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Às 22:37

Novo Ford Fusion é eleito o melhor carro do Salão de Detroit 2012

16 jan

 

Claramente, grade frontal foi inspirada nos esportivos da Aston Martin

   Há poucos dias, nos Estados Unidos, o novo Ford Fusion estreou mundialmente e nesse rápido tempo, já faturou dois prêmios. A conceituada revista Autoweek o elegeu como o melhor veículo do Salão de Detroit 2012 e o sedã venceu, também, o “EyesOn Design”, prêmio de estilo concedido pelo Instituto de Oftalmologia da capital do automóvel.

Inegavelmente, um belo desenho

  Segundo a Autoweek, pelo belo desenho, o novo Fusion certamente ainda será bem lembrado daqui a cinco anos, período longo para um mundo tão dinâmico atualmente.

Interior tem o padrão global de luxo Ford: boas costuras, couro e amplo pacote tecnológico

  Inovação e inéditos motores >> Baseado no conceito Evos, o Fusion representa a nova geração de design da Ford, com linhas bastante arrojadas. Ele também é o sedã com a maior oferta de motores do segmento, disponibilizando opções híbrida e híbrida “plug-in”, dois motores EcoBoost de quatro cilindros e um motor naturalmente aspirado de quatro cilindros. O modelo conta também com o sistema automático “start-stop” que desliga o propulsor em ´ponto morto´. O inédito automóvel virá em versões com tração dianteira ou integral (nas 4 rodas, sob demanda) e com caixa de câmbio automática ou manual de seis velocidades. (Fotos: divulgação)

Às 20:12

BMW Série 3 chega à sexta geração

10 dez

Modelo foi mostrado recentemente à imprensa mundial, em Barcelona, Espanha

O novo BMW “Série 3” (um dos maiores sucessos da marca alemã) chegou à sua sexta geração. A bela máquina (que foi recentemente apresentada à imprensa internacional) cresceu um pouquinho em comparação com a geração anterior e está ampliada em 93 mm no comprimento e com mais 50 mm de distância entre os eixos. O ganho principal disso é o maior espaço e conseqüentemente, mais conforto aos passageiros que vão sentados atrás. Agora a “família” BMW Série 3 divide-se em três versões de acabamento (e equipamentos): a “Linha Esportiva”, “Luxo” e “Moderna”, cada uma apresentando uma visão individualizada desse sedã esportivo.

Propulsores – Segundo dados técnicos do fabricante, os motores de 6 e 4 cilindros  (movidos à gasolina) agora contam com a novíssima tecnologia “BMW TwinPower Turbo”, o que confere uma experiência de condução dinâmica mais apimentada, mas com menor consumo e emissões de gases poluentes. Alguns componentes como: função Start-Stop (que desliga o carro quando ele não está em movimento), regeneração de energia de frenagem e compressor de ar-condicionado inteligente, são responsáveis para a redução do consumo de combustível. O motor 2.0 de 4 cilindros  (que equipa o modelo 328i) tem potência de 245 hp e torque de 35 kgf.m já a partir de 1.250 rpm. De acordo com a BMW, esse modelo acelera de 0 a 100 km/h em 5,9 segundos. Já a versão “335i” (equipada com motor de 6 cilindros em linha) tem 3.000 cilindradas e potência de 306 hp. O torque chega aos 40 kgf.m já por volta dos 1.200 rpm. A aceleração de 0 a 100 km/h neste caso cai para 5,6 segundos. A BMW afirma que ambas as versões chegam ao mercado nacional em maio de 2012 com preços (sugeridos) a partir de R$198.000 e R$341.000, respectivamente. (Foto: divulgação)

Às 11:58

Toyota Hilux: veja as alterações na linha 2012

15 nov

Grade, faróis e pára-choques são novos: mudanças sutis

Principal mudança é a adoção de mais uma motorização com sistema bicombustível - Desde a semana passada já está disponível nas 132 concessionárias da marca Toyota no Brasil, a nova linha Hilux ano/modelo 2012. A família, que se divide entre as versões picape e Station Wagon (SW4) recebeu algumas alterações de design externo, mas a grande novidade da Toyota para esses modelos será a adoção de um novo motor Flex como opção. O propulsor (que só estará disponível a partir do 1º trimestre do ano que vem) será o “2.7 VVT-i Flex Fuel” que rende potência variável de 158/163 hp quando abastecido, respectivamente, com gasolina ou etanol. O torque máximo (com ambos os combustíveis) é de 25 kgf.m a 3.800 rpm.

