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Às 9:23

De carro por aí!

10 mar

Mudanças e novidades em Genebra >> O Salão de Genebra tem classificação própria dentre estas mostras. É sóbrio e elegante como a cidade, pequeno em suas duas alas e tenta manter caminho de criar moda por tecnologia ou personalização de produtos. Há poucos anos criou pavilhão verde, para saudar os produtos amigáveis ao meio ambiente e mantém atrativo espaço às empresas produtoras de pequenas séries, projetistas, carrozzieres que lá vão expor, vender, conseguir encomendas de séries especiais a montadoras, como fazem a Valmet (que não apenas produz tratores, mas conversíveis BMW), a centenária Bertone em ocaso e nova pequena montadora, a “AC”, resgatando o nome inglês e produzindo (cópia? réplica?) do modelo original do multi copiado esportivo “Cobra”.

Caminho >> Olhar produtos, conversar com executivos das empresas, permitiu algumas conclusões. A mais atrevida é que, apesar de todo o foguetório, promoções, incentivos, os carros híbridos, as soluções paralelas ao uso de combustível fóssil, estão perdendo a corrida para o desenvolvimento dos velhos motores endotérmicos a gasolina e diesel. A regulamentação de emissões, algo não inexistente no Brasil, força a redução do envio de poluentes à atmosfera, a adição de álcool à gasolina europeia; os ganhos técnicos com uso de injeção direta; turbocompressores; comandos variáveis para as válvulas; cilindros que desligam com o motor funcionando…, tudo isso sinaliza que o caminho talvez não esteja apenas na criação de motores elétricos ou sua conjugação com outros, a gasolina ou diesel, mas o aprimoramento destes. Exemplo: atual geração de motores 1.0 com três cilindros e, Peugeot, Citroën, Ford, no uso de turbos em motores pequenos como os VW 1.4, os Ford EcoBooster, os Fiat, Alfa e Lancia 0,85.

  Todo Salão que se preza tem seus bichos-papões. Faz parte. No caso, o mito Ferrari com a F12 Berlinetta, motor dianteiro, 12 cilindros em V, deslocando 6.300 cm³ e produzindo 730 cv a elevadas 8.300 rpm, possivelmente um novo referencial como ronco de motor, vazão de gases, elevadas rotações nas sete marchas do câmbio de dupla embreagem. A tecnologia simplifica os automóveis e neste Ferrari a alavanca de câmbio sumiu! Um computador faz o trabalho. Em poucos anos você ficará em casa e mandará o carro sozinho…, aliás, neste tempo, para que automóvel? Em performance, de zero a 100 km/h em 2,7 segundos, velocidade de pico circa 340 km/h.

Ferrari F 12 Berlinetta, 730 cv a 8.500 rpm!

   Atrações >>

Bentley SUV. Nunca imaginado, mas... para quê?

  Outro extremo do Salão foi protótipo Bentley. Sóbria marca inglesa, ex-metade da Rolls-Royce, hoje Volkswagen, manteve a faceirice com o cupê desenhado por Raul Pires, mas agora apresentou variável, coisa que nenhum inglês submerso em gim conseguiria imaginar: um utilitário esportivo, o EXP – de experimental – 9F. Motorização 12 cilindros em W, 6.0 litros, dois compressores. Diz-se, opção de V8 4.0. Claro, por razões econômicas, plataforma e mecânica desenvolvidas sobre o existente para Porsche Cayenne, VW Touareg e Audi Q7. Nada a ver? Nada, mas venderá a comitivas de sheiks, madames californianas acima da crise, deslumbradas nacionais, ditadores de bom gosto. Quem sabe a rainha da Inglaterra troque seu Range Rover por um destes?

Toyota GT 86: motor de Subaru e tração traseira

   Genebra exibiu cena que tira a inocência dos compradores com afinidade por marca, fidelidade à estrutura mecânica, tipo de motor ou tração. A Subaru apresentou esportivo sem atrevimento estético e sem a famosa tração equilibrada nas quatro rodas, seu conceito e identificação principal. Manteve o motor dianteiro, tirou um pedaço da transmissão, desprezou o diferencial dianteiro e aplicou simplória tração traseira. E a Toyota, associada da outra japonesa, fez o mesmo: recebeu a mecânica da Subaru e aplicou num esportivo, o GT 86. Isto mesmo, Toyota com motor Subaru cilindros opostos, tração traseira.  Porque comprar um ou outro?

