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Às 12:20

Já imaginou a sua foto no pneu?!

3 fev

Segundo o fabricante, até fotos podem ser colocadas na lateral do pneu!

A Bridgestone Corporation anunciou o desenvolvimento de uma nova tecnologia de impressão em pneus, considerada diferente de qualquer outra ou de qualquer processo de coloração em compostos de borracha existente hoje no mercado. Até agora, a borracha branca tem sido usada nas paredes laterais de pneus para produzir a faixa e as letras brancas, mas, segundo a empresa, este processo requer o uso de grandes quantidades de borracha para evitar a descoloração e também para manter a durabilidade. Este modo convencional de fabricação também pode tornar o pneu mais pesado.

Aqui, o exemplo de uma faixa decorativa mais discreta na banda externa

Invenção >> A tecnologia avançada de impressão em pneus da Bridgestone consiste em uma camada para proteger da descoloração como base, as tintas recém-desenvolvidas para esta tecnologia e outra camada para proteger a superfície de danos externos. Por meio disto, a marca pode oferecer uma linha de pneus mais criativa, considerando também as preocupações ambientais, tais como a eficiência do combustível, sem qualquer peso adicional para o pneu.

Tecnologia utiliza processo de coloração que permite interessante personalização

A idéia é interessante, por exemplo, para empresários que queiram se destacar (e fiscalizar) melhor a sua frota com um desenho exclusivo nos pneus. Desenhos ou fotografias podem ser impressos nas laterais e posteriormente removidas ou trocados, segundo o fabricante. (Fotos: divulgação)

Às 21:33

Peugeot 408 turbo já chegou

25 jan

Peugeot 408: conjunto à altura; sigla confusa

A novidade mereceria movimento e apresentação festiva para mostrar e chamar atenções sobre a opção do conjunto de motor e transmissão à altura das demais boas características do seu maior sedã feito no Mercosul. Mas a Peugeot agiu sem o impacto assinalador. Envia aos concessionários os 408 com motorização BMW 1600, 16 válvulas, turbo e 185 cv de potência, a mesma do RCZ. Vem atracado à transmissão automática de 6 velocidades, tipo nova edição, revista e melhorada do conjunto aprovado no 3008.

Pedaleiras em metal e apoio para o pé esquerdo: códigos clássicos de esportividade

Tem tratamento individualizador, diferenciando-se do 2.0, porta as letrinhas THP (Turbo High Pressure ou turbo de alta pressão). Confusão de publicitário: carro francês, feito no Mercosul, terminologia em inglês e a alta pressão indicada não é no turbo, com social soprada de 1 BAR, mas na injeção direta, que zune 150 vezes mais forte. Enredo de samba carnavalesco não faria melhor… Preço projetado em R$ 83.900, alinhado à condição existente para Peugeots de alta gama, se com entrada de 55%, restante em 12 vezes sem juros aparentes. Válida a informação é de se presumir a supressão da versão Sport. Custa apenas R$ 2 mil menos, ante um oceano de diferença entre performance e prazer de dirigir.

Peugeot 308 chega em meados de fevereiro

E o primo 308 vem aí >> Terceira semana de fevereiro o 308, também argentino, substituto do recém descontinuado 307, chegará ao mercado. Querem os concessionários que a agilidade dos novos executivos da holding PSA e da marca, promovam as boas qualidades do automóvel não aproveitadas no 307. A motorização inaugura o que Fabrício Biondo, diretor de marketing das marcas Peugeot e Citroën chama de novo motor, o 1.6 feito em Porto Real, 16 válvulas, 122 cv a etanol, válvulas com admissão variável e a novidade da partida elétrica Bosch, por aquecimento, sem o jurássico tanquinho de gasolina, um dos itens que depõem contra a engenharia brasileira.

A tentativa volta à individualidade >> Automóveis perderam individualidade e personalidade ao somar o aparato eletrônico para projetá-los com as exigências legais de emissões, com redução de peso e menor resistência aerodinâmica. Regras idênticas, objetivos comuns, ferramentas iguais, resultam em coisas muito parecidas. Para piorar, reduz o número de executivos interessados em carros como ícones de uma cultura, produto industrial mais importante do século passado, e nos organogramas das empresas há ascensão de finanças e baixa da engenharia. Processos e produtos impactam usuários. Poucos se interessam pelo veículo, características, diferenças, ganhos tecnológicos, prazer em conduzir, vendo-os apenas mal necessário ante a falta de transporte público. E deles pouco sabem, sequer do Manual de Proprietário. A indústria não interveio para instigar diferenças, características, prazer de uso, deixando-o virar anônima commodity. Sem o que exaltar, diretores comerciais assemelham-se a gerentes de banco e suas contas de juros, prazos e montantes para financiamento.