Interior é o mesmo, mas a marca agora oferece acabamento com novas cores

Mudanças – Ambos os modelos receberam novos faróis, grade e pára-choques, ganhando um rejuvenescimento na carroceria. Por dentro, tonalidade de tecidos dos assentos também variaram, mas o trem, de força continua o mesmo: motor, câmbio (manual ou automático) e suspensão continuam robustos como sempre. A picape Hilux ganhou, também, uma nova versão chamada de “SRV TOP automática” que traz, de série, rodas de liga leve aro 17”, controle de estabilidade e tração e freios ABS com distribuição eletrônica de frenagem (EBD) e assistência à frenagem (BAS). O veículo continua sendo oferecido com os motores a diesel (3.0L 16V D-4D, com 163 hp e 2.5L 16V D-4D com 102 cv) além do ótimo V6 com 238 cv de potência. (Fotos: divulgação)

Às 18:05

Cobalt, novo GM nacional, começa a ser vendido a partir de R$ 40 mil

14 nov

GM Cobalt: na sua garagem a partir de R$ 40 mil

Numa substituição de linha no mercado brasileiro, a Chevrolet lançou recentemente mais um modelo nacional. Trata-se do Cobalt, sedã de tamanho médio que chega por aqui para retirar o Astra e o Corsa da linha de montagem. Desenvolvido pelo centro tecnológico da GM do Brasil, segundo  a GM, ele será vendido em mais de 40 países na Europa, África, Oriente Médio e América do Sul. A máquina – que tem ótimo espaço interno, com entreeixos até maior do que o do antigo Vectra – chega com uma nova plataforma,diferente da que comporta o hatch Agile. Com esse veículo ele apenas compartilha o motor 1.4 Econoflex com potência variável de 97 a 102 cavalos, dependendo do tipo de combustível utilizado. O motor 1.4 sofre um pouco para dar conta da carroceria, mas o fabricante afirma que brevemente um propulsor 1.8 serádisponibilizado para o modelo.

Sedã tem entreeixos maior do que o veterano GM Vectra, portanto, oferece bom espaço interno, principalmente para os ocupantes dos assentos traseiros

////   Tipos - O Cobalt será disponibilizado nas versões LS, LT e LTZ pelos respectivos preços sugeridos pela fábrica (base SP, sem frete): R$40.000; R$ 43.760 e R$ 46.000.

Porta-malas é enorme: 563 litros, o maior da categoria

Bem completo, ele vem com direção hidráulica, bom nível de acabamento, vidros, travas e retrovisores elétricos. Dependendo da configuração e dos opcionais, ele oferece freios com sistema ABS e Airbags.

Interior já segue o novo padrão estético global da Chevrolet

O interior é espaçoso e disponibiliza 18 porta-trecos. Já o porta-malas é enorme, com 563 litros, o maior da categoria. O novo Chevrolet tem garantia de 3 anos sem limite de quilometragem. (Fotos: divulgação)

Às 20:48

Palio 2012: perdas, ganhos, mudanças reais

8 nov

Barra frontal que comporta o logotipo, lembra o bigodinho do Fiat 500

A carreira é longa e o sucesso, significativo. O Palio nasceu em 1996 e até agora a Fiat já comercializou cerca de 2,5 milhões de unidades desse modelo no Brasil. Ele já foi exposto em mais de 90 versões diferentes e com cerca de 20 tipos de configurações de motores. Agora, para renovar o fôlego deste hatch compacto, a Fiat Automóveis investiu R$ 1 Bilhão na confecção de um novo projeto que o faz um carro completamente novo e diferente em design e conteúdo. Evoluiu muito? Esteticamente, sim, mas na sua essência de condução dinâmica, não, pois sua dirigibilidade ficou parecida com a do Novo Uno. Na minha opinião, uma perda de identidade em relação ao modelo antigo que sempre foi superior ao “irmão”.

