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Às 16:18

VW convoca proprietários de SpaceFox para sanar defeito no cinto de segurança

30 jan

A Volkswagen divulgou nota hoje (30/1) convocando os proprietários do modelo SpaceFox (identificado abaixo pelas numerações de chassis/ano modelo) a comparecerem a uma concessionária da marca para inspeção e eventual substituição dos cintos de segurança laterais do banco traseiro. Segundo a empresa germânica, testes laboratoriais constataram a possibilidade da ocorrência em algumas unidades de microfissuras no terminal inferior de fixação dos cintos laterais do banco traseiro. Em caso de forte impacto frontal pode ocorrer falha na retenção dos ocupantes laterais do banco traseiro, podendo afetar a sua proteção. A campanha abrange o total de 6.731 unidades no Brasil. A VW informa que adota esta medida preventiva para garantir a segurança e a satisfação de seus clientes. O serviço será gratuito. Maiores informações pelo telefone 0800 019 5775 ou pelo site www.vw.com.br

Veículos envolvidos >> Space Fox (ano modelo 2012), intervalos de chassi: CA 500 000 a CA 521 803 / C4 017 407 a C4 072 594

Às 1:23

Vendas contidas: menos motos nas ruas neste início de ano

30 jan

   

Restrição de crédito pode estar afetando as vendas agora em 2012

 Segundo dados divulgados pela Abraciclo (Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares), a primeira quinzena do mês de janeiro registrou o emplacamento de 67.870 motocicletas, queda de 29% em relação ao mesmo período de dezembro de 2011 (94.186 unidades).

Expectativa >> A previsão para o total do mês é de que sejam emplacadas 142.541 motocicletas, 26% abaixo do registrado no mês anterior (193.471).

Opinião >> “Os primeiros números de janeiro refletem a forte restrição ao crédito, que vigora desde outubro de 2011”, afirma Roberto Akiyama, presidente da entidade. Bastante utilizadas no setor comercial, as motocicletas hoje em dia no Brasil já representam uma das maiores frotas de 2 rodas do planeta. O início do ano com vendas em declínio pode significar, sim, a restrição do crédito, no entanto, as motos cada dia mais estão presentes no cotidiano do brasileiro que visa economia de combustível e versatilidade para driblar congestionamentos. (Foto: divulgação)

Às 12:45

Inflação do carro: estacionamento é o item que mais subiu de preço

9 jan

Peças e serviços ficaram mais caros no Brasil em 2011

Segundo a Agência AutoInforme, a “Inflação do Carro” fechou o ano de 2011 com uma alta de 7,86%, um índice acima da inflação medida pela FIPE, que foi de  6,55%. As maiores altas entre os itens pesquisados na cesta de peças, serviços, impostos, combustíveis e seguros, foram o etanol (álcool hidratado) e o estacionamento. O combustível ficou 15,4% mais caro e estacionar custou ao motorista 14,5% a mais em 2011. Ressalte-se: o estacionamento foi o item que mais subiu nos últimos cinco anos: 116% de 2006 a 2011.

O combustível é o item da Inflação do Carro que tem o maior peso no bolso do consumidor. Ele representou no ano passado 32,52% do total dos gastos do motorista para rodar a fazer a manutenção do veículo. Além do álcool, o aumento da gasolina também teve um peso importante na alta da inflação no ano, pois subiu 8,2%. O item Serviços teve uma alta bem maior do que as peças de reposição. Incluindo revisões, balanceamento de rodas, alinhamento de direção, limpezas, estacionamento, lavagem, etc…, os serviços automobilísticos ficaram 9,44% mais caros, enquanto a cesta de peças teve um aumento de 4,25%. A peça que mais subiu foi a vela, que ficou 12,7,% mais cara em 2011. Em seguida veio o óleo de motor, com alta de 7,6%.

