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Às 18:18

Na selva sul americana, vale tudo contra o consumidor

21 jan

   

Argentina: manobras incomuns nas exportações e importações de veículos

 Para equilibrar sua balança comercial na rubrica automóveis, no ano passado a Argentina exigiu a montadoras e importadores que exportassem produtos locais no mesmo montante das importações. Como as autopeças e acessórios do vizinho país nem sempre atendem às exigências de qualidade das marcas ali vendidas, valeu tudo. As empresas automobilísticas passarão a exportar couros, vinho, óleo de soja, azeitonas e o que mais factível for, independentemente da falta de simetria entre tais produtos e os automóveis. Na prática uma definição comercial do dia, mas exibiu defeito execrado por investidores: a instabilidade jurídica. (Isto definiu a vinda da fábrica da BMW para cá, apesar de todos os explícitos e históricos amores comerciais entre Argentina e Alemanha).

    O Brasil quis fazer melhor, tentando vender a imagem da sobriedade legal, preservando a embaçada imagem do Supremo Tribunal Federal: protegeu os amigos, montadoras aqui instaladas, aplicando 30 pontos percentuais aos 35% do Imposto de Importação aos veículos vindos extra México e Mercosul. Na prática, marcha a ré de décadas no processo e no saber industrial, para que veículos sejam importados em partes para ser montado aqui com agregações cosméticas. Vamos desaprender a fazer auto peças e automóveis. O curto e médio prazos punem o consumidor ao afastar os carros estrangeiros, melhor equipados e que poderiam concorrer em preço com os nacionais simplificados. E, a longo nos condena a ter produtos superados, feitos apenas para os mercados periféricos, os mesmos do Mercosul e México. A Argentina, insatisfeita, deu outro passo, criando imposto adicional para punir o sucesso ou a vontade do consumidor, ao estabelecer que carros de luxo pagarão imposto sobre imposto. Como toda violência, faz-se para impor a vontade do poder. Assim, publicado aos 6 de janeiro, grosseiramente retroagia ao dia 1º, e o cálculo para saber se é luxo ou não, faz-se por preço – não por conteúdo ou valor final, mas pela simplória referencia numérica antes da margem do revendedor e do IVA, Imposto sobre Valor Agregado, que lá substitui e é menor que os nossos feéricos e injustificáveis IPI, ICMS, PIS, Cofins. Assim, os veículos com preço líquido, superior a 150 mil pesos (uns R$ 65 mil) tem adicional entre 10% para motores a gasolina, e 12,5% para os diesel (lá automóveis podem utilizá-lo). A justificativa oficial era incidir apenas sobre importados. Mas o Governo passa o rodo. Como exemplo, os argentinos Toyota SW4 foram atingidos pelo imposto exponencial. Versão de entrada, de 243 mil pesos (uns R$ 100 mil) foi a 293 mil pesos (R$ 121 mil), aumento de 20%. Versão superior cresceu 29%. A mágica besta é que, lá como cá, os impostos domésticos e a margem do concessionário incidem sobre a nova base, o imposto sobe imposto, tecnologia brasileira absorvida pelos argentinos. Em governo terceiro mundista, é muito tênue a linha de dúvida, separando o desconhecimento específico das grosserias do poder, plantando a dúvida entre a ignorância e a mentira oficial. (Roberto Nasser / Foto: divulgação)

Às 12:46

Blindagem de veículos cresceu 8,39% este ano. Nordeste começa a aparecer nas estatísticas

11 set

Violência urbana tem favorecido os negócios do setor

O medo e a crescente violência urbana foram os grandes responsáveis por manter o segmento de blindagem automotiva em alta no país no primeiro semestre de 2011. De acordo com levantamento da Associação Brasileira de Blindagem (ABRABLIN), 3.720 veículos receberam esse tipo de proteção nos primeiros seis meses do ano, um aumento de 8,39% na comparação com o mesmo período do ano passado, quando 3.432 carros foram blindados. A blindagem mais praticada no mercado é a de Nível III-A, que suporta até tiros de pistolas 9 mm e revólveres “.44” Magnum. “Esse nível de proteção é o mais adequado à atual realidade enfrentada nos grandes centros, pois garante proteção contra as maiores ameaças de armas curtas de fogo (revólveres, pistolas e submetralhadoras) em mãos da criminalidade”, explica Christian Conde, presidente da associação. No ranking dos Estados, São Paulo concentra 80% dos carros blindados do Brasil. Essa liderança é devida tanto à concentração da maior frota de veículos como pelo aumento da criminalidade. De acordo com a Secretaria de Segurança Pública de SP, os casos de latrocínio (roubo seguido de morte) registraram crescimento de 12% na comparação entre os mesmos períodos, assim como o de roubo de carros, que teve alta de 9,77% (de 34.301 para 37.652 motoristas assaltados).