Versão Sporting é bonita, mas não empolga com o motor 1.6 16V de apenas 117cv

Mudanças reais – Bem parecido com Fiat Punto, o desenho do Palio 2012 mudou absolutamente, e nada tem a ver com a geração anterior. Está bonito e, apesar de maior (31 mm mais largo, 60 mm mais alto; 28 mm mais comprido e com entreeixos 47,3 mm mais alargado) ele aparenta ser até mais compacto que o antigo modelo. A frente está bem arredondada e recebeu faróis “biparábola”. Ambos os pára-choques estão bem robustos e doando bastante esportividade ao carro. A dianteira ganhou um ´bigodinho´ que lembra demais a personalidade do ´Cinquecento´(Fiat 500) e combina bem com a enorme ´boca´ que forma a grade frontal. A frente do carro é coerente com a inclinação do pára-brisa e com o posicionamento das colunas “A” e a lateral também é muito harmoniosa com portas largas e que possibilitam fácil acesso ao habitáculo. O carro quase funde os estilos de um hatch com os de uma minivan, mas em momento algum perde a sua essência esportiva. Particularmente, não gostei muito do desenho da tampa do porta-malas e das lanternas traseiras, um tanto chinesas para o meu gosto e nada originais, já que o estilo (de invadir a lateral da carroceria) já é bastante utilizado por aí.

Sensações de condução estão muito parecidas com as do Novo Uno: degrau que havia entre as duas famílias diminuiu de tamanho

Interior – Por dentro o modelo também mudou completamente. Superfícies de teto, forrações de portas, tecido e formato dos bancos, piso, console central, absolutamente tudo é novo. A Fiat declara que 3.300 novos componentes compõem o inédito veículo.

A nova máquina será disponibilizada com três opções de motores (Fire 1.0 EVO, Fire 1.4 EVO e 1.6 16V E.torQ) e duas de câmbio: manual e Dualogic (automatizado). Seis são as versões: Attractive 1.0 (R$30.990); Attractive 1.4 (R$34.990); Essence 1.6 16V (R$37.990); Essence1.6 16V Dualogic (R$40.490); Sporting 1.6 16V (R$39.990) e Sporting 1.6 16VDualogic (R$42.990). O acabamento é bom e condizente com os preços sugeridos pelo fabricante (base SP, sem frete).

Apesar de o carro estar maior por dentro, tal qual o Novo Uno, a impressão visual é que ele seja menos espaçoso que o antigo. Mas está realmente mais espaçoso, principalmente na traseira. Como todos os Fiat, a ergonomia é invejavelmente bem acertada. Os comandos são de fácil acesso e o corpo não sofre nas manobras internas. Bem funcional, traz (dependendo da versão e opcionais) até 17 porta-objetos. O estilo interno – principalmente do painel – está muito parecido com o do Novo Uno e, por causa disso (e por dividir parâmetros de plataforma) as sensações de condução são bastante aproximadas às desse ´irmão´ menor. A meu ver, um pecado, pois aquele degrau qualitativo que havia entre essas duas famílias da Fiat, praticamente sumiu, o que pode desagradar e fazer um cliente pensar duas vezes na hora de pagar mais pelo Palio quando, na verdade, ele já não vai oferecer muita diferença sensitiva em relação ao Uno.

Conjunto estético está bem bonito, mas as lanternas traseiras... chinesas demais

Veredicto – Obviamente, a Fiat (empresa líder de vendas há 10 anos no Brasil) não brinca em serviço. Pesquisou, estudou, criou e lançou mais um produto de sucesso. Investiu R$ 1 Bi (R$ 700 milhões aqui e R$ 300 milhões na Argentina) e deve conseguir manter os bons ventos para o Palio, vendendo umas 14 mil unidades mensais entre o novo modelo e o Palio Fire (antigo) que continuará em produção. No cardápio há opções para todos os gostos: Attractive (entrada), Essence (meio termo) e Sporting (topo da linha). A marca fez um bom trabalho de itens de segurança. O carro pode vir com até 4 Airbags (frontais e de cabeça) e os freios também podem ter sistema ABS com auxiliar EBD. Isso é bom, mas não há, por exemplo, opção de escolher freios a disco também nas rodas traseiras, o que curaria uma ferida antiga dessa família. Os motores Fire 1.0 EVO, 1.4 Evo e 1.6 E.torQ Flex oferecem, respectivamente, os seguintes números (máximos) em potência e torque: 75 cv e 9,9 kgf.m; 88 cv e 12,5 kgf.m e 117 cv e 16,8 kgf.m. Logicamente, quanto mais forte, mais agradável de se dirigir. O melhor deles é o 1.6.