Às 18:29

Novo EcoSport: a hora do revide >> Modelo da Ford briga pela liderança com o Renault Duster

4 jan

Frente do modelo (bastante futurista) ainda deve sofrer alterações

Na selva do mundo corporativo só há leões rápidos e famintos. A chegada ao Brasil do Duster (utilitário esportivo compacto da Renault) fez a luz vermelha da Ford acender com bastante intensidade, já que o simplório (e inteligente) projeto modular da marca francesa já está fazendo muito sucesso no mercado nacional. Bastaram apenas três meses de produção do Duster para desbancar uma liderança de quase uma década do EcoSport no País.

No intuito de combater (e tentar retomar) a liderança nas vendas, a Ford antecipou a exibição do novo modelo à imprensa especializada do Brasil e Argentina. O veículo foi mostrado em Brasília (DF) nesta última quarta-feira (4/1) com pompas que envolveram a presença da atriz Deborah Secco, do Governador da Bahia, Jaques Wagner e até do Ministro Aloizio Mercadante, além de outros executivos da própria Ford da América do Sul e Norte.

Traseira é até discreta, apresentando lanternas horizontais: estepe externo está mantido

O que muda? Esteticamente, como você pode acompanhar nas fotos, o carro está completamente modificado em relação à versão atual, no entanto, a empresa ainda não divulgou a base do conteúdo técnico que terá o veículo. Quais opções de motores e câmbios? Virá com tração nas quatro rodas? Quantos Airbags? E o preço, quanto será? Nada foi dito. Detalhes de suspensão, conteúdo tecnológico embarcado, pacote de segurança e, muito menos, os opcionais disponíveis ainda ficarão por conta da imaginação dos fãs do modelo, pois a Ford do Brasil deverá manter segredo até a data de lançamento oficial por aqui, que, provavelmente, só deverá ocorrer no segundo semestre de 2012.

Novidade nos “Brics” >> Ao contrário do Brasil, o veículo (finalizado e pronto para rodar) foi lançado oficialmente na Índia, durante o Salão de Nova Deli, também na quarta (4/1). Segundo a marca americana, a geração nova do EcoSport será fabricada na Índia, Brasil e outros locais (ainda não revelados) para atender a uma demanda de mais de 100 países.

Criação >> O novo EcoSport é considerado o “primeiro produto global One Ford” criado aqui na América do Sul. A marca divulga que a responsabilidade do projeto ficou nas mãos da turma de Camaçari, na Bahia, que agiu em consonância com engenheiros e designers dos Estados Unidos e outras partes do mundo, no entanto, a empresa diz que o núcleo de ideias e soluções surgiu no Brasil, por se tratar de um lugar aonde os profissionais dominam a arte de criar (ou adaptar para o mercado local) veículos de porte compacto. O EcoSport nova geração sintetiza isso: a vontade da Ford em ganhar mais mercados principalmente no segmento “B” de carros compactos.

A lateral lembra bastante os traços dos coreanos da Hyundai atualmente

Aspecto geral >> O veículo apresentado aos jornalistas esta semana não se tratava nem de um protótipo e sim apenas de um “mock up” com parte externa pronta (não se sabe ao certo em quais materiais) e parte interna inexistente, portanto, apenas falo da casca, muito bonita, por sinal.

O design do EcoSport 2012 (que talvez já seja lançado como modelo 2013…) segue as tendências globais da Ford. A traseira mantém o estepe exposto e oferece discretas lanternas horizontais. A frente – futurista demais – ainda deve receber mudanças mais radicais e, no geral, o perfil das laterais, posicionamento de colunas “A” e “B”, largura geral e comprimento de capô são condizentes com a moda atual. De lado ele lembra o Hyundai iX35. Plágio? Não. Apenas uma questão de manutenção de estilos atuais, de concordância de escolas globais de desenho industrial, foco em melhoramento aerodinâmico com linhas mais curvas… Nada de excepcional e amplamente utilizado por todas as marcas atualmente.

