 21:20

Nissan Leaf destaca-se em 1º lugar na “Competição Carro do Ano”, importante premiação europeia

30 nov

Leaf: sucesso já rende prêmios

  Pela primeira vez em 47 anos de existência da renomada premiação européia “Competição Carro do Ano” (que tem júri composto por 57 jornalistas automotivos de 23 países) um carro 100% elétrico foi eleito como “o carro europeu do ano 2011”. O Nissan Leaf (veículo com emissão zero) foi o grande vencedor da disputa que tinha como oponentes marcas consagradas como Citroën, Ford, Alfa Romeo, Dacia, Opel/Vauxhall e Volvo. O momento torna-se histórico para a Nissan Co. Ltd., pois a vitória é inédita. O elétrico Leaf derrotou 40 modelos competidores. //// Características >> O Leaf é alimentado com baterias de íons de lítio. Segundo o fabricante, ele atinge 145 km/l e tem autonomia de 160 quilômetros com uma única carga. //// Opinião >> “O júri reconheceu que o Nissan Leaf é uma boa descoberta no universo dos elétricos. Esse modelo é o primeiro carro elétrico que pode competir com áutomóveis convencionais em vários aspectos,” disse Hakan Matson, presidente do júri da competição. Já o presidente e diretor geral da Nissan Motors Co. Ltd., o brasileiro Carlos Ghosn, ressaltou: “Esta premiação reconhece o pioneirismo do Leaf e seu conceito de emissão zero, que compete com carros convencionais em termos de segurança, desempenho, tamanho e condução. A premiação reflete, também, a posição de Nissan como uma marca inovadora e entusiasmada com uma visão clara do futuro do transporte, que nós chamamos mobilidade sustentável”. (Foto: divulgação)