No frigir dos ovos, o Novo Palio 2012 está bonito, honestamente bem equipado e com preço condizente ao que oferece. Sua carroceria agora aderna um pouco menos que o carro antigo e as suspensões estão refeitas, menos macias e, portanto, com maior sensação de segurança. O pacote de conforto também é interessante. Resguardados os opcionais e as versões, ele traz: ar-condicionado, vidros e travas elétricos, volante em couro com comandos de rádio, “borboletas” para a troca de marchas (quando equipado com câmbio Dualogic), sensores crepuscular e de chuva, piloto automático; pára-brisa térmico, rádio + CD player (com MP3 e entrada iPod/USB), faróis de neblina, entre outros itens. Perfeito seria se houvesse a opção do Palio turbo com o “caracol da alegria” a fazer sorrir quem gosta de carro bonito e veloz. Mas não há. Uma pena.

Bem equipado e com preços similares à versões antigas, ele deverá continuar firme e forte voltando a vender bem. Os concorrentes diretos são: VW Gol e Fox, Chevrolet Agile e Renault Sandero. (Fotos: divulgação)

Às 23:21

New Fiesta agora tem versão hatch

7 out

New Fiesta hatch estréia o ´Novo Preço Brasil´

O mexicano New Fiesta hatch 5 portas chegou ao Brasil. Bem formulado, com linhas agressivas, motor 1.6 feito aqui, frente diversa do sedã, pretensões em ser produto individualizado. Mantém a atrevida proposta de estilo Kinetic, sugerindo dinamismo, e adota o Sync, sistema de interação desenvolvido com a Microsoft, fala português, tem Bluetooth, tela no painel e controle de áudio no volante de direção. A proposta é ser compacto Premium, ou seja, pequeno bem dotado de cuidados, confortos, equipamentos e tratamento estético, pintura, brilhos para diferenciá-lo dos demais, como as lanternas dianteiras com LEDs. Dinamicamente, direção elétrica para melhorar rendimento, integração entre sistema eletrônico de estabilidade e freios com sistema antitravamento ABS. O motor Sigma 1.6 faz variáveis 110/115 cv quando abastecido, respectivamente, com gasolina e álcool. Fabricante diz que modelo pode atingir os 190 km/h.

Grade e molduras dos faróis de neblina são diferentes da versão sedã

Preços iniciam em R$ 49.000. No padrão mínimo de segurança: freios ABS, dois AirBags, controle de estabilidade e sistema Sync por R$ 52.000. A mais luxuosa: R$ 55.000. Caro? Não julgue ainda, constate. É o primeiro evento na porteira aberta pelo Governo Federal para proteger empregos, nacionalização e tecnologia locais. Aumentou o IPI, barrou os importados da comparação e da referência, revogou o Efeito JAC (carros chineses completos por preço dos incompletos) (Roberto Nasser / Fotos: divulgação)

Às 23:04

Duster, o SUV para acelerar a Renault

5 out

Duster, bem dotado, menor preço

Se alguém perguntar qual é o feitio de automóvel das conquistas e sonhos dos brasileiros, a listagem começará pelos SUVs – ou utilitários esportivos. Têm mercado incalculado, sequer pela Ford que deitou, rolou, ganhou e festejou com seu solitário e absoluto EcoSport. Fato numérico, ninguém projetou a vigorosa expansão no segmento: 1.600%, 16 vezes, entre 2000 e 2010, quando o mercado geral marcou 220%, 2,2 vezes. No conjunto, há 10 anos era 1% dentre os veículos de passeio, hoje são 7,6%. Na prática seus integrantes ou são “carros-de-ir” (com habilidades para fazer fora de estrada) ou vedados aos usos urbanos por limitações mecânicas, do tipo “engana-mãe-de-moça”, frajolas, com adereços disfarçando a falta de habilidades, os que sugerem mas não cumprem. Disposta a crescer e ocupar mercado proporcional aos seus investimentos, os maiores dentre os novos fabricantes pós-1998, a Renault desenvolveu o Duster a partir dos bons resultados operacionais conseguidos com o Sandero e, em especial, com o Stepway, mais alto e decorado. São 60% dos 5,5% das vendas Renault no universo doméstico.