Como dito, a selva é cruel e exige mobilidade constante, senão o jacaré agarra o pescoço do cordeirinho desavisado que foi beber água no riacho (aparentemente) inofensivo… A briga direta da Ford agora é com o carismático Renault Duster, de projeto simples e funcional e com preços que o brasileiro já assimilou como justos na relação custo-benefício, portanto, muito provavelmente o novo EcoSport deverá ser ofertado (por uma questão estratégica) com valores não tão destoantes do oponente franco-romeno-brasileiro. Vamos aguardar para ver o 2º round. (Fotos: divulgação)

Às 23:01

Vendas da Ford ultrapassam 2 milhões de unidades nos Estados Unidos em 2011

3 jan

Ao fechar o balanço geral de 2011 a Ford divulgou nota anunciando que as suas vendas – nos Estados Unidos – ultrapassaram o patamar de 2 milhões de veículos. O número a posiciona como a marca automotiva mais vendida da América do Norte e a primeira a atingir esse nível desde 2007. Deste total, os carros compactos da empresa apresentaram um crescimento de mais de 20% de vendas em 2011 e os utilitários tiveram um avanço de mais de 30%, segundo levantamento do fabricante.

Fusion: carro mais vendido da Ford nos EUA em 2011

Fusion em alta >> Nos próximos dias a Ford exibirá o novo Fusion no Salão Detroit. Agora em 2011 o sedã teve o seu melhor ano no mercado com cerca de 240 mil unidades comercializadas, consagrando-se como o carro mais vendido da marca nos EUA. No Brasil a marca concluiu 2011 em 4º lugar. (Foto: divulgação)

Às 17:29

Vendas de 2011 foram boas, mas abaixo da expectativa >> VW Gol é, novamente, o campeão geral

2 jan

VW GOL: 1/4 de século como o carro mais vendido no Brasil

A Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), assim como todo o setor automotivo, aguardavam que as vendas de carros agora em 2011 ultrapassassem os 3,6 milhões de unidades. A meta quase foi atingida, mas ainda não foi desta vez que o Brasil se aproximou da sonhada barreira dos 4 milhões de veículos. De qualquer maneira, e apesar do aumento de impostos, o País foi bem. Dados preliminares (pois os números oficiais só saem na próxima quarta, 4/1) indicam (exatos) 3,426 milhões de automóveis e veículos comerciais leves fabricados.

Mantendo a tradição de 25 anos, o Gol (hatch compacto da Volkswagen) mais uma vez fechou o ciclo em primeiríssimo lugar na classificação geral com 293.454 unidades vendidas! O montante representa nada menos que 8,57% do total de carros comercializados no Brasil. O Toyota Corolla, outra figurinha carimbada entre a turma dos mais queridos, também terminou 2011 em 1º lugar na sua categoria, a de sedãs médios. O modelo japonês teve 53.147 unidades vendidas no País e a performance se estende em nível global: o Corolla também foi o carro mais vendido do mundo, com 1,02 milhão de unidades emplacadas.

Marca líder – A Fiat (pelo 10º ano) consolidou-se como a líder do setor conquistando 22% das vendas totais em 2011. A marca italiana deve muito ao seu modelo popular, o Uno, que teve 273.537 unidades vendidas. VEJA A SEGUIR O RANKING DOS 20 MAIS VENDIDOS NO PAÍS:

1º) GOL (Volkswagen; 293.454 unidades);

2º) UNO (Fiat / 273.537);

3º) CELTA (Chevrolet / 149.044);

4º) CORSA SEDÃ (Chevrolet / 125.777);

5º) PALIO (Fiat / 105.794);

6º) FOX (VW / 102.826);

7º) SIENA (Fiat / 90.167);

8º) VOYAGE (VW / 87.210);

9º) FIESTA (Ford / 86.204);

10º) SANDERO (Renault / 81.780);