A experiência Citroën >> Em investimento não divulgado a Citroën alugou pelo 2012 o espaço da antiga loja Diesel no valorizado cruzamento das ruas Oscar Freire e Consolação, em São Paulo. Espaço caro na região mais cara do país, instala o seu Citroën Oscar Freire. Inspira-se, como contou a Coluna semana passada, na boa experiência do C42, espaço turístico-cultural da marca à Avenue Champs Elisées, em Paris. Quer aproveitar os freqüentadores de elevado poder aquisitivo e as hordas de turistas para divulgar a marca. Nada de expor a linha de produtos, mas um ou outro, e local para rápidos shows, cursos, apresentação de moda, lançamento de livros, charmosa brasserie, as melhores revistas mundiais de cada segmento, detalhes explicados com entusiasmo por Francesco Abruzzezi, 40, italiano, ex-Fiat e novo diretor geral da Citroën no Brasil. A iniciativa se baseia em Cultura, Arte, Moda, Design, Gastronomia e Música. A clientes da marca, atenções especiais. A interessados, um totem para compor veículos, indicar preços, simular financiamentos. Na prática, mostrar que os Citroën querem sair do saco de gatos onde estão hoje todos os produtos e marcas, disputando o cliente apenas e tão somente pelo preço final, ou pelo desconto, ou tamanho do financiamento, carência no pagamento, ou valor de parcela, ou alguma mágica aritmética. Enfim, resgatar a seus produtos serem vistos sobre formulação, conteúdo, design. O símbolo inicial do espaço será o DS3, com vendas a curto prazo.

Papo furado sobre CNH e renovação >> Circula na Internet com a força das correntes, mensagem alertando sobre o vencimento da Carteira Nacional de Habilitação e sua não renovação no prazo de 30 dias. Segundo o texto, a omissão geraria perda da CNH e, para obtê-la, seguir as novas regras do Contran – curso com nova base programática, custos elevados, etc e tal. A Coluna entendeu faltar base jurídica para a violência e, verificando a data da publicação da norma informada pela corrente, o 22 de novembro de 2011, constatou ter sido um domingo, quando o Diário Oficial da União não circula. Indagou da assessoria do Denatran e a resposta oficial está a seguir: “Informação falsa”.

RODA A RODA

Importados – A Ford importará mais mexicanos New Fiesta hatch e sedã para ampliar a inesperada liderança no recentemente criado segmento dos ´Compacto Premium´. Para dar substância ao negócio, reduziu em R$ 3.500 os preços sugeridos, agora respectivos R$ 45.950 e R$ 47.950.

Fica – Ventos goianos dizem que a Suzuki transferiria sua operação de Itambiara para a também goiana Catalão, onde se  montam Mitsubishis. Ambas as marcas são representadas pelo Grupo Souza Ramos. O Engº Luiz Rosenfeld, Presidente da Suzuki, informa ser especulação sem base. O que ocorre, explica, é o relacionar de operações industriais para saber se algumas podem ser feitas em Catalão e, com isto, facilitando a operação e aumentando o índice de nacionalização. Os Suzuki Jimny com alma goiana começam a ser montados no fim do ano.

Lá fora – Balanço nas vendas da companhia em 2011, indica maior crescimento de vendas com o canadense Edge, e o turco Transit.

Máquina alemã já está no navio rumo ao Brasil

Marco – O Porsche Cayenne de Nº 100.000 da atual geração será vendido no Brasil. Branco, versão S, motor V8, foi montado aos 20 de janeiro. No total o Cayenne, utilitário esportivo, com opções de motor V6 (300 cv); S V8 (400 cv); e Turbo V8 com dois sopradores e 500 cv, já venderam 460 mil unidades, sendo o produto mais rentável da empresa.

Audi Q3 tem Roda Livre: aos saudosistas é Vemaguet fashion...

Vemaguet fashion – Quer conhecer o novo Audi Q3 2.0 TSFI quattro? Vá à revenda da marca. Menor dos utilitários esportivos da família, curioso por ter reduzido a potência dos motores 2.0, 16 válvulas, injeção direta e turbo alimentador, a 170 cv e outro 211 cv. Transmissão automática 7 marchas, suspensão independente, tração nas 4 rodas, roda livre. Entrega em maio.