Máquina tem bom conjunto de motores e suspensões

Fazer o Duster (para os ingleses não é um nome bom, significando “Guarda-Pó” e não como se imagina por aqui, o que “faz poeira”, o líder) não foi difícil, pois a base mecânica existia, a plataforma B Zero e motor e transmissões, da família de Logan e Sandero. Entretanto, para evitar prometer e não cumprir, resolveu melhor adequar as versões. Assim, deu maior altura livre, 21 cm e habilidades para uso em terrenos íngremes, ampliando os ângulos dianteiro e traseiro. E resolveu abrir o leque de variações, da versão 1.600 cm³ (com o bom motor 16V e 110-115 cv utilizando gasoálcool-álcool) tração simples na dianteira, como carro básico de entrada, com direção, ar-condicionado, trio elétrico. A seguir, decoração transforma o 1.6 em Expression, com dois AirBags, vidros das portas acionados eletricamente, barras no teto. Em seguida, a primeira versão para quem se preocupa com segurança, ao juntar AirBags e ABS. É a Dynamique, disponível com motores 1.6 e 2.0, com detalhes em couro no volante e no pomo da alavanca de marchas, banco traseiro rebatível, computador de bordo. Para quem pensa em segurança pessoal e familiar, é o início das opções. Finalmente, os de topo, ambos 2.0, 16V, também flex: versão com transmissão automática quatro velocidades, troca seqüencial na alavanca ao piso, nova e atualizada gestão eletrônica; e outra, a melhor elaborada no conjunto, com tração nas duas e quatro rodas, estas engrazadas por sistema de distribuição para a força. Não possui caixa de reduzida, mas alterou a configuração da caixa de 6 velocidades à frente: reforçou rolamentos, encurtou a primeira marcha e reduziu levemente segunda, terceira e quarta, mantendo quinta e sexta mais livres. Assim, o motor 2.0 com a primeira marcha curta, permite subir em lugares difíceis, arrancar tracionando reboque, ter força e habilidades no superar terrenos árduos, lamas, ter segurança para andar em piso molhado. No uso normal, citadino, dispensa sair em primeira, arrancando em segunda sem dificuldades. Agradável surpresa, o miolo do diferencial é preso a uma sub-estrutura que, por quatro barras, liga-a à suspensão. Resultado, ação independente nas quatro rodas, oferecendo conforto e estabilidade. Sete cores comuns à marca: prata, azul, cinza, vermelho, branco, preto, e uma de inspiração tropical, a Verde Amazônia, misto de verde e marrom metálicos.

Rodar do Duster é uma identificação direta da marca Renault

Trato nacional – A equipe de design da Renault adequou o Duster da Romênia às exigências brasileiras e latino americanas, incluindo México, ampliou o espaço interno, deu-lhe revestimento tratado, adicionou-lhe visual musculoso. Sua configuração, hábil por altura e bons ângulos de entrada e saída, mesmo em 4X2, mostra valentia em lugares onde outros monovolumes decorados teriam dificuldade de superar. A versão automática é ideal ao trânsito nas cidades e a 4×4 a quem necessita força e habilidades extras. O Duster banca a aposta de crescimento imediato da Renault, buscando colocar 2.500 a cada mês, e ampliar sua fatia no mercado. A marca e sua aliada Nissan, anunciando novas fábricas em Resende (RJ) e expandindo a de Pinhais (PR), intentam 13% do mercado até 2016.

Quanto custa? – Duster 1.6 16V Hi-Flex  R$ 50.900; Duster Expression 1.6 16V Hi-Flex R$ 53.200; Duster Dynamique 1.6 16V Hi-Flex R$ 56.900; Duster Dynamique 2.0 16V Hi-Flex R$ 60.600; Duster Dynamique 2.0 16V Hi-Flex (c/ câmbio automático/seqüencial) R$ 64.600 e Duster Dynamique 2.0 16V Hi-Flex (tração 4×4 e câmbio manual) R$ 64.600. A pintura metálica custa R$ 850 e os bancos em couro, R$ 1.500. Caro? Justo? Barato? O julgamento é seu e será medido pelos números de venda. O critério se baseia em condições simples: o EcoSport está em fim de ciclo, e o Tucson, montado em Anápolis, não alcança o índice de nacionalização, sendo sujeito ao aumento do IPI. (Roberto Nasser / Fotos: divulgação)