11º) AGILE (Chevrolet / 73.255);

12º) KA (Ford / 63.764);

13º) COROLLA (Toyota / 53.147)

14º) PRISMA (Chevrolet / 51.063);

15º) CORSA (Chevrolet / 41.954);

16º) LOGAN (Renault / 39.086);

17º) C3 (Citroën / 37.573);

18º) 207 (Peugeot / 36.869);

19º) PUNTO (Fiat / 36.547)

20º) i30 (Hyundai / 35.717)

OS CINCO COMERCIAIS LEVES MAIS VENDIDOS EM 2011:

1º) STRADA (Fiat / 118.608);

2º) SAVEIRO (VW / 71.215);

3º) MONTANA (Chevrolet / 45.830)

4º) S10 (Chevrolet / 42.818)

5º) ECOSPORT (Ford / 38.530)

Às 15:43

2011 e o seu inescapável balanço

29 dez

Há poucas coisas mais chatas que balanços do fim do ano e projeções para o próximo. Sempre há esperança que a análise dos fatos gere conclusões, e estas possam de alguma forma, ajudar nos contornos da atividade. Aqui, ledo engano, talvez porque o Governo não veja a indústria montadora e sua enorme cadeia produtiva, como parcelas da atividade desenvolvimentista. Gosta do fabricar porque recolhe os maiores impostos de país produtor, pune proprietários com os maiores percentuais de taxas, é tremendo gerador de empregos, bem estar, benefícios, impostos em sua larga sequência. Se o servente da fábrica de parafusos for comprar um penico, o Governo ganhará em toda a cadeia: sobre o parafuso, sobre o automóvel novo que o conterá, transporte, venda, licenciamento, seguro e, até, sobre o penico! Faz enormes lucros em cima da gasolina aqui produzida, mas cobrada com se viesse do Oriente, com as estradas onde não investe, passadas a concessionários com os pedágios mais caros do mundo.  Assim, deixa rolar.

Prática ruim porque baseada no princípio da omissão. O Governo não testa os automóveis locais antes de seu lançamento, nem os estrangeiros antes de serem importados. Se forem perigosos, azar do contribuinte e do INSS que custeará inatividade e danos pessoais. Isto explica ocorrências inadmissíveis em países sérios, como a omissa lei de proteção ao consumidor, a falta da inspeção veicular, os equipamentos de segurança tratados como opcionais de luxo, as estradas mal feitas, a sinalização ruim, os fracos cursos e exames habilitando motoristas, o policiamento orgulhoso pela aplicação de multas por excesso de velocidade. Na maioria das vezes a sinalização e a estrada estão abandonadas nas proximidades do posto. A atividade policial esquece a obrigação de educar para evitar, preferindo a rentável atividade de multar.

As observações para a criação de condições de maior competitividade dos veículos nacionais, e mesmo para o surgimento de produto adequado às condições brasileiras são oficialmente desprezadas. Aliás, na matéria, 2011 será “antolhógico” (a expressão se referencia aos antolhos, aplicados em animais para evitar que olhem para os lados e entendam o cenário). Sem noção, o Governo Federal pelo acadêmico Guido Mantega, da Fazenda; por Aloísio Mercadante, da Ciência e Tecnologia (e portador do carimbo de aloprado pela até hoje inexplicada mala de dinheiro para comprar suposto relatório); e Fernando Pimentel, da Indústria e Comércio (tentando explicar ter recebido por palestras que não proferiu) resolveram manter o país na vala da superação tecnológica, sem capacidade de competir, mas assegurando às montadoras aqui instaladas e seus produtos superados, a maior fatia de lucro unitário.