O Rio de Janeiro vem em segundo lugar, com 10%, seguido por Pernambuco e Paraná, com 2% cada. Os outros 6% desse universo blindado estão distribuídos entre os Estados da Bahia, Ceará, Goiás, Minas Gerais, Pará, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. “O setor tem passado por uma descentralização. Estados do nordeste, por exemplo, que antes não constavam nas estatísticas da entidade, passaram a ter participação, assim como os Estados que compõem a região Sul do país. Esses dados mostram que a violência extrapolou os grandes centros urbanos e que a sensação de insegurança está instalada nas mais diversas regiões brasileiras”, conclui Conde.

A pesquisa da entidade também revela o perfil do usuário de blindagem no primeiro semestre do ano. A maioria (65%) continua sendo composta pelo sexo masculino. Desse universo, 22% estão na faixa etária entre 50 e 59 anos. Já com relação às mulheres usuárias da proteção balística (35%), a maior parcela, ou 30%, está na faixa de 40 a 49 anos. Do universo total dos usuários, 85% são executivos e empresários; 3%, artistas e cantores; 3%, juízes de direito; 2%, políticos; outras ocupações (7%) completam o perfil. (Foto: divulgação)

Às 11:18

Automóveis – O que queremos: mercado ou produção?

21 jul

A coerente Argentina exige industrialização local: inteligência governamental

Dúvida dos consumidores assumida por jornalistas especializados, em visões opostas, ocupam a mídia nos últimos dias: o carro nacional é caro? E é pelos elevados impostos e no Custo Brasil? Certo para quem marcou as duas respostas. O veículo nacional é caro, muito caro relativamente ao que é e ao que contém. Maioria dos exemplos não escapa da combinação de três itens: plataforma antiga, carroceria idem, motor defasado. Às vezes, mudança nas latas, saudada pela imprensa de visão tópica como novo produto, caso do GM Agile, feito sobre o Corsa de 1994.

Projetos mais novos disparam nos preços, como, por citar, os Honda Fit e City. Mas há exemplos outros, como o Ford EcoSport, avaliado como detentor do maior lucro líquido dentre os nacionais, ou o inexplicável pulo de preço do Ford Focus – R$ 10 mil, 25% sobre a tabela anterior. A carga tributária nacional é elevada, escorchante, e não-sonegador paga 5 meses de trabalho em impostos para – não – receber a educação, a saúde e a segurança garantidas por não cumprida lei. Nos veículos, pesada: 27,1% para o carro 1.0; em torno de 30% para a faixa entre 1.0 e 2.0; e cerca de 35% para maiores cilindradas. Alega-se, também, que os penduricalhos sociais dobram as folhas de pagamento, tornam cara a mão de obra nacional. Tudo ponderável na comparação com outros países. Porém, qualquer seja o método de avaliação físico – conteúdo, peso, medidas, cilindrada – o nacional é caro. Qual a explicação? Você. Você paga e não reclama de restaurantes, automóveis, diária de hotel, até dos sanduíches do McDonalds, aqui, um dos mais caros e lucrativos do mundo. É característica do consumidor local. No caso do automóvel, a abertura dos portos, há 20 anos, provocou concorrência e ganhos. Para lembrar, do guincho plataforma, socorro imediato, carro reserva, aumento das garantias, ao conteúdo de segurança. Sem influência sobre preços, pois as importações ocorriam nas faixas dos modelos superiores, e os importadores optaram por vender pouco e ganhar muito, com elevado lucro unitário. O Governo Federal surdo, cego, manteve o irreal imposto alfandegário de 35% – uma taxa de proteção à incompetência local. Na prática, sem concorrência não se instiga ganho de produtividade, qualidade ou preço nos carros de menor preço, quase total do mercado. E assim todos viviam felizes. Montadoras com carros superados ganhando muito, importadoras, idem, concessionários, governos. Quem pode consertar isto? Você. Proteste, pare de comprar durante três meses e verá governos montando câmaras setoriais, audiências públicas para baixar preço e reengatar a economia.