Às 20:46

Cruze: uma importante injeção de bom gosto na Chevrolet

13 set

Novo sedã médio chega com belo design num momento de renovação da marca americana

Frente já segue os padrões globais GM

Pesquisas de vários fabricantes de automóveis de renome mundial (inclusive da GM) confirmam que os brasileiros possuem duas exigências que não abrem mão na hora de comprar um carro: o design e o espaço interno. Para o desenvolvimento do Chevrolet Cruze – inédito sedã médio da GM aqui no Brasil – a empresa manteve o foco nos consumidores que observam com atenção esses dois itens. Segundo Gustavo Colossi, diretor de marketing da Chevrolet do Brasil, o projeto desse veículo tateou de perto uma crescente demanda nacional dos chamados “consumidores do milênio”, pessoas com bom potencial de compra, exemplificados, por exemplo, como aqueles que adoram celulares do último tipo, roupas de boa grife e veículos mais exclusivos. Ao menos inicialmente, eles serão o alvo da empresa para o começo da comercialização do Cruze no país. A GM prevê que 9,6% da chamada “Elite tradicional” e 11,5% (da Elite moderna) devem apresentar interesse de compra pelo Cruze. Traduzindo isso em números: a empresa tem intenção de comercializar ao menos 2.500 unidades ao mês.

Linhas equilibradas compõem bonito conjunto

Injeção de ânimo >> A General Motors do Brasil está executando um plano de renovação dos seus modelos, medida que se concretizará até 2014 e o Cruze faz parte dessa revitalização da centenária marca americana. No Brasil, estas alterações começaram com a chegada do Agile. Agora é a vez do Cruze que provavelmente aposentará a família Astra.

Câmbios: manual ou automático de 6 velocidades

Beleza põe mesa? >> O Cruze deverá agradar muito no mercado nacional, pois é bem formulado em formas e conteúdo. Traçado com pinceladas do arquiteto e designer Carlos Barba (chefe de design para a GM na América do Sul) o carro é extremamente equilibrado em volumes. A frente segue os atuais padrões globais da GM e destaca-se pela barra horizontal que divide a grade ao meio e pela “gravatinha” dourada em tamanho grande. Os faróis possuem concepção retangular e para seguir toda uma tendência moderna, em suas extremidades superiores, há uma elegante invasão lateral que ao mesmo tempo integra a frente, os lados e também compõe a parte de cima do carro. A linha de teto possui uma bela descendência na porta traseira que culmina naquilo que o design desse carro tem de mais positivo: o conjunto de trás. Diferentemente da maioria, o terceiro volume do carro é comedido, compacto e muito bonito. As rodas das versões LT e LTZ (duas únicas disponíveis para o mercado brasileiro) possuem aro 17, mas, para diferenciar um modelo do outro, elas têm desenhos distintos. Se o apelo de compra para o Cruze for a beleza…, provavelmente a Chevrolet não terá problemas.

Painel completo e tabelieur encoberto em tecido

Equipamentos >> O novo sedã já vem completo em ambas as versões e, dentre as vendidas (desse mesmo carro em 70 países), de acordo com o fabricante daqui, o modelo brasileiro será o mais bem equipado. Além do ar-condicionado digital, espelho, vidros e travas elétricos e sistema de som (de boa qualidade), o Cruze vem com painel central com tela de multimídia que é, ao mesmo tempo, computador de bordo e visor de GPS.

Espaço interno traseiro é confortável

Na segurança, preocupação com os ocupantes: este sedã de 4 portas já vem com (até) 8 Airbags, freios a disco nas 4 rodas auxiliados pelo ABS e assistência extra de EBD (distribuição eletrônica de frenagem) + PBA (assistente de freio de pânico) e controle de tração. Em caso de pancada forte, os pedais são desarmáveis para proteger os pés do motorista.

O acabamento interno pode ser em tecido ou couro. No primeiro deles, um detalhe somente encontrado em esportivos de alto preço: o painel é parcialmente encoberto por tecido também. O LTZ (topo da família) vem com couro e acabamento mais refinado. Na parte interna o carro tem boa ergonomia, amplo espaço (para 4 pessoas) e conexão para iPod, entrada USB, porta (óculos, revista, mapas, garrafas, luvas, copos, etc…) mimos e frescurinhas encontrados, por exemplo, no Honda New Civic e Toyota Corolla, na opinião da GM, os concorrentes diretos do Cruze.