Criaram imposto adicional de 30% sobre os veículos importados de países extra Mercosul e México, encerrando a possibilidade de melhorar para competir, e condenaram o consumidor brasileiro às carroças da década de ´90 decoradas com detalhes e adaptações para os dias atuais. Velhas plataformas com cascas novas fazem alegria e excepcionais lucros para as montadoras e impostos para o Governo. A muralha transformará os carros locais na reedição de Opalas, Passats e Santanas dos anos ’70 e ’80. Protegidos pela falta de competitividade, ficaram antigos, superados, mas permitindo grandes lucros. Justificam forçar a implantação de mais fábricas por aqui, estabelecendo índice de nacionalização de 65%. Quem vai aferir isto?

Resumindo: 2011 foi ótimo para a indústria e concessionários. No total, 3.63 milhões de automóveis, caminhões e ônibus, tornam o Brasil quinto ou sexto produtor e quarto ou quinto mercado interno, classificações exatas somente após fechados os números. Mas o Brasil é o maior mercado mundial em transporte rodoviário atraindo novas indústrias: MAN, International, NC2, chineses e a Ford entrando nos pesados.

10.000 Mercedes vendidos no Brasil, diz a foto comemorativa

A Mercedes manteve-se como maior produtor sul americano de caminhões e ônibus: quase 80 mil unidades. Mais em 2012 ao transformar a fábrica de Juiz de Fora (MG), antes Classes A e C, para fazer o pesado Actros.

A JAC e a agressiva postura no Brasil provocaram bloqueio nos portos

Marco principal, o Fator JAC, a marca chinesa representada por Sérgio Habib, carros equipados e vendidos a menor preço que os nacionais pelados, provocando reações: primeira, corte dos preços dos nacionais. Depois, sua engenharia para seduzir o Governo a barrar a concorrência, garantindo o desnível em tecnologia e os elevados lucros internos.

Outro lado, não houve casamento entre aumento da frota com planejamento e obras para melhorar fluxo, sequer estudos oficiais para estudar carros com funcionamento por eletricidade e adequados às cidades. Cidadão compra o automóvel, paga um monte de dinheiro em impostos e os Governos que o recebem, não lhe asseguram direito de uso. Alguns optam pela solução “antolhógica”: rodízio. Ou, proibição de uso. Para ser honesto, o imposto deveria diminuir proporcionalmente. Quinto ou sexto mercado, a diferença pouco importa. Nesta relação é o único país sem ter automóvel adequado às suas exigências; nem ter um projeto brasileiro; sendo, apenas, excelente adequador de desenhos alheios aos buracos nacionais. Somos assumidamente colonizados.

Lá fora >> O ano de 2009 mostrou o Tsunami econômico. 2011 exibiu a versão física, original, causadora da suspensão de fornecimento de componentes eletrônicos a veículos em todo o mundo, mormente Toyota e Honda, punindo-as em produção, vendas e participação. GM, apesar do apequenamento, recupera vendas. Ford expandiu-as e aos lucros, força de seu projeto de antevisão da crise, alteração nos veículos, racionalização de plataformas, mudanças em motores com o uso de turbocompressores, diminuindo volume, peso, emissões. Chrysler e Fiat, sua controladora, voltaram ao mapa de vendas e ao mercado norte-americano com o pequeno 500. Carros novos, mesclando plataformas e motores, só em 2013.

No restante do mundo ocidental a crise puniu os carros de classe média, instando fabricantes a investir nos BRICS, os países em desenvolvimento China, Rússia, Índia, Mercosul. Alemães cresceram: VW, Porsche com recordes em produção e lucros; Mercedes, BMW e Audi, idem. A mensagem é que a crise só afeta até a classe média ou provoca o ânimo da compra para gozo imediato. Coreanos continuaram em expansão e chineses ganharam o mundo. As esperadas conquistas de qualidade e melhorias apareceram rapidamente, aferidas em pesquisa da agencia JD Power. Os chineses deixarão de ser folclóricos e passarão a concorrentes.