Negócio – A ultrapassagem do EcoSport pelo Duster motivou a Ford a realinhar (reduzir ) preço do seu utilitário esportivo. Oficialmente R$ 3 mil. Na prática, muito mais. Os distribuidores Ford ouvem propostas atrevidas para limpar pátio e garantir produção até o meado do ano. Deu resultado na primeira quinzena: o Eco reassumiu a liderança.

Prévia – Olhada antecipada ao novo picape Ranger, em especial como vadear cursos d’água com até 80 cm de profundidade? Copie esse link grandão aí e veja: http://www.ford.com.au/servlet/Satellite?c=DFYPage&cid=1248885252235&pagename=wrapper&site=FOA#overlay=1248923755532,      Não há mágica. Aspiração e filtro elevados; caixas eletrônicas protegidas.

Lei – Iniciou valer a determinação do Denatran de paulatina agregação de sistema ABS nos freios e Airbags em automóveis nacionais. A Volkswagen comemora obedecer à norma, informando aplicá-los em Gol Power, Gol Rallye, Voyage Comfortline e SpaceFox Trend. Por economia de escala, preço baixou a R$ 1.300.

Oportunidade – Ganhará pontos institucionais e vendas concretas a marca que, em lugar de descontos, oferecer os equipamentos sem custo.

Mais por menos - A Ford aumentou o conteúdo da linha Fiesta RoCam 1.0 e baixou o preço: R$26.900 hatch e R$28.990 sedã. No pacote com ar-condicionado e direção hidráulica, compra 1.0 e leva 1.6 a respectivos R$33.900 e R$35.900.

Garantia – Acordo interessante entre as associadas ao Conarem (Conselho Nacional de Retíficas de Motores): o serviço de uma tem garantia e assistência de qualquer filiado em qualquer lugar no país. Por hipótese um motor retificado no Rio Grande do Sul, se tiver problemas no Nordeste, lá será assistido, honrando a garantia de origem.

Ameaça – O Governo carioca acertou com a Confederação Brasileira de Automobilismo: fará novo autódromo, em Deodoro, aprazível subúrbio e receberá o atual, na Barra da Tijuca. Agora quer destruir um antes de fazer o outro…

Realinhamento – As dificuldades da indústria automobilística fazem matrizes cortar despesas por si e filiais. A Peugeot cancelou seu programa de participar das 24 Horas de Le Mans, grande propulsora de imagem para seus bólidos a diesel.

Aqui – Mais lucrativa operação mundial da marca, a Fiat no Brasil resumiu suas verbas de automobilismo. Na Argentina saiu da TC 2000, mais divulgada das categorias. E substituiu a Copa Linea por uma Copa Punto, com mais nova geração dos motores 1.4 T-Jet fornecidos pela Abarth, empresa Fiat, agora com 220 cv, câmbio de 6 marchas, freios Brembo.

Gente – Cássio Pagliarini, engenheiro mecânico, retomada. Formulador de produtos na Ford e diretor na Renault, que deixou por exaustão, novo gerente geral de vendas e marketing na Hyundai, a original. Do ramo. OOOO Paulo Solti, 42, engenheiro metalúrgico, desafio. Usar experiência de formação de rede concessionária para sedimentar a Volvo como novo Presidente. OOOO Sérgio Reze, 75, empresário, na messe. Após deixar a presidência da Fenabrave, a associação dos revendedores, aceitou a da Assobrav, dos distribuidores VW. Habilidade. A Volkswagen perdeu os executivos-chave no marketing e comercialização. OOOO Maria das Graças Foster, executiva da Petrobrás, promovida. Era Diretora de Gás e Energia. É a nova Presidente. OOOO Amaro Bernardo da Silva, 59, motorista de táxi, passou. Era o último motorista de táxi Fusca, nele mesmo assassinado na (infelizmente) violenta capital pernambucana, Recife. OOOO (Roberto Nasser / Fotos: divulgação)

Às 23:36

Fiat 500 deverá ganhar nova versão de 5 portas

17 jan

Fiat 500: venda baixa nos EUA preocupa a Fiat, que deverá lançar outras versões do compacto

Após um hiato de 30 anos fora do mercado norte-americano, a Fiat tentou voltar (e agradar) o coração dos yankees com o lançamento do compacto Cinquecento, o 500, lendário modelo que teve uma história de sucesso com quase 4 milhões de unidades vendidas entre 1957 e 1975. O novo e carismático veículo (que seria a ´arma´ principal da marca italiana no seu retorno aos Estados Unidos) ainda não mostrou a que veio. Somente 26 mil carros (metade da expectativa da empresa) foram vendidos por lá em 2011.