Traseira compacta é bem charmosa

Veredicto >> Avaliado pela Gazeta Automóvel no ADAC (Allgemeiner Deutscher Automobil Club) centro de treinamento de condutores mais renomado da Alemanha e também nas velozes Autobahns (entre Düsseldorf e Frankfurt), o Cruze é agradável de passear e transmite uma segurança geral traduzida pela boa conversa entre chassi, suspensão, pneus e aerodinâmica.

A máquina traz o moderno propulsor “Ecotec 1.8”. A unidade (Flex) tem 4 cilindros, 16 válvulas, duplo comando VVT e entrega entre 140 e 144 cavalos de potência e 17,8 e 18,9 kgf.m de torque. O motor é adequado ao tamanho do carro e responde bem em largas faixas de rotação, no entanto, não espere dele uma performance esportiva, pois não há folga de força para isso. É carro racional para consumidores racionais.

As transmissões podem ser manual ou automática (ambas com seis marchas) e o pacote de preços (base SP, sem frete) fica assim: R$ 67.900 (LT manual); R$ 69.900 (LT automático + sensor de chuva); R$ 71.900 (LT automático + couro preto) e R$ 78.900 (LTZ, versão sempre automática e com couro).

Novo motor Ecotec 6 rende 144 cv de potência

A GM traz esse carro num bom momento onde tanto o Civic quanto o Corolla estão com vendas congeladas e prestes a receber mudanças gerais. Não digo que estão “cansados” no mercado, mas, como brasileiro adora uma novidade, pode ser uma hora interessante para se ganhar uma pedaço do mercado dos sedãs nessa faixa de preço. O Cruze é imponente (principalmente na traseira), oferece bom nível de segurança e pacote geral interessante. Outro trunfo é o porta-malas, bem desenhado e com capacidade para 450 litros. I FA

Às 5:10

Cinquecento: charme tamanho GG, com preço de ponta de estoque

25 ago

Cinquecento: design divertido arranca sorrisos na rua

Fiat relança o modelo 500 agora fabricado em Toluca, México, sem taxas de importação

Perfil inconfundível e estilo pra lá de marcante

Modelo interessante pelo seu charme, o “Cinquecento” (ou 500) é a releitura de um clássico global da Fiat que começou a sua história na época da II Guerra Mundial. Vendido em vários lugares do mundo, inclusive no Brasil desde o fim de 2009, o ´neto´ do inusitado ´Topolino´ agora foi relançado para o mercado nacional com preço reduzido. Virá diretamente de Toluca, México (ao contrário do que acontecia via Polônia) sem taxas de importação, portanto, mais barato. Obviamente, o foco da marca não é transformá-lo num ´super star´, até porque o 500 não tem o mesmo talento para vendas que o Uno Mille, no entanto, a empresa decidiu investir com mais atenção na carreira dele, já que a procura por veículos desse tipo têm aumentado no Brasil.

Modelo tem duas opções de motor e três tipos de câmbio

O nicho é seleto e nele encontram-se, basicamente, três figurinhas carimbadas como concorrentes diretos: Mercedes Smart, BMW Mini e VW Beetle. Há um ´porém´ mercadológico: com esse relançamento mais barato – com preços que começam em R$ 39.990 e terminam em R$ 54.800 – a Fiat amplia a atuação do Cinquecento no mercado, já que, pelo ótimo pacote de itens de série (que englobam freios ABS, controle  de tração e estabilidade, direção elétrica, som da renomada marca Bose, e até 7 Airbags) o carrinho confrontará também o Citroën C3, Renault Sandero e até os ´primos´ Fiat Palio e Punto.

Material interno é de boa qualidade

O 500 terá boas chances de incomodar nesse embate. Bonito e extremamente exclusivo, arranca sorrisos de admiração no trânsito e terá como trunfo diante da concorrência a facilidade de manutenção, por causa da grande rede de concessionários. O fabricante promete peças de reposição e serviços feitos no mesmo nível que qualquer outro Fiat por aqui revendido.