Aqui no Brasil, 2011 foi o ano do incremento aos privilégios, às largas margens de lucro, à falta de competitividade de nossa indústria. O Governo Federal chancelou a enorme lucratividade e assegurou um ano sem concorrência com os importados, com preços catapultados pelos 30 pontos sobre os recordistas 35% cobrados como imposto de importação. É muito mais que privilégio comercial. É a supressão aos direitos do consumidor, a condenação a perder o bonde da competitividade, em proteger as carroças da concorrência, andar para trás. Quanto isto custará ao país nos próximos anos? No mercado interno posições foram mantidas: Fiat líder; VW seguindo; GM terceiro e Ford a 4ª mais vendida. A Renault entendeu a falta de exigência dos consumidores. Assim, vende como marca de primeira linha, os carros que projeta e mundo afora vende como Dacia, de 2ª categoria. Cresceu e se solidificou com Logan, Sandero e tem fila para o pequeno utilitário esportivo Duster. Honda e Toyota tiveram problemas de fornecimento de peças estrangeiras. O Corolla desabou em participação de mercado e para vender precisa de promoções e descontos de até R$ 4 mil, medida que permite ver como é larga a camada de lucros. A GM mantém a filosofia do uso de plataformas antigas com cascas novas. Suas efetivas novidades têm o pé no exterior. O Cruze, coveiro de Astra e Vastra (o Vectra sobre plataforma Astra) importado em peças e montado no Brasil. E o Sonic, coreano projeto Daewoo deve ser uma misturada de origens. Das novidades, a Nissan mudou mais: Christian Meunier presidente para fazer a marca crescer; Carlos Moreno diretor de marketing liberado em meios para chegar aos fins; Abelardo Pinto, sóbrio diretor comercial para garantir à rede que o projeto é consistente e não apenas piração de momento. Trazer o March, o Versa, ter feito anúncios irônicos com o picape Frontier mais que dobraram sua participação no mercado. Peugeot, sem produtos, caiu em vendas. A irmã Citroën, subiu. Resultado interessante, a Mercedes vendeu mais de 10 mil automóveis em 2011. Informação de Dimitris Psilakis, diretor da área indica, 50% das vendas de líder Classe C, foram a novos clientes.

Fim do ano o Contran legislou anulando as placas de sinalização de barreiras de velocidade. E liberou as formas de aferição, incluindo as pistolas de radar. Em teoria, ótimo para a Noruega e Dinamarca, porém inaplicável em países onde domina a ignorância e nos quais o contribuinte é apenas sujeito passivo a ser extorquido pelo Estado ou por seus agentes. Nesta relação já se sabe quem sairá perdendo.

Cultura >> Repositórios da história, museus tem pouco a comemorar, exceto pelo que a Fiat patrocinará em Minas, com curadoria do Veteran Car Club MG. Ex-sexto Museu do mundo, o de Caçapava (SP) sofreu as consequências da mistura do público com o privado. Secretário de Cultura no Estado, Andrea Matarazzo, intermediou a cessão do acervo de sua prima para a Prefeitura da cidade. A doação livra-a de responder pelo desaparecimento de veículos inteiros e partes, todos tombados pelo Estado. A secretaria de Matarazzo é que deveria ter cobrado as responsabilidades pelos furtos e danos dos bens tombados. Ficou em família. O Dr. Matarazzo é candidato a prefeito de São Paulo…  O alcaide caçapavense se esforça para recompor o acervo, mas sem meios é difícil administrar restos.

O Museu Nacional do Automóvel, em Brasília, continua a luta de sobrevivência contra ação movida pelo Ministério dos Transportes, que quer sua sede, ampliada, conservada, operacional, para guardar papéis velhos da extinta Rede Ferroviária Federal. Único no mundo a conservar a história de automóvel em um país, o Museu tem recebido apoios de público, clubes, colecionadores. Quer ajudar? Escreva ao Ministro dos Transportes: paulo.passos@transportes.gov.br ou ao secretário particular da presidente Dilma via eMail gabinetepessoal@presidencia.gov.br. E também assine a petição eletrônica: http://peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=apoiomab.    A Federação Brasileira de Veículos Antigos, cuja existência é palpável desnecessidade, naturalmente se omitiu.