Concorrente direto do BMW Mini (que é comercializado em diversas versões de duas e quatro portas, conversível ou fechado), o 500 deverá ganhar um novo modelo de 5 portas e até, possivelmente, uma charmosa SW em tamanho “P”. O detalhe é que os norte-americanos, mesmo que estejam se reacostumando com uma nova fase de economia de combustível (que fica mais fácil de ser obtida em carros com motores menores), é exigente no quesito “espaço”, daí a preocupação da Fiat em recriar o 500 para que, finalmente, ele agrade aos consumidores dos EUA. Olivier Francois, chefe da marca Fiat, disse recentemente à imprensa europeia que o novo carro já será mostrado no Salão de Genebra, em março. Como os americanos também adoram automóveis potentes, a versão Abarth (mais esportiva) do Cinquecento também terá uma nova atenção. Atualmente a Fiat tem 137 concessionários abertos nos EUA, devendo atingir 150 casas até o final deste ano. (Foto: divulgação)

Às 22:37

Novo Ford Fusion é eleito o melhor carro do Salão de Detroit 2012

16 jan

 

Claramente, grade frontal foi inspirada nos esportivos da Aston Martin

   Há poucos dias, nos Estados Unidos, o novo Ford Fusion estreou mundialmente e nesse rápido tempo, já faturou dois prêmios. A conceituada revista Autoweek o elegeu como o melhor veículo do Salão de Detroit 2012 e o sedã venceu, também, o “EyesOn Design”, prêmio de estilo concedido pelo Instituto de Oftalmologia da capital do automóvel.

Inegavelmente, um belo desenho

  Segundo a Autoweek, pelo belo desenho, o novo Fusion certamente ainda será bem lembrado daqui a cinco anos, período longo para um mundo tão dinâmico atualmente.

Interior tem o padrão global de luxo Ford: boas costuras, couro e amplo pacote tecnológico

  Inovação e inéditos motores >> Baseado no conceito Evos, o Fusion representa a nova geração de design da Ford, com linhas bastante arrojadas. Ele também é o sedã com a maior oferta de motores do segmento, disponibilizando opções híbrida e híbrida “plug-in”, dois motores EcoBoost de quatro cilindros e um motor naturalmente aspirado de quatro cilindros. O modelo conta também com o sistema automático “start-stop” que desliga o propulsor em ´ponto morto´. O inédito automóvel virá em versões com tração dianteira ou integral (nas 4 rodas, sob demanda) e com caixa de câmbio automática ou manual de seis velocidades. (Fotos: divulgação)

Às 20:12

BMW Série 3 chega à sexta geração

10 dez

Modelo foi mostrado recentemente à imprensa mundial, em Barcelona, Espanha

O novo BMW “Série 3” (um dos maiores sucessos da marca alemã) chegou à sua sexta geração. A bela máquina (que foi recentemente apresentada à imprensa internacional) cresceu um pouquinho em comparação com a geração anterior e está ampliada em 93 mm no comprimento e com mais 50 mm de distância entre os eixos. O ganho principal disso é o maior espaço e conseqüentemente, mais conforto aos passageiros que vão sentados atrás. Agora a “família” BMW Série 3 divide-se em três versões de acabamento (e equipamentos): a “Linha Esportiva”, “Luxo” e “Moderna”, cada uma apresentando uma visão individualizada desse sedã esportivo.

Propulsores – Segundo dados técnicos do fabricante, os motores de 6 e 4 cilindros  (movidos à gasolina) agora contam com a novíssima tecnologia “BMW TwinPower Turbo”, o que confere uma experiência de condução dinâmica mais apimentada, mas com menor consumo e emissões de gases poluentes. Alguns componentes como: função Start-Stop (que desliga o carro quando ele não está em movimento), regeneração de energia de frenagem e compressor de ar-condicionado inteligente, são responsáveis para a redução do consumo de combustível. O motor 2.0 de 4 cilindros  (que equipa o modelo 328i) tem potência de 245 hp e torque de 35 kgf.m já a partir de 1.250 rpm. De acordo com a BMW, esse modelo acelera de 0 a 100 km/h em 5,9 segundos. Já a versão “335i” (equipada com motor de 6 cilindros em linha) tem 3.000 cilindradas e potência de 306 hp. O torque chega aos 40 kgf.m já por volta dos 1.200 rpm. A aceleração de 0 a 100 km/h neste caso cai para 5,6 segundos. A BMW afirma que ambas as versões chegam ao mercado nacional em maio de 2012 com preços (sugeridos) a partir de R$198.000 e R$341.000, respectivamente. (Foto: divulgação)

Às 11:58

Toyota Hilux: veja as alterações na linha 2012

15 nov

Grade, faróis e pára-choques são novos: mudanças sutis

Principal mudança é a adoção de mais uma motorização com sistema bicombustível - Desde a semana passada já está disponível nas 132 concessionárias da marca Toyota no Brasil, a nova linha Hilux ano/modelo 2012. A família, que se divide entre as versões picape e Station Wagon (SW4) recebeu algumas alterações de design externo, mas a grande novidade da Toyota para esses modelos será a adoção de um novo motor Flex como opção. O propulsor (que só estará disponível a partir do 1º trimestre do ano que vem) será o “2.7 VVT-i Flex Fuel” que rende potência variável de 158/163 hp quando abastecido, respectivamente, com gasolina ou etanol. O torque máximo (com ambos os combustíveis) é de 25 kgf.m a 3.800 rpm.

Interior é o mesmo, mas a marca agora oferece acabamento com novas cores

Mudanças – Ambos os modelos receberam novos faróis, grade e pára-choques, ganhando um rejuvenescimento na carroceria. Por dentro, tonalidade de tecidos dos assentos também variaram, mas o trem, de força continua o mesmo: motor, câmbio (manual ou automático) e suspensão continuam robustos como sempre. A picape Hilux ganhou, também, uma nova versão chamada de “SRV TOP automática” que traz, de série, rodas de liga leve aro 17”, controle de estabilidade e tração e freios ABS com distribuição eletrônica de frenagem (EBD) e assistência à frenagem (BAS). O veículo continua sendo oferecido com os motores a diesel (3.0L 16V D-4D, com 163 hp e 2.5L 16V D-4D com 102 cv) além do ótimo V6 com 238 cv de potência. (Fotos: divulgação)

Às 18:05

Cobalt, novo GM nacional, começa a ser vendido a partir de R$ 40 mil

14 nov

GM Cobalt: na sua garagem a partir de R$ 40 mil

Numa substituição de linha no mercado brasileiro, a Chevrolet lançou recentemente mais um modelo nacional. Trata-se do Cobalt, sedã de tamanho médio que chega por aqui para retirar o Astra e o Corsa da linha de montagem. Desenvolvido pelo centro tecnológico da GM do Brasil, segundo  a GM, ele será vendido em mais de 40 países na Europa, África, Oriente Médio e América do Sul. A máquina – que tem ótimo espaço interno, com entreeixos até maior do que o do antigo Vectra – chega com uma nova plataforma,diferente da que comporta o hatch Agile. Com esse veículo ele apenas compartilha o motor 1.4 Econoflex com potência variável de 97 a 102 cavalos, dependendo do tipo de combustível utilizado. O motor 1.4 sofre um pouco para dar conta da carroceria, mas o fabricante afirma que brevemente um propulsor 1.8 serádisponibilizado para o modelo.

Sedã tem entreeixos maior do que o veterano GM Vectra, portanto, oferece bom espaço interno, principalmente para os ocupantes dos assentos traseiros

////   Tipos - O Cobalt será disponibilizado nas versões LS, LT e LTZ pelos respectivos preços sugeridos pela fábrica (base SP, sem frete): R$40.000; R$ 43.760 e R$ 46.000.

Porta-malas é enorme: 563 litros, o maior da categoria

Bem completo, ele vem com direção hidráulica, bom nível de acabamento, vidros, travas e retrovisores elétricos. Dependendo da configuração e dos opcionais, ele oferece freios com sistema ABS e Airbags.

Interior já segue o novo padrão estético global da Chevrolet

O interior é espaçoso e disponibiliza 18 porta-trecos. Já o porta-malas é enorme, com 563 litros, o maior da categoria. O novo Chevrolet tem garantia de 3 anos sem limite de quilometragem. (Fotos: divulgação)

Às 20:48

Palio 2012: perdas, ganhos, mudanças reais

8 nov

Barra frontal que comporta o logotipo, lembra o bigodinho do Fiat 500

A carreira é longa e o sucesso, significativo. O Palio nasceu em 1996 e até agora a Fiat já comercializou cerca de 2,5 milhões de unidades desse modelo no Brasil. Ele já foi exposto em mais de 90 versões diferentes e com cerca de 20 tipos de configurações de motores. Agora, para renovar o fôlego deste hatch compacto, a Fiat Automóveis investiu R$ 1 Bilhão na confecção de um novo projeto que o faz um carro completamente novo e diferente em design e conteúdo. Evoluiu muito? Esteticamente, sim, mas na sua essência de condução dinâmica, não, pois sua dirigibilidade ficou parecida com a do Novo Uno. Na minha opinião, uma perda de identidade em relação ao modelo antigo que sempre foi superior ao “irmão”.

Versão Sporting é bonita, mas não empolga com o motor 1.6 16V de apenas 117cv

Mudanças reais – Bem parecido com Fiat Punto, o desenho do Palio 2012 mudou absolutamente, e nada tem a ver com a geração anterior. Está bonito e, apesar de maior (31 mm mais largo, 60 mm mais alto; 28 mm mais comprido e com entreeixos 47,3 mm mais alargado) ele aparenta ser até mais compacto que o antigo modelo. A frente está bem arredondada e recebeu faróis “biparábola”. Ambos os pára-choques estão bem robustos e doando bastante esportividade ao carro. A dianteira ganhou um ´bigodinho´ que lembra demais a personalidade do ´Cinquecento´(Fiat 500) e combina bem com a enorme ´boca´ que forma a grade frontal. A frente do carro é coerente com a inclinação do pára-brisa e com o posicionamento das colunas “A” e a lateral também é muito harmoniosa com portas largas e que possibilitam fácil acesso ao habitáculo. O carro quase funde os estilos de um hatch com os de uma minivan, mas em momento algum perde a sua essência esportiva. Particularmente, não gostei muito do desenho da tampa do porta-malas e das lanternas traseiras, um tanto chinesas para o meu gosto e nada originais, já que o estilo (de invadir a lateral da carroceria) já é bastante utilizado por aí.

Sensações de condução estão muito parecidas com as do Novo Uno: degrau que havia entre as duas famílias diminuiu de tamanho

Interior – Por dentro o modelo também mudou completamente. Superfícies de teto, forrações de portas, tecido e formato dos bancos, piso, console central, absolutamente tudo é novo. A Fiat declara que 3.300 novos componentes compõem o inédito veículo.

A nova máquina será disponibilizada com três opções de motores (Fire 1.0 EVO, Fire 1.4 EVO e 1.6 16V E.torQ) e duas de câmbio: manual e Dualogic (automatizado). Seis são as versões: Attractive 1.0 (R$30.990); Attractive 1.4 (R$34.990); Essence 1.6 16V (R$37.990); Essence1.6 16V Dualogic (R$40.490); Sporting 1.6 16V (R$39.990) e Sporting 1.6 16VDualogic (R$42.990). O acabamento é bom e condizente com os preços sugeridos pelo fabricante (base SP, sem frete).

Apesar de o carro estar maior por dentro, tal qual o Novo Uno, a impressão visual é que ele seja menos espaçoso que o antigo. Mas está realmente mais espaçoso, principalmente na traseira. Como todos os Fiat, a ergonomia é invejavelmente bem acertada. Os comandos são de fácil acesso e o corpo não sofre nas manobras internas. Bem funcional, traz (dependendo da versão e opcionais) até 17 porta-objetos. O estilo interno – principalmente do painel – está muito parecido com o do Novo Uno e, por causa disso (e por dividir parâmetros de plataforma) as sensações de condução são bastante aproximadas às desse ´irmão´ menor. A meu ver, um pecado, pois aquele degrau qualitativo que havia entre essas duas famílias da Fiat, praticamente sumiu, o que pode desagradar e fazer um cliente pensar duas vezes na hora de pagar mais pelo Palio quando, na verdade, ele já não vai oferecer muita diferença sensitiva em relação ao Uno.

Conjunto estético está bem bonito, mas as lanternas traseiras... chinesas demais

Veredicto – Obviamente, a Fiat (empresa líder de vendas há 10 anos no Brasil) não brinca em serviço. Pesquisou, estudou, criou e lançou mais um produto de sucesso. Investiu R$ 1 Bi (R$ 700 milhões aqui e R$ 300 milhões na Argentina) e deve conseguir manter os bons ventos para o Palio, vendendo umas 14 mil unidades mensais entre o novo modelo e o Palio Fire (antigo) que continuará em produção. No cardápio há opções para todos os gostos: Attractive (entrada), Essence (meio termo) e Sporting (topo da linha). A marca fez um bom trabalho de itens de segurança. O carro pode vir com até 4 Airbags (frontais e de cabeça) e os freios também podem ter sistema ABS com auxiliar EBD. Isso é bom, mas não há, por exemplo, opção de escolher freios a disco também nas rodas traseiras, o que curaria uma ferida antiga dessa família. Os motores Fire 1.0 EVO, 1.4 Evo e 1.6 E.torQ Flex oferecem, respectivamente, os seguintes números (máximos) em potência e torque: 75 cv e 9,9 kgf.m; 88 cv e 12,5 kgf.m e 117 cv e 16,8 kgf.m. Logicamente, quanto mais forte, mais agradável de se dirigir. O melhor deles é o 1.6.

No frigir dos ovos, o Novo Palio 2012 está bonito, honestamente bem equipado e com preço condizente ao que oferece. Sua carroceria agora aderna um pouco menos que o carro antigo e as suspensões estão refeitas, menos macias e, portanto, com maior sensação de segurança. O pacote de conforto também é interessante. Resguardados os opcionais e as versões, ele traz: ar-condicionado, vidros e travas elétricos, volante em couro com comandos de rádio, “borboletas” para a troca de marchas (quando equipado com câmbio Dualogic), sensores crepuscular e de chuva, piloto automático; pára-brisa térmico, rádio + CD player (com MP3 e entrada iPod/USB), faróis de neblina, entre outros itens. Perfeito seria se houvesse a opção do Palio turbo com o “caracol da alegria” a fazer sorrir quem gosta de carro bonito e veloz. Mas não há. Uma pena.

Bem equipado e com preços similares à versões antigas, ele deverá continuar firme e forte voltando a vender bem. Os concorrentes diretos são: VW Gol e Fox, Chevrolet Agile e Renault Sandero. (Fotos: divulgação)

Às 23:21

New Fiesta agora tem versão hatch

7 out

New Fiesta hatch estréia o ´Novo Preço Brasil´

O mexicano New Fiesta hatch 5 portas chegou ao Brasil. Bem formulado, com linhas agressivas, motor 1.6 feito aqui, frente diversa do sedã, pretensões em ser produto individualizado. Mantém a atrevida proposta de estilo Kinetic, sugerindo dinamismo, e adota o Sync, sistema de interação desenvolvido com a Microsoft, fala português, tem Bluetooth, tela no painel e controle de áudio no volante de direção. A proposta é ser compacto Premium, ou seja, pequeno bem dotado de cuidados, confortos, equipamentos e tratamento estético, pintura, brilhos para diferenciá-lo dos demais, como as lanternas dianteiras com LEDs. Dinamicamente, direção elétrica para melhorar rendimento, integração entre sistema eletrônico de estabilidade e freios com sistema antitravamento ABS. O motor Sigma 1.6 faz variáveis 110/115 cv quando abastecido, respectivamente, com gasolina e álcool. Fabricante diz que modelo pode atingir os 190 km/h.

Grade e molduras dos faróis de neblina são diferentes da versão sedã

Preços iniciam em R$ 49.000. No padrão mínimo de segurança: freios ABS, dois AirBags, controle de estabilidade e sistema Sync por R$ 52.000. A mais luxuosa: R$ 55.000. Caro? Não julgue ainda, constate. É o primeiro evento na porteira aberta pelo Governo Federal para proteger empregos, nacionalização e tecnologia locais. Aumentou o IPI, barrou os importados da comparação e da referência, revogou o Efeito JAC (carros chineses completos por preço dos incompletos) (Roberto Nasser / Fotos: divulgação)

Às 23:04

Duster, o SUV para acelerar a Renault

5 out

Duster, bem dotado, menor preço

Se alguém perguntar qual é o feitio de automóvel das conquistas e sonhos dos brasileiros, a listagem começará pelos SUVs – ou utilitários esportivos. Têm mercado incalculado, sequer pela Ford que deitou, rolou, ganhou e festejou com seu solitário e absoluto EcoSport. Fato numérico, ninguém projetou a vigorosa expansão no segmento: 1.600%, 16 vezes, entre 2000 e 2010, quando o mercado geral marcou 220%, 2,2 vezes. No conjunto, há 10 anos era 1% dentre os veículos de passeio, hoje são 7,6%. Na prática seus integrantes ou são “carros-de-ir” (com habilidades para fazer fora de estrada) ou vedados aos usos urbanos por limitações mecânicas, do tipo “engana-mãe-de-moça”, frajolas, com adereços disfarçando a falta de habilidades, os que sugerem mas não cumprem. Disposta a crescer e ocupar mercado proporcional aos seus investimentos, os maiores dentre os novos fabricantes pós-1998, a Renault desenvolveu o Duster a partir dos bons resultados operacionais conseguidos com o Sandero e, em especial, com o Stepway, mais alto e decorado. São 60% dos 5,5% das vendas Renault no universo doméstico.

Máquina tem bom conjunto de motores e suspensões

Fazer o Duster (para os ingleses não é um nome bom, significando “Guarda-Pó” e não como se imagina por aqui, o que “faz poeira”, o líder) não foi difícil, pois a base mecânica existia, a plataforma B Zero e motor e transmissões, da família de Logan e Sandero. Entretanto, para evitar prometer e não cumprir, resolveu melhor adequar as versões. Assim, deu maior altura livre, 21 cm e habilidades para uso em terrenos íngremes, ampliando os ângulos dianteiro e traseiro. E resolveu abrir o leque de variações, da versão 1.600 cm³ (com o bom motor 16V e 110-115 cv utilizando gasoálcool-álcool) tração simples na dianteira, como carro básico de entrada, com direção, ar-condicionado, trio elétrico. A seguir, decoração transforma o 1.6 em Expression, com dois AirBags, vidros das portas acionados eletricamente, barras no teto. Em seguida, a primeira versão para quem se preocupa com segurança, ao juntar AirBags e ABS. É a Dynamique, disponível com motores 1.6 e 2.0, com detalhes em couro no volante e no pomo da alavanca de marchas, banco traseiro rebatível, computador de bordo. Para quem pensa em segurança pessoal e familiar, é o início das opções. Finalmente, os de topo, ambos 2.0, 16V, também flex: versão com transmissão automática quatro velocidades, troca seqüencial na alavanca ao piso, nova e atualizada gestão eletrônica; e outra, a melhor elaborada no conjunto, com tração nas duas e quatro rodas, estas engrazadas por sistema de distribuição para a força. Não possui caixa de reduzida, mas alterou a configuração da caixa de 6 velocidades à frente: reforçou rolamentos, encurtou a primeira marcha e reduziu levemente segunda, terceira e quarta, mantendo quinta e sexta mais livres. Assim, o motor 2.0 com a primeira marcha curta, permite subir em lugares difíceis, arrancar tracionando reboque, ter força e habilidades no superar terrenos árduos, lamas, ter segurança para andar em piso molhado. No uso normal, citadino, dispensa sair em primeira, arrancando em segunda sem dificuldades. Agradável surpresa, o miolo do diferencial é preso a uma sub-estrutura que, por quatro barras, liga-a à suspensão. Resultado, ação independente nas quatro rodas, oferecendo conforto e estabilidade. Sete cores comuns à marca: prata, azul, cinza, vermelho, branco, preto, e uma de inspiração tropical, a Verde Amazônia, misto de verde e marrom metálicos.

Rodar do Duster é uma identificação direta da marca Renault

Trato nacional – A equipe de design da Renault adequou o Duster da Romênia às exigências brasileiras e latino americanas, incluindo México, ampliou o espaço interno, deu-lhe revestimento tratado, adicionou-lhe visual musculoso. Sua configuração, hábil por altura e bons ângulos de entrada e saída, mesmo em 4X2, mostra valentia em lugares onde outros monovolumes decorados teriam dificuldade de superar. A versão automática é ideal ao trânsito nas cidades e a 4×4 a quem necessita força e habilidades extras. O Duster banca a aposta de crescimento imediato da Renault, buscando colocar 2.500 a cada mês, e ampliar sua fatia no mercado. A marca e sua aliada Nissan, anunciando novas fábricas em Resende (RJ) e expandindo a de Pinhais (PR), intentam 13% do mercado até 2016.

Quanto custa? – Duster 1.6 16V Hi-Flex  R$ 50.900; Duster Expression 1.6 16V Hi-Flex R$ 53.200; Duster Dynamique 1.6 16V Hi-Flex R$ 56.900; Duster Dynamique 2.0 16V Hi-Flex R$ 60.600; Duster Dynamique 2.0 16V Hi-Flex (c/ câmbio automático/seqüencial) R$ 64.600 e Duster Dynamique 2.0 16V Hi-Flex (tração 4×4 e câmbio manual) R$ 64.600. A pintura metálica custa R$ 850 e os bancos em couro, R$ 1.500. Caro? Justo? Barato? O julgamento é seu e será medido pelos números de venda. O critério se baseia em condições simples: o EcoSport está em fim de ciclo, e o Tucson, montado em Anápolis, não alcança o índice de nacionalização, sendo sujeito ao aumento do IPI. (Roberto Nasser / Fotos: divulgação)