Organizador da General Motors, há 80 anos, início de seu caminho de ganhos, antes que a empáfia intoxicasse todos os níveis da companhia, levando-a à humilhação do salvamento com dinheiro de impostos e ao apequenamento, Alfred P.Sloan dizia: preço justo é o máximo que o cliente concorda em pagar. Assim, só é caro se você não pagar. Pior: caro ou barato são medidas etéreas, temporais, opção do consumidor por gastar ou não, situação passageira. Mas há dado perigoso neste cenário: a desnacionalização. No implantar da indústria automobilística, condição básica era nacionalizar os produtos. Elevado percentual de componentes significa investimento, desenvolvimento de tecnologia, poupança de divisas e, pelo lado da paz social, emprego, renda, consumo, recolhimento de impostos. De anos para cá, globalizou-se o processo. Em lugar fazer aqui, importam-se coisas completas: motores, transmissões, eletrônica, sistemas. Assim, o mercado não é colorido apenas pelos carros importados – que devem existir para forçar concorrência e melhorias nos locais. O perigo está na desindustrialização, na redução das operações industriais nas fábricas, com ações simplórias, de aparafusar ou prender componentes importados. Não há obrigação de conteúdo nacional, exceto aos negociados no Mercosul. Desnacionalização extingue empregos locais e cria-os nos países exportadores. Para lembrar, há pouco tempo, o caminhãozinho Hyundai feito pela Caoa em Anápolis (GO), – gerando descontos exponenciais para importação dos veículos coreanos – tinha importado até o ar dos pneus. Fabricação eram a solda e pintura em partes importadas de chassi e cabine; parafusamento ou encaixe dos itens importados. A desobrigação e o tamanho do mercado nacional relativamente aos países com os quais temos acordos comerciais de isenção alfandegária, permitem montar fábricas no Mercosul ou no México para exportar ao Brasil, metade do mercado do continente sul. Conseqüência malévola, redução de empregos, emburrecimento da engenharia nacional, fim de desenvolvimento, exportação de divisas. Preço elevado o consumidor resolve fechando o bolso. Desnacionalização e marcha a ré tecnológica só com regras pelo Governo Federal. O Brasil, 4º mercado mundial, nada faz. A Argentina, 1/6 do mercado brasileiro, dá exemplo: exige 75% de custos nacionais – levará fábricas de auto-peças e sistemas daqui para lá. (Roberto Nasser / Foto: divulgação)

Às 19:58

GPS – Curtas quentinhas

2 jul

...

Força – Gostas da Ranger? Então confira um vídeo dessa nova picape da Ford arrastando uma locomotiva: O link é do You Tube: http://www.youtube.com/watch?v=jifReYvzGzc

Curtíssimas pelo mundo – Suzuki opta por motor 1.6 diesel Fiat Powertrain para equipar um novo veículo. //// Toyota deve aumentar produção em 40% para atender a demanda indiana. //// Ford expande sua produção de motores de caminhão na África do Sul. //// Tsunami japonês deve atrasar lançamento do Honda New Civic 2012 no Brasil. //// Plano “Power Nissan 88″ fará marca nipônica crescer nos próximos 6 anos.

Descaso 1 – Confesso que não me sinto feliz em abrir a boca aqui nesse espaço para escancarar as mazelas da amada Alagoas, mas… é impossível ficar calado. Uma terra que se propõe em ao menos manter o mínimo de vocação e aproveitamento turístico em funcionamento, não pode ter estradas tão miseráveis. Aventurei-me num encontro familiar pelo litoral norte. Deslocar-se à noite (como fiz) entre Maceió e Barra de Santo Antônio é meio suicídio. Não vá. Não há placas sinalizadoras, a iluminação é precária, há muitos (muitíssimos!) buracos, inúmeros quebra-molas e o mato está invadindo o acostamento. Isso é uma vergonha tamanho GG, brincadeira de mau gosto à quem paga impostos. Típica armadilha “espanta turista” que vem, encontra uma paisagem incrível, mas a moldura do quadro… é a assinatura do descaso. Tenha cuidado com a perigosa AL 101 norte.

Descaso 2 – Todo mundo vê, sabe e ignora. Virou moda em Alagoas: jovens em “fim de festa” (ainda existe esse termo?) após as “baladas” encostam seus carros em postos de gasolina (principalmente na Ponta-Verde, Pajuçara e Jatiúca) para encher a cara de cerveja, fumar e escutar música brega. Nada contra a quem quer destruir os pulmões e os ouvidos, mas essa é mais uma febre Caeté que não respeita a lei. Dirigir depois de beber (ou enquanto se bebe!) é crime sujeito à multa e prisão.

