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Às 15:18

Documentário “Senna. O Brasileiro. O herói. O campeão” estará nas lojas e locadoras a partir de 24 de março

22 mar

Senna: breve nas lojas e locadoras

A Universal Pictures juntamente com o Instituto Ayrton Senna lançará nesta próxima quinta-feira (24/3), o documentário “Senna. O Brasileiro. O herói. O campeão”. O material deverá chegar às lojas e locadoras especializadas ainda este mês. O filme expõe Ayrton Senna, considerado o maior piloto de Fórmula 1 de todos os tempos, de maneira vibrante e emocionante, já que traz amplo acervo de imagens (de dentro e fora das pistas), muitas delas jamais vistas. Dirigido pelo inglês Asif Kapadia, “Senna. O Brasileiro. O herói. O campeão” será vendido pela Universal Pictures em diversos pacotes diferenciados em preço que trazem, além do documentário em DVD, obviamente, outros brindes. (Imagem: divulgação)

Às 17:31

O símbolo do automóvel faz 125 anos

3 fev

Projeto da patente requerida por Carl Benz

Vamos combinar. Ninguém sabe com exatidão qual foi o primeiro veículo automotor. Talvez o Markus, do engenheiro austríaco do mesmo nome, em 1875. Mas ficou apenas no protótipo e sem produção em série, como muitos outros inquietos curiosos, técnicos, engenheiros à época iluminados por facho de inspiração fizeram surgir, mundo afora (leia-se Europa e EUA) veículos autopropelidos. Quem, 10 anos após o fez, e cartesianamente obteve documento formal de reconhecimento de patente foi o triciclo do engenheiro alemão Carl Benz. A Daimler-Benz insiste em grafar seu nome com “K”, mas de origem é com “C”. Coisas de algum pai do marketing com pretensões de ter interpretação mais importante que a história. Como inovava, sem nome para o gênero cujo registro expedido em 29 de janeiro de 1886, foi tratado de Motor Wagen, veículo a motor. //// É o símbolo do automóvel, com história ampla, a antecipar um século do que seria seu uso e seu mercado. Na prática a criação de Benz para nada servia. Fazia barulho, fumaça, espantava animais, incomodava pessoas. Tinha um registro oficial de patente mas, imóvel tralha, tomava lugar dos animais e dos veículos de tração a sangue no estábulo, a futura garagem da família Benz. Policialmente proibido de circular, em agosto de 1888, dois anos e meio após a patente, instigou dona Bertha, 39, esposa do insistente Benz, sócia nos apertos domésticos pelo desenvolvimento do veículo, cansada de ouvir críticas dos pais, vizinhos, polícia e outros idiotas cegos para o início da mudança no mundo, botou ordem no negócio. Num amanhecer, com seus filhos Eugen (15) e Richard (13), empurraram o carro – uma charrete com roda dianteira – e saíram de Manheim indo parar na casa da mãe de Bertha, em Pforzeim, a 120 quilômetros de distância. Um sacrifício. O motor, 4 tempos, monocilíndrico, deslocava 954 cm³ e produzia 2/3 de HP a 250 rpm. Charrete-wagen e motor pesavam 300 quilos e, na prática, entre peso, carga e potência equivale usar motor de Fiat Mille para mover um ônibus. Há quem se perca nos detalhes, interprete, romantize a viagem, enfeitando-a com intervenções de dona Bertha, como utilizar os alfinetes do chapéu para desentupir o ´gigleur´ do carburador (nem um nem outro existiam então…) ou sacar a liga elástica de uma das meias e substituir mola metálica ou sacrificar seu cinto e o dos meninos como material abrasivo para os freios. Romance ou não, são irrelevantes. Fato claro, a decisão de dona Bertha resolveu muitas questões: tampou o incômodo no âmbito familiar e em seu burgo: exibiu utilidade; provou (com todo o respeito, mas visto o cenário de época) até uma mulher era capaz de dirigir o tal de Motor Wagen; sinalizou o início da mobilidade, encurtando em dias a distância se percorrida a cavalo ou carroça; e deu nome ao composto químico utilizado para limpeza e que, daí em diante se chamaria, obviamente, Benzina. //// Viabilizou o negócio. Os jornais das cidades cruzadas pelo pioneiro veículo deram ampla cobertura, distribuindo-a pelo telégrafo e, quando Dona Bertha e os ´benzinhos´ voltaram, já haviam encomendas. Benz produziu outra unidade e levou-a para a Feira Mundial de Paris, em 1889 e de lá voltou com outros pedidos viabilizadores do negócio. O resto entre percalços e vitórias, está aí com a estrela de três pontas, mito e meta. Há a considerar a coragem de dona Bertha como o grande indutor e à quebra do paradigma que mulheres não conduziam, eram conduzidas, demarrando a influência feminina sobre o mercado de automóveis, hoje entre compras próprias e influência, projetada em 70%. Ponto final, somou-se às evidencias geradoras de frase sintética: “Se é para explicar, chame um homem. Para fazer, uma mulher”. (Roberto Nasser/Imagem: divulgação)

Às 16:08

Jaguar celebra em 2011 os 50 anos do legendário esportivo “E-Type”

28 jan

Jaguar E-Type: legendário esportivo faz 50 anos

Este ano será especial para a marca britânica de automóveis Jaguar. O fabricante celebrará durante 2011 os 50 anos de existência do mitológico modelo “E-Type”, espécie de baluarte referencial de sua geração. //// HISTÓRIA - O Jaguar E-Type foi apresentado ao público pela primeira vez no Salão de Genebra de 1961. Para reviver aquele momento de muito destaque do bólido, a Jaguar o reapresentará em março próximo no mesmo salão em desfile muito especial pelas mesmas ruas que ele percorreu há exatos 50 anos. As comemorações estender-se-ão do Salão de Genebra para o festival anual de Goodwood, exposição “Pebble Beach Concours d’Elegance”, nos Estados Unidos e no “Nurburgring Old Timer Grand Prix”, na Alemanha. //// PERFORMANCE E ESTILO – O esportivo de linhas inconfundíveis chegou ao mercado se impondo pela beleza e força. Era capaz de atingir mais de 240 km/h, custava menos do que a concorrência e, por causa do equilíbrio de sua suspensão, boa qualidade construtiva e charme, consolidou-se como um dos carros mais importantes de sua época. O E-Type foi vendido entre 1961 e 1974. Seu desenho irretocável e de proporções harmônicas renderam-lhe um espaço permanente no Museu de Arte Moderna de New York. (Foto: divulgação Jaguar)

Às 12:53

E o Simca, lembra? Voltará

27 jan

Simca: de volta, agora como Peugeot barato

A marca Simca, lembrada dos brasileiros apenas pelos Chambord, Tufão, EmiSul, Esplanada, Jangada e Regente, na verdade era muito maior que estes apêndices herdados à Ford. Eram elegantes, resistentes, econômicos e, ao fim de seu ciclo, performáticas, como o imbatível Simca Abarth – pequeno e mais rápido que um Ferrari à época – e até seus resíduos Talbot, campeões de rallies, quando a Peugeot assumiu a Chrysler, dona da Simca desde 1964, e operou com a marca Talbot. Pois é, pode voltar. A PSA, holding de Peugeot e Citroën, quer uma marca de entrada, repetindo a Renault com Dacia – é a marca européia do Logan. E, para baixar preço, além da licença poético-mecânica de usar plataformas descontinuadas e engenharia com processos econômicos, também quer começar no lugar onde se fazem os carros com os menores custos industriais do mundo, a Turquia (não confunda preços industriais com lucro unitário, pois aí somos campeões). //// A PSA pensou em exumar as marcas Panhard e Talbot. Primeira, sempre identificada com tecnologia, mas de pouco reflexo mundial. A outra, inglesa e pioneira, acabou sendo utilizada pela Chrysler e herdada pela PSA nos pequenos carrinhos. Infelizmente acabou há 30 anos bem pontuada como campeã de rallies, mas envolvida numa complicação com mão de obra que fechou fábricas e ajudou a PSA na decisão de fundir e acabar com as marcas. //// Simca, mais antiga, tem a aura da soma de elegância e resistência, e a de ter sido a marca européia com o maior número de pequenas montadoras mundo a fora. Era a mais internacionalizada, o que instigou a Chrysler a assumi-la e descobrir que a grosseria industrial e capitalista norte-americana é incompatível com os métodos europeus.  (R.Nasser/Imagem:divulgação)

Às 21:55

New Beetle, o eterno Fusquinha

26 jan

New Beetle: agradável

Charmoso, bem formulado, bom para andar em trabalho e lazer, o Volkswagen New Beetle está encerrando um ciclo e em breve iniciará outro com versão atualizada. É divertida tentativa de perenizar o Fusquinha, ou Beetle, como mundialmente conhecido, em cerca de 20 milhões de unidades produzidas, dando certo na primeira edição, que se encerra após mais de década de produção. Proposta interessante, inusualmente não começou por demanda das áreas comerciais ou de marketing, mas da sugestão do designer J. Mays, hoje na Ford e autor de propostas idênticas de interpretação, como os Fords GT e o Mustang. Sobre a plataforma e motor dianteiro do Golf, criou os painéis de lata bastantes para formar outra carroceria e inventar nova proposta. Incrementou detalhes como faróis e lanternas traseiras redondos, com operação atual, mas desenho lembrando especialmente as caricaturas sobre o Fusquinha. A instrumentação também reflete o descompromissado VW de entrada. Obteve o resultado ao provocar lembranças com um conceito de linhas preso à plataforma e mecânica do bom Golf geração V. //// Mescla entre realidade e lembranças, copiou detalhes visuais e características boas e más do projeto original, como o restrito espaço interno e a absoluta falta de compartimentos para guardar os itens que à época do Fusca não eram usados, mas hoje integrando o universo geral: chaves, celulares e que-tais, abridor de portão, moedas, dinheirinhos para os para-trombadinhas dos sinais, …estas coisas pós-modernas. //// Nunca propôs rivalizar com os demais VW, lembrando o comportamento de mercado, fez como o Karmann-Ghia, o único carro de linhas esportivas pesando mais que o sedã de origem. Era destinado aos admiradores do carro e apenas isto bastava. Se inspirava performance, estabilidade ou velocidades inexistentes, era coisa tópica. O New Beetle tem comportamento mercadológico assemelhado. Seus usuários tratam-no como objeto de carinho, uma ligação com o passado, e suas limitações, especialmente na acomodação interna, fazem parte do imaginário. Vendeu relativamente bem. Atua num mercado imprensado, onde todos os concorrentes se equivalem, diferenciados por menos de 10%, todos vendendo em torno de 1.500 unidades ao ano. Poderia ter conseguido melhor resultado se a VW se aplicasse mais ao produto. Afinal, entre Fiat 500, Mini, Smart For Two, é o único com redução tarifária. //// Mecanicamente é o Golf antigo. Sólido, confiável. Motor antigo, em vias de se transformar em referência de arquivo, desloca 2 litros, 8 válvulas, fazendo limitados 116 cv – os atuais motores 1.4 arranham esta potência. Frouxo em torque: apenas 16,5 kgf.m, quando outros 2.0 andam em torno de 20 kgf.m. Junto, transmissão automática com 6 velocidades. Freios a disco nas 4 rodas, suspensão Mc Pherson frontal e semi independente na traseira. Direção com assistência hidráulica. Unidade utilizada, branca com estofamento em couro vermelho bordô juntava elegância a apelos de memória de combinação idêntica ao fim dos anos ´60, embora no Fusquinha, couro só dos sapatos, cintos e bolsas dos ocupantes. //// Agradável de uso, descompromissado em performance, com o câmbio se esforçando para compensar a pequena tropa do motor, conseguiu andar, a grosso modo, cidade e estrada, 10 km/litro de gasálcool. É ainda encontrável como estoque remanescente a valor negociável e abaixo de R$ 75 mil referência da versão completa. Lembre-se o leitor tratar-se de unidades finais. A VW no México ao descontinuar o Golf 5 deu fim aos derivados New Beetle e Bora. (R.Nasser/Foto: divulgação)

Às 14:12

Dia Nacional do Fusca: saudosa homenagem ao veterano

20 jan

Fusquinha: como sempre, em evidência

Viva o Fusca! – Gostas do Fusquinha? És fã do mais amado e famoso automóvel do mundo? Pois saiba que hoje (20 de janeiro) é o Dia Nacional do Fusca. Para dar ênfase à data especial, a turma do “Fusca Clube Alagoas” irá se reunir (como de costume) na frente do (desativado) Alagoas Iate Clube, o famoso Alagoinhas, a partir das 20h, exibindo várias versões deste querido Volkswagen. Se tiver um, leve-o para expor também. Caso contrário, vá admirar um pouquinho da história automotiva nacional. //// Linha do tempo – Também em janeiro comemora-se outro marco na vida do Fusca no Brasil. No dia 3 de janeiro de 1959 o Fusquinha começou a ser produzido com um índice de nacionalização de 54%. //// Você sabia? – Que dentre as tantas versões do Fusca, existiram algumas bem estranhas? O Fusquinha saiu “anfíbio” (com capacidade para navegar), com câmbio automático, com suspensão McPherson independente e com molas espirais e, acredite: teve até Fusca movido a gasogênio (lenha!) e também com óleo mineral, ambos utilizados na 2ª Guerra Mundial. (Foto: divulgação)

Às 17:47

O Ford “T”: flex e muito mais

25 nov

Ford Modelo ´T´: primeiro e “multi flex”

  Mercado brasileiro de automóveis e comerciais leves caminha para a quase totalidade de motores ciclo Otto (ignição por vela) e habilidades “flex”, de consumir gasolina misturada com álcool, ou este combustível, puros ou misturados em qualquer potencial. //// É exigência dos consumidores por operação mais barata, ou opção ante a falta de algum. Vale referenciar, a capacidade de utilizar combustível fóssil ou vegetal, começou há 101 anos, quando Henry Ford apresentou seu Modelo “T”. Mítico registro do conceito da linha de produção de operações coordenadas, visava criar instrumento de facilidade ao produtor rural pela habilidade de consumir álcool doméstico feito das sobras de colheita de frutas e tubérculos. A ação enlaçava a operação do homem do campo com o automóvel, apontado como importante auxiliar de produção. A flexibilidade do “T” superava as opções atuais por consumir qualquer coisa líquida que gerasse explosão, mas esta capacidade pouco foi utilizada, pois logo as distribuidoras criaram redes de postos, simplificando a operação de abastecimento, tornando a gasolina o combustível padrão. Mais que centenário, o Ford Modelo “T” é a grande referência na história do automóvel. (R.Nasser / Imagem: acervo do Museu do Automóvel de Brasília)

Às 22:08

Túnel do tempo (1967): Jim Clark, impávido, em Mônaco

4 out

Sem comentários…

Para comemorar o dia >> A foto é tão linda que dispensa legenda. Jim Clark, verdadeiro monstro das pistas, admirado até por Ayrton Senna, brilhando nas perigosas ruas de Mônaco, em seu belíssimo (e inesquecível) Lotus 49.

Às 21:59

Autêntica Editora lança “Os 50 carros que mudaram o mundo”

12 set

“Os 50 carros que mudaram o mundo”. Esse livro bacana lançado pela “Autêntica Editora” (Formato 14 X 21cm, 112 páginas, R$ 34) apresenta aqueles automóveis que causaram substancial impacto no mundo automotivo. Do inesquecível Ford ´T´ (de 1908) até os “smart cars” de hoje, passando pela Ferrari e pelo Lamborghini Miura, cada carro apresentado contém um verbete que justifica a sua condição de ícone e o seu status no mundo do design.

Às 18:45

A hora da História: Galaxie de JK renasce em 95 dias!

3 set

Trabalho mágico feito em 95 dias!

O 16º Batalhão Logístico do Exército, em Brasília (DF) cumpriu feito invejável: aceitou recuperar o Galaxie 500, de 1974, último veículo adquirido e utilizado pelo ex-presidente Juscelino Kubitschek. Mais que o insólito, afinal as Forças Armadas e a Revolução elegeram JK como o símbolo da possível reação democrática, valeu o exemplo da parceria: o B Log entrou com as boas instalações, a capacidade do Cel.Antônio Eleazar de coordenar e atrair apoios: os Amigos do Galaxie; Clube do Galaxie; V8 Clube, particulares, empresas, como a Basf/Glasurit, a Brasília Motors e a Retífica Mineira agregaram-se ao grande esforço. Aliás, grande, rápido e eficaz: em menos de 100 dias o Galaxie foi retirado de seu sarcófago envidraçado (caixa de blindex multiplicando o sol da tarde no Planalto), restaurado e apresentado às Sras Ana Christina Kubitschek Pereira e Cirlene Ramos, presidente e executiva maior do Memorial JK, para onde retornará aos 12 de setembro, comemoração do aniversário de JK. //// Por pensar – Grandes ações não se encerram em si mesmas, são geradoras de conseqüências. No caso maior, a reaproximação entre a mais emblemática das Forças Armadas e a imagem do estadista. Depois, a atração sobre os representantes da sociedade civil, clubes, grupos, especialistas, pessoas físicas e jurídicas. Melhor, sob o ponto de vista antigomobilístico, é o exemplo: um corpo público entende que determinado veículo deve ser preservado como referencia de história. Ou seja, o verdadeiro espírito antigomobilista. No varejo, o pequeno time do Exército, dedicado ao serviço entendeu a importância do cuidado com o detalhe e a autenticidade, conceitos hoje perdidos na pressa dos reparos. //// Pressa é palavra pouco descritiva para o processo. Na prática foram 95 dias para refazer o automóvel, enfurnado e sem manutenção há 30 anos: arrancar a carroceria do chassis; corrigir os dois