  Quem nos interessa diretamente?  O VW UP! Levanta a antena. Será feito aqui e a apresentação de versões mostra seu intento. Na Europa combater o Fiat 500 e outros pequenos. Aqui, focar no Fiat Uno. As novas versões são quatro portas, em duas um pequeno furgão, decoração alegre, divertida. A VW conquistou Lucca De Meo, ex-Fiat, planejador do lançamento do 500, para cuidar do UP!. Motorização nova, bloco em alumínio e muitas aplicações, turbo, injeção direta, harmonizando baixos consumo e emissões. A VW nega quanto ao lugar da produção, conhecido bailado por incentivos e vantagens, época ótima pelas eleições, mas integra o projeto da marca em ser a 1ª do mundo até 2018 e liderar o ascendente mercado do Mercosul faz parte.

VW UP! Mudam os conceitos

    Brasil >>

    Novidade que virá impulsionada pelas exigências de emissões, o Sistema ACT, desativador dos cilindros 2 e 3, está no novo Polo BlueGT. O novo motor 1.4, 16 válvulas, injeção direta e turbo, faz 140 cv, em consumo surpreendente: 4,7 l / 100 km (21,2 km/l). Com a transmissão DSG, 4,5 l / 100 km (22,2 km/l). Vai a 210 km/h e de 0 a 100 km/h em 7,9 s.

Novo Mercedes Classe A: nova tentativa de sedução de jovens

  Relevante como importado, o novo Mercedes Classe A tem missão interessante na Europa e EUA: ser carro de jovem. Aqui a escada tem degraus mais altos, mas a pretensão é a mesma: cooptar os primeiros compradores da marca e concorrer com BMW série 1 e Audi A1.

É outro automóvel, nada a ver com o anterior, abandonando a plataforma-sanduíche, segura, inteligente, mas que fazia usuários se sentir andando numa Kombi pequena. A Mercedes quer cercar interessados com versões em patamares de equipamentos e potência, incluindo uma de sua divisão AMG. Motores 1.6 e 115 cv; 1.8 e 156 cv, e 2.0 com 211 cv. Não será feito no Brasil, pois sua fábrica agora produz caminhões, mas na Alemanha, Hungria e China. O “A”, explica a Mercedes, é de Ataque. Será importado com boas perspectivas depois dos números de venda do Classe B.

Roda-a-Roda >> Mais uma – Resultado do aumento do IPI para veículos importados, outra montadora promete se instalar aqui, a Brasil Montadora, em Linhares (ES). Não é fabricante, mas importador africano, representante das marcas SsangYang, utilitários esportivos; Changan, mini utilitários, antes ditos Chana e Haima.

Pé - Investimentos prometidos em US$ 300 milhões e projeto de produção de 10 mil unidades em 2014. Processo corrido para fincar pé e assim ser considerado ao surgir a legislação que regulará os valores de IPI de quem importa, de quem faz e de quem monta com variados índices de nacionalização.

Caminho – Vendas crescentes nos dois primeiros meses do ano, comparadas com as outras marcas em queda, mostram consistência no projeto Volkswagen em tornar-se líder mundial. Apesar de alemã, a empresa parece acima da crise.

De novo? – Comentários em Genebra sobre o acordo onde GM pagará US$ 2 Bi por 7% das ações da PSA. Questão básica é o desencontro de culturas, que minou negócios assemelhados da Daimler-Chrysler e da mesma GM com a Fiat. Dado importante: a Opel dá o mesmo prejuízo que toda a PSA, e lembraram, usar as capacidades da PSA para fazer Opels, dará em dispensa na Alemanha, na Inglaterra e muita confusão institucional.

Sol - Dia 13 a BMW apresenta o Mini Roadster. É automóvel entre o engraçado e o bonitinho, com capota conversível que parece um boné.