Ninguém merece – Alagoas não está bem. Nos últimos anos assiste-se a um empaque cultural nesse Estado. Pesquisa internacional: um jovem argentino entre 18 e 25 anos lê, em média, 1,2 livros por mês. No Brasil… esqueça. Ainda há uma “Argentina” inteira (cerca de 35 milhões) de analfabetos crus, sem contar os analfabetos funcionais que sabem ler, mas não conseguem interpretar uma linha sequer. Na mesma faixa etária, um brasileiro não lê (sequer) 1 livro ao ano!

E o pior – Os mesmos pais que não fiscalizam seus filhos enchendo a cara de álcool para depois saírem por aí dirigindo carros, fazem vista grossa nos boletins escolares das crias ineptas por pena ou, simplesmente pra se livrar do peso que ocorre no esforço por uma boa educação.

É o país – Do voto comprado, da Justiça lenta, do desperdício de dinheiro público, da corrupção, da cultura do “jeitinho”, do chegar atrasado e agora, do trânsito bêbado. Uma vergonha. E há quem fale mal do Rio de Janeiro, mas a capital fluminense é a cidade que mais exige teste do bafômetro em ´blitzes´. Isso aqui acabou em Alagoas. Aliás: alguém daqui já fez (ou viu) algum teste do bafômetro em Maceió?

Prêmio – A Marcopolo conquistou o Prêmio Exportação RS, concedido anualmente pela ADVB/RS (Associação dos Dirigentes de Marketing e Vendas do Brasil), na categoria “Trajetória Exportadora Master”. A empresa será agraciada pelo crescente fornecimento para o mercado externo, como o realizado no ano passado para a Copa do Mundo de Futebol, na África do Sul. Em sua 39º edição, o Prêmio Exportação RS destaca e reconhece as empresas que tiveram melhor desempenho no mercado internacional, com o objetivo de estimular as práticas empresariais em busca do crescimento econômico nacional.

Às 14:00

Ah… como o Rio de Janeiro era (mais) lindo…

29 jun

Rio de Janeiro, anos 60: carrinhos coloridos e muito mais vida

Nesta foto (enviada pelo amigo internauta, Nélson Pires de Almeida), um exemplo claro de como as coisas eram mais bonitas e poéticas antigamente. Neste clique sensacional dos anos 1960, vemos as famosas Praias do Arpoador, Ipanema e Leblon (ao fundo) lotadas de vida. Sol espetacular, céu brilhante e, claro, dezenas de carros coloridos. Que coisa sem graça essa ditadura do preto e prata (e agora, branco), não?

Às 11:33

Que tipo de carro é o seu amor?

13 jun

Do amor? Nada (e tudo) se espera. Tudo (e nada) vem...

Perdestes aquilo que considerava ser um grande amor? Calma: pode ter sido apenas um momento de dependência afetiva. A paixão e o desejo de estar grudado o tempo inteiro tendem a diminuir com o passar do tempo. Com o amor é diferente: a paciência e a vontade (que o processo dê certo) precisam de uma construção mais séria.

Os orientais pregam três coisas que podem nos livrar de muito sofrimento: ter consciência da nossa finitude; ser inteligente para desfrutar o dia de hoje e (o mais difícil); não dar à alguma pessoa o poder de nos fazer felizes ou tristes.
A matemática do amor parece ter um milhão de regras e, ao mesmo tempo, nenhuma. Difícil saber qual fórmula poderá (ou não) funcionar na nossa próxima relação afetiva. Vi meu pai (durante a vida inteira) fazer declarações de amor à minha mãe com elogios apaixonados e presentes acompanhados de lindos cartões. Esta foi a sua maneira de construir e manter o seu projeto de amor. Conseguiu, pois foi retribuído e nunca se achou ridículo em fazê-lo.

No liquidificador afetivo contém desejos, sonhos, disputas e interesses (emocionais e materiais, não se engane). Há quem ame em paz e há os que insistem nos amores tipo “jogo de tênis”, onde sempre há um perdedor e, consequentemente, um ganhador. Esse tipo de amor não presta. Certa vez recebi e-mail (aparentemente bobo) que me ensinou uma coisa linda: amor bom é amor “frescobol”, onde diverte-se o dia inteiro com um final, no mínimo, agradável para ambas as partes, sem placar ou pódio com sorrisos e derrotas. Imagino que não haja maior exemplo de bom amor do que esse.