Teto solar é um dos opcionais do veículo

O que mudou? – Basicamente, o modelo mexicano é idêntico ao que já roda no Brasil, com exceção dos piscas laterais extras que foram integrados aos pára-lamas dianteiro e traseiro. A parte estética recebeu novos pára-choques e desenhos de minissaias laterais, mas o conjunto é o mesmo. Como o veículo será revendido também nos Estados Unidos, lugar de alto padrão de exigência por parte dos consumidores, ele recebeu reforços na carroceria, melhor isolamento acústico e suspensão recalibrada (com novos coxins, amortecedores, batentes e barra estabilizadora).  A paleta de cores continua de bom tamanho e foi ampliada com vários tons de vermelho, preto, cinza e branco pérola. A melhoria do conjunto mecânico fez o conforto evoluir.

Pára-choques do compacto ganharam novo desenho

O modelo terá cinco versões com dois motores e três tipos de câmbio diferentes. Virá com os propulsores Fire Evo 1.4 8V Flex (o mesmo do Novo Uno com 88 cv de potência 12,5 kgf.m de torque) e também como o 1.4 16V MultiAir a gasolina (105 hp e 13,6 kgf.m de torque). Os câmbios podem ser: Manual, Dualogic (automatizado) ou automático (transmissão japonesa de 6 velocidades) e as versões (do básico ao topo do luxo) são a Cult; Cult Dualogic; Sport Air; Sport Air Automático e Lounge Air.

Ergonomia bem acertada: posição de dirigir é ótima

Do começo ao fim da gama, ambos são bem equipados, a começar pela preocupação da Fiat com a segurança em oferecer todas as versões com freios a disco nas quatro rodas.

Painel de instrumentos esbanja modernidade

Traços marcantes – Difícil ficar indiferente a um Cinquecento passando na rua. A alegre similaridade com o “Luigi” (personagem do filme “Carros 1”) é uma das características mais marcantes do modelo. Com diversas opções de personalização com faixas e cores diferentes, o 500 é o caminho da diferenciação da mesmice do trânsito brasileiro, onde a maioria se confunde entre si. O panorama da ditadura dos carros pintados em prata e preto, além da imitação de estilos das marcas não alcança a exclusividade do carrinho da Fiat.

Porta-luvas tem bom tamanho e é de fácil acesso

Veredict0 – Não espere do Cinquecento mexicano um desempenho de um bólido metido a Ferrari, mas, se por um lado não há potência de sobra, existe enorme diferenciação na hora de ir às compras, parar na frente da pizzaria ou desfilar devagarzinho pela orla alagoana. Muito bem formulado em freios, suspensão e com motores espertos, o Cinquecento ´veste´ os ocupantes num habitáculo moderno e muito aconchegante. Os tecidos são de boa qualidade e o restante do material é bem agradável ao toque. Como de costume, a marca italiana foi impecável na ergonomia desse projeto. O carro é muito bom de dirigir e cansa pouco mesmo em trajetos longos. Se queres aparecer no meio da multidão sem gastar tanto dinheiro… eis uma opção interessante. (Fotos: divulgação)

Às 15:57

Kia Motors anuncia preços do novo Picanto 2012

5 ago

Picanto 2012: agora "flex" e com 16 hp a mais que o anterior

A Kia Motors do Brasil anunciou hoje (5/8) os preços sugeridos de venda do Picanto 2012, que começará a ser comercializado por aqui, segundo a importadora, a partir do próximo dia 22 de agosto. O modelo será disponibilizado no mercado nacional em quatro versões de acabamento diferentes e com dois tipos de caixa de transmissão (manual de 5 marchas e automática de 4 velocidades) com um cardápio que varia entre R$ 34.900 e R$ 44.900. O compacto da marca coreana agora vem com motor “flex” (bicombustível), com dados técnicos diferentes dos do carro anterior (que somente consumia gasolina): a unidade de 1.000 cm³ possui 3 cilindros, 12 válvulas e potência de 80 cv aos 6.200 rpm. Agora são 16 hp a mais que o Picanto 2011. O torque é de 10,2 kgf.m. Mesmo em sua versão de entrada, de acordo com informações preliminares da Kia, o Picanto 2012 já traz airbag, freios a disco (na dianteira), direção elétrica, ar-condicionado, rádio CD Player + MP3 + USB + conexão para iPod (com controle no volante), controle remoto de travamento das portas, faróis de neblina, vidros elétricos e abertura “one touch” para o motorista, rodas de liga de 14” e retrovisores elétricos. O pequeno carro tem opção de teto solar. (Foto: divulgação)