Data – A JAC Motors apresentará seu quarto modelo para o Brasil, J5, sedã 4 portas, que lembra o Honda City e Civic. Apresentação em Salvador (BA), em reverência aos incentivos estaduais. Data 19 coincide com o Dia J, em 2011, de apresentação da marca e inauguração de 50 revendas. Algumas já fecharam.

Relógio – Não fará simbólica fixação de pedra fundamental. Assincronismo de hábitos e horários entre paulistas e baianos.

Mercado – Levantamento pelo atualmente muito bom caderno de veículos da Folha de São Paulo, indica três anos de uso como melhor momento econômico para venda de carro que rodam em média 1.200 quilômetros ao mês. Antes o valor cai muito. Depois, começam os problemas de manutenção.

… 2 – Palpitologia, melhor mês para comprar carros de menor preço é o início do ano, quando o comprador não consegue pagar prestação mais as contas do fim de ano, mais matrículas, mais material escolar, mais IPTU, mais IPVA…

Bolinhas – Seguindo outras montadoras, patrocinadora de bolinhas, a JAC Motors apoiará o Rugby, aquele futebol norte-americano.

Antigos – Confirmada 3ª edição do Expo Auto Argentino, encontro de antigos nacionais da Argentina. Será em Francisco Álvarez, a 50 quilômetros de Buenos Aires. Foca preservar e divulgar com orgulho a engenharia e iniciativas argentinas, mesma direção do brasiliense Carro do Brasil, há 10 anos: o orgulho pela nacionalidade. Mais? http://www.autohistoria.com.ar/

Museu – Em meio ao tumulto pelo despejo e conseqüente fechamento do Museu Nacional do Automóvel, em Brasília, uma surpresa: a Advocacia Geral da União pediu prazo em juízo para um projeto de mudança. Não se sabe o que será, mas pelo menos por pequeno prazo adia-se o tentado despejo com violência.

Inexplicável - A motivação oficial dos advogados públicos pagos por mim, por você, por nós, é fechar o Museu e, em seu bem cuidado espaço, mudar, do Rio para Brasília, o arquivo morto de órgão extinto, a ex-Rede Ferroviária, guardado no RJ onde o Ministério dos Transportes tem prédios ociosos. Os advogados pagos pela sociedade querem solução contra a sociedade.

Gente – Carlos Alberto Santa-Cruz, 45, nova praia. Presidente da PPG, multi de tintas. Era gerente-geral de Fitas e Adesivos 3M OOOO (Roberto Nasser / Fotos: divulgação)

Às 20:00

Fiesta ST, compacto da Ford com 180 cv volta à tona em versão 2013

7 mar

Bonita máquina vem com o moderno motor 1.6 EcoBoost: potência máxima é de 180 cv

A Ford apresenta durante o Salão de Genebra 2012 a sua nova versão do New Fiesta hatch. O esportivo de alta performance denominado de “ST” ostenta 180 cavalos de potência e aproximados 24 kgf.m de torque. Dados da fábrica indicam que sua aceleração de 0 a 100 km/h é feita em 7 segundos e a velocidade máxima ultrapassa os 220 km/h.

Mesmo com alto potencial de compra, Brasil não deverá receber o modelo

Melhoramentos >> Mostrado na versão final de produção que será lançada na Europa em 2013, o modelo vem com o motor 1.6 EcoBoost, equipado com tecnologia que traz também uma redução de 20% nas emissões de CO2 em comparação ao modelo anterior. Na opinião da Ford, o novo Fiesta ST é um modelo muito aguardado pelos consumidores europeus desde que a sua última versão saiu do mercado, em 2008. Ao lado do novo Focus ST, ele forma a linha de carros de alta performance com preços acessíveis oferecida pela Ford na Europa, trazendo uma combinação interessante de design, desempenho e praticidade.

Modelo saiu de cena em 2008 e retorna agora após algumas modernizações

O Fiesta ST de nova geração leva o desempenho do New Fiesta a um novo patamar de esportividade e oferece soluções vindas das pistas de corrida para as ruas, num desenvolvimento do time de rali da Ford com a equipe de engenheiros da marca. (Fotos: divulgação)

Às 7:31

Land Rover apresentará em Genebra o ´conceito´Evoque conversível

25 fev

  

Nissan Murano CrossCabriolet deverá ser o concorrente direto do Evoque

  Agora em março de 2012, no Salão de Genebra, a Land Rover deverá apresentar uma versão conversível do belo Range Rover Evoque.