Se o seu projeto amoroso desabou, agradeça a Deus por não estar passando em branco pela vida, reflita os erros, sacuda a poeira e busque uma nova perspectiva. Ame-se em primeiro lugar para poder dividir o seu melhor estado com alguém que te faça feliz, sem te causar terremotos internos ou fazer você ‘pisar em ovos’. Se houver borboletas geladas a agitar o seu estômago, que seja por um momento digno, de atenção mútua. Se não for assim, pule fora!

Outra coisa boa a se fazer: imagine o seu (possível) amor como se ele fosse um carro. Como ele é? Novo, que exige pouca manutenção e, apesar de não ser ‘top de linha’, é acessível e nunca te deixou na mão? É antigo, cheio de coisas a fazer, que demandará uma fortuna na restauração e que somente será usado nos finais de semana? Ele merece esse investimento? Por acaso é veloz demais que, apesar de potente, assusta e chega muito rápido ao “destino”? É confortável, anda em todo tipo de estrada e não faz cara feia por bobagem? Se por ventura tens alguém atualmente, aproveite bem esse test-drive ou (porquê não?) realize vários outros para chegar, enfim, à uma boa decisão, afinal de contas, vários modelos novos surgem todos os dias. Se as coisas não estão bem, até emagreça de tanto chorar, mas não perca a compostura sendo patético em busca de migalhas de amor de quem quer que seja.

E tem mais: as pessoas possuem níveis de exigência diferentes. Isso vale para se comprar tomate na feira e também para escolher parceiros, daí, mesmo que isso venha ferir a tua alma, infelizmente, o seu tipo pode não ser o mais interessante para aquela(e) gata(o) estonteante. Cuide bem do seu amor com muito respeito. Mulheres inteligentes gostam disso. As burras não se contentam nem com uma montanha de ouro. Homens inteligentes adoram ser valorizados e compensam isso com trabalho duro, carinho e proteção. Os burros traem sem motivo. Paire acima de qualquer submissão afetiva, seja amando ou detestando. E tente ser feliz. (Imagem: clipart Ultrad)

Às 12:52

Preço do álcool eleva inflação do carro a 2,3% no ano

16 mar

Álcool varia de preço geralmente no início e fim de cada ano

 Segundo dados da Agência AutoInforme, em apenas dois meses a ´Inflação do Carro´ atingiu 2,3%, com alta em fevereiro de 1,44%. O alto índice, no entanto, não é resultado de aumento generalizado do custo para o motorista manter o carro e fazer a manutenção preventiva, mas sim uma distorção do preço do álcool, que ocorre no fim e no início de cada ano. O alinhamento de direção e o estacionamento (por duas horas) foram os itens que mais subiram de preço em fevereiro depois do álcool. (Em tempo: estacionar no centro de Maceió está muito mais caro. Agora custa R$ 5,00. Frase de duplo sentido: aonde vamos parar?)

Às 21:40

Lombadas: os calombos assassinos!

4 mar

Absurdo no meio da ladeira que leva à Av.Rotary

Hoje (4/3) a cidade de Maceió - mais especificamente nas avenidas Muniz Falcão e Av.Rotary, que se interligam - ganhou três novas lombadas (ou quebra-molas, como queira). Uma delas (absurdamente!) construída na junção inferior de uma ladeira que, desde o meu tempo de menino, sempre foi perigosa. Nada melhor do que a citação do veterano jornalista Bob Sharp, lá de São Paulo, para definir o que é uma lombada. Eis a pérola: “É um recurso burro e antinatural para reduzir a velocidade do tráfego”.

            “Quebra-molas”, “ondulação transversal” ou “lombada”, não importa o nome, todos são verdadeiros obstáculos que causam acidentes e atrasam o fluxo. Aqui no Brasil essa brincadeira de mau gosto começou nos anos 80, quando o então Prefeito de Curitiba, Jayme Lerner, lotou aquela cidade com esses nefastos calombos que, inclusive, aumentam a poluição, já que os veículos têm que voltar a acelerar após passar sobre as lombadas.