Itelmar Gobbi e Aldo Besson: criadores e criaturas

Gente >> Não se pode esquecer a perda do ex-presidente Itamar Franco: botou ordem no país; criou o respeito fiscal; bancou o carro popular; baixou e conteve a inflação e ajudou a criar o Museu Nacional do Automóvel, em Brasília. E de Aldo Besson, industrial, corajosos sócio da Miura, nascida em oficina de estofamentos e autora das maiores inovações em conteúdo nos nacionais em fibra de vidro. (Roberto Nasser / Foto: divulgação)

Às 13:54

Dafra anuncia ´check-up´ gratuito e troca de óleo por R$ 14

26 dez

Dafra promove revisão de férias até 29 de fevereiro

A marca de motos Dafra, anunciou via comunicado de sua assessoria de imprensa, que estará promovendo um check-up gratuito (até o dia 29 de fevereiro de 2012) de importantes itens da motocicleta, dentre eles: sistema de iluminação e freios e análise (e lubrificação) do conjunto de relação (coroa, pinhão e corrente). A iniciativa – que envolve toda a rede de concessionários – contempla todos os modelos da linha e também oferece a troca de óleo por apenas R$ 14. Interessado? Maiores informações pelo site www.daframotos.com.br (Foto: divulgação)

Às 16:47

Jeep Compass chega ao Brasil com motor de 4 cilindros e 156 cv de força

25 dez

Jeep Compass: versão para o mercado nacional vem com 156 cv de potência

O Grupo Chrysler anunciou a chegada do modelo Jeep Compass às concessionárias da marca no Brasil. Inédito por aqui, esse utilitário esportivo chega ao mercado nacional com motor 2.0 a gasolina de 4 cilindros e 156 cv de potência. A máquina vem equipada com transmissão automática CVT, aquela de relações continuamente variáveis, ou seja, que não possui marchas definidas e sim, combinações (quase) infinitas e imperceptíveis nas mudanças de velocidade. A empresa diz que as primeiras unidades do Jeep Compass serão entregues somente a partir de fevereiro. (Foto: divulgação)

Às 20:42

Novos chineses começam a chegar

21 dez

Modelo tem design agradável e bom pacote de itens de segurança, como freios ABS com auxiliar EBD

A marca chinesa Lifan anunciou esta semana a chegada do hatchback modelo “520”, próxima novidade para o mercado nacional, com lançamento previsto para 2012. Segundo a assessoria de imprensa da empresa, a Lifan gastou dois anos e quatro meses no processo de pesquisa e desenvolvimento do carro, numa conjuntura que envolveu cerca de 800 técnicos e especialistas dos Estados Unidos, Alemanha, Itália e Japão.

Conjunto - O  carro oferece uma boa lista de itens de série, como direção hidráulica, vidros elétricos, travamento central das portas, ar-condicionado e DVD Player.

Parte Técnica – No quesito segurança, o modelo também dispõe de um bom leque de recursos importantes como sensor de estacionamento, barras de proteção nas laterais e Airbags para o motorista e passageiro do banco dianteiro. O Lifan 520 vem com freios a disco nas quatro rodas, com sistemas ABS e auxiliar EBD (Eletronic Brake Force Distribution) de série. O EBD atua em conjunto com o ABS, dosando a força de frenagem entre as rodas. Os sensores eletrônicos do EBD, instalados nas quatro rodas, monitoram a velocidade e carga exercida individualmente sobre cada uma. O veículo deve chegar às lojas em 2012 ofertado numa versão equipada com câmbio manual de cinco marchas e motor 1.6 (4  cilindros e 16V) produzido pela própria Lifan. (Foto: divulgação)