Carro-conceito inglês será mostrado em semanas, no Salão de Genebra

  Como é bastante comum nesse tipo de evento, a marca inglesa irá mostrar o carro-conceito apenas com o intuito de sentir o entusiasmo, a aceitação (ou não) do público perante a ideia de se comprar um utilitário de luxo com essa configuração.

Passeio de luxo a céu aberto para até 4 ocupantes

  Como é possível se ver nas fotos, o traçado original do carro está mantido e o teto móvel esconde-se lá no porta-malas. O Range Rover Evoque, além do lindo design, tem conquistado leigos e também jornalistas especializados em todo o mundo pelo bom conjunto tecnológico que oferece. O sistema “Terrain Response” que facilita a reconfiguração de freios, suspensões, tração e aceleração é um dos atrativos do carro.

Inegavelmente, versão conversível ficou muito bonita e ´limpa´

   Outro detalhe é o leque de câmeras (5 no total) que possibilita ao condutor uma visão externa de 360 graus no momento de estacionar. E aí, aprovado ou não? (Fotos: divulgação Land Rover)

Às 13:36

Salão de Genebra: verde e otimista

3 mar

Mercedes SLS: destaque na Suíça

Mercedes SLS: destaque na Suíça

Realizado na independente Genebra, contraforte dos Alpes, é bom negócio, na 80ª edição, exibe o retrato do reinício pela demanda. Suave, mas demanda inversora do sinal dos gráficos, e a temperatura externa de 3 graus centígrados nada tinha a ver com o clima interno. Há interesse local, com muitos vendedores de livros, miniaturas, automobília, restaurantes. E uma volta aos bons dias. Trava-se luta por espaços e atenções. Muito a exibir, observar, mas pouco o tempo aos expositores. Mantém a receita, mas com menores gastos, reduzido número de recepcionistas, e o material de divulgação, foi trocado. Nada de folhetos ricamente coloridos, mas cartõezinhos com link eletrônico. Sinal dos tempos. //// Ao contrário dos salões de impacto (Detroit, Frankfurt e Paris), Genebra exibe a face de elegância do mundo do automóvel, marcada pelos “carrozziere”, pequenas marcas, carrocerias especiais, transformadores e preparadores de veículos, exibindo, por si só, o refinamento construtivo, a pequena produção personalista. E reflete a verdade do ano: 2010 marcará a decisão para a mudança ao uso menos poluente dos automóveis. Claro, acelerando para distanciar-se dos eflúvios da crise norte americana, e seguir a nova receita de eco-sobrevivência, exibir veículos com menores emissões – conseqüência de menor consumo, menor porte e capazes de usar combustíveis não petrolíferos, seja por tração exclusivamente elétrica, seja com mescla de líquidos renováveis, como etanol, biodiesel. Desde o ano passado o antigo “Hall 3” passou a ser chamado Green (verde) Pavillion, e as novidades de um futuro indesviável. Sinalizam o futuro, mas com qual combustível chegar a ele, é a questão. //// Ecologia – Atira-se a esmo com os novos lançamentos, como o renascimento do automóvel, um século após, quando se comprava aquele charmoso brinquedo e não se sabia, com positividade, como e se iria funcionar. Hoje há procedimentos assemelhados, com a mistura e as opções variadas para poupar energia. Das situações de evolução, como motores de menor consumo e emissões, que desligam cilindros quando não são solicitados, também nos sinais ou ao pisar o pedal do freio, gerando energia para a bateria nas frenagens. E as revoluções: elétricos; gasolina + elétrico; diesel + elétrico; gerador de hidrogênio. Qual o futuro? Como veículos da dúvida a Chevrolet voltou a apresentar o sedã Volt, também base da proposta, o Citroën Survolt, atrativo em suas linhas esportivas (demasiadamente esportivas para entrar em produção). Renault, com passos, acordos com cidades e promessa de quatro modelos elétricos em produção industrial até 2012. A Mercedes manteve o caminho do diesel econômico e motor elétrico, subindo a proposta para o intermediário sedã E 300. //// Na prática – Dos veículos palpáveis, muitas novidades de possível convívio no mercado nacional, como o interessantíssimo SLS, esportivo fabricado pela AMG, braço esportivo da Mercedes-Benz. Chassis e carroceria em alumínio, inspirado no mítico SL 300, o Asa-de-Gaivota pelas portas abrindo para cima, tem feliz identificação, diferindo levemente na traseira. Dentro do processo de ´down sizing´, a redução de tamanho, peso, consumo e emissões, deixou de lado o volumoso V8 de 6.3 litros e desenvolveu outro, 5.7, com dois turbo alimentadores, e 541 cv de potência. Faz, acredite: quase 10 km/litro. Será o carro madrinha das provas de Fórmula 1, lançamento em setembro. Na marca é o lançamento do “E”, que no caso brasileiro será o “E 350 Cabrio”, conversível muito interessante para quatro pessoas e para uso durante todo o ano, independentemente de chuva ou neve. É bem vedado, possui capota à prova de intempéries, e adjutórios de aerodinâmica, permitindo andar sem despentear os cabelos. Na Europa, motores diesel. Aqui, a gasoalcool na versão 350, transmissão automática. //// Kia apresentou o novo Sportage, com garantia de 7 anos. Carroceria mais atualizada, linhas com inspiração aerodinâmica, idem para o novo-de-novo Toyota RAV4, agora sem estepe externo e grande como um Sportage – o volume tirou-lhes o charme. Ford com station wagon (camionete sobre o Focus) factível para o Brasil se o mercado latino americano reagir nas vendas. O Duster Dacia (marca barata da Renault) é o Sandero em versão utilitário esportivo, em preparação no Brasil. Com um pé acima dos projetos, o Mitsubishi ASX, compacto crossover em estudos para produção nacional. //// Nos automóveis, BMW série 5, Audi A1 – muito bem acertado, lembrando o conceito dos Mini e, na Alfa o sinal de futuro: Giulietta substituindo o antigo 147. Maior, no segmento C, para competir com Golf, Audi A3. Plataforma nova, do 147 aproveita a estrutura dos bancos dianteiros. Suzuki continua esticando seus modelos, e o sedã Kizashi, Volvo com o novo S60, com inovador sistema que, em caso de acidente eleva o capô pouco antes para amenizar choque e danos. //// Do insólito, um novo esportivo australiano Bufori; a Valmet, para nós apenas fábrica de tratores, assumindo oficialmente seu lado de construtor de automóveis para terceiros – como Porsche os esportivos elétricos Karma; a Bertone querendo fazer-se lembrar após 80 anos de história e a briga familiar em que se meteu exibindo futurístico – e de improvável produção; e a volta da prestigiosa marca Hispano-Suiza. Agora nem espanhola nem suíça, mas alemã com seu esportivo a 750 mil euros – uns R$ 3M. //// Para o futuro que pode nos atingir, o novo motor 2 cilindros, verticais, 900 cm³, da FPT. Na Itália moverá o Fiat 500 e, diziam, o Alfa Giulietta. O motor tem dois cilindros, dois comandos de válvulas, eixo contra-rotante para equilibrar vibrações, cabeçote Multi Air, 875 cm³, produz 65 cv aspirado, 85 ou 105 com turbo. Vantagem, enorme torque 14,5 kgf.m com 90% a 2.000 rpm. É o primeiro do caminho dos motores menores e disposição de fornecimento mundial. Chegará aqui. //// Tempos mudam e, embora não tenhamos consciência disto e por perdermos a oportunidade de liderar o mundo com os combustíveis alternativos, sofreremos, embora com defasagem, as conseqüências mundiais da alteração de exigências. Hoje na Europa o número buscado pelos compradores não é mais a potência ou “cavalagem”, mas quanto às emissões. Nossas instituições e nossas montadoras andam a reboque. (R.Nasser/Foto: divulgação)