              Esse recurso (utilizado a esmo por Prefeituras e órgãos de trânsito) de todo Brasil foi proibido pelo novo Código de Trânsito, mas ainda permanece por causa de uma resolução do Contran ocorrida logo em seguida à esta proibição, no final dos anos 90. E, como muitas idéias importadas (sem regras) pelo Brasil, a lombada não virou exceção. Na Alemanha ou Nos Estados Unidos também existem lombadas, só que as especificações técnicas das que são feitas por lá são milimetricamente levadas a sério. Aqui, encosta-se uma usina móvel de asfalto e o tratorista faz um calombo (mais ou menos) do tamanho “correto”. Coisa que só o ´olhômetro´ nacional pode aferir…

             Pois bem, as lombadas eletrônicas (causadoras de tantas confusões por indícios de furtos nas chamadas “indústrias de multas”) seriam a melhor opção para uma redução de velocidade em áreas de risco, como a rua de uma escola ou de um asilo de idosos, por exemplo. Desnivelar o piso por onde anda o automóvel pode ser um perigo mortal. Como relembrou o amigo Bob Sharp, no dia 11 de outubro de 2001 (um antes do Dia das Crianças), São Paulo viveu uma tragédia que envolveu o atropelamento de 10 crianças, causando duas mortes e muito estrago físico e emocional. A causa? Um carro desgovernado após passar por uma lombada! Além de travar o fluxo, a altura de uma lombada exige que os nossos carros sejam mais altos. Suspensão elevada significa menor estabilidade e maior resistência da carroceria ao arrasto aerodinâmico, culminando em perigo e alto consumo de combustível. Outra louca conseqüência de uma lombada é o sofrimento extra que um doente ou acidentado sendo transportado numa ambulância, passa ao topar com essa incongruente edificação. Elas aumentam o desgaste das pastilhas de freio, quebram amortecedores, desalinham o sistema de direção, atrasam o trânsito e ainda causam (ao menos aqui em Alagoas), desequilíbrio social. Qualquer comunidade que se sinta incomodada com o trânsito, imediatamente fecha a rua e exige “a solução das soluções”: a lombada!

             Lombada de asfalto é sinônimo de perigo e problema. Antes as eletrônicas, recalibradas para um máximo de 80 por hora. Contabilize aí uma perda de 50% causada pela lerdeza da maioria dos motoristas e aí teríamos um fluxo reduzido a 40 km/h em qualquer lugar, de um jeito mais civilizado, calmo e não tão irracional. Abaixo as corcovas! (Foto: FBA)

Às 2:41

Com os pés descalços, dentro da lei

14 jan

Artigo 252 – Famosa marca nacional de sandálias de borracha, em sua mais recente propaganda na TV faz menção ao Artigo 252 do Código de Trânsito Brasileiro. O bem informado personagem que faz o papel de um guarda de trânsito multa o condutor por usar “calçado que não se firme nos pés ou que comprometa a utilização dos pedais”. Isso é o que diz o inciso “IV” desse artigo. //// Está certo? – Certíssimo. O nosso glorioso Código de Trânsito não faz observação contrária alguma a respeito disso, portanto, (absurdamente) pela lei é permitido conduzir qualquer veículo automotor em cidades ou estradas com os pés descalços! A multa só cabe se o motorista estiver guiando com sandálias que não tenham as tiras presas atrás dos calcanhares. //// Pode? – Claro que pode. Esse Artigo 252 é o mesmo que proíbe o uso de celulares ao volante, o que – assim como os pés calçados em sandálias não apropriadas – constitui-se numa infração média. O impressionante disso tudo é que as autoridades não prestam atenção nos acidentes seguidos de invalidez de motoqueiros que, por exemplo, têm parte dos pés decepados e são forçados a se aposentar passando a viver às nossas custas, ampliando despesas do INSS em milhões e milhões todos os anos. Ô País difícil de entender…

Às 19:45

Carrinho Solidário 2010: participe e faça uma criança feliz!

17 dez

Campanha começou em 2008

 Se ainda não fez a sua doação, faça agora! A campanha Carrinho Solidário 2010 está na sua reta final. Doe brinquedos para as crianças carentes da Creche Leda Collor de Mello. São 97 crianças (entre meninos e meninas) de dois a cinco anos. Você pode deixar o seu presente no Balcão de Classificados Gazeta (piso térreo do antigo Shopping Iguatemi) ou na própria sede da empresa, na Rua Aristeu de Andrade, 355, bairro do Farol, aos cuidados de D.Nilda ou D.Renilda (setor comercial da Gazeta de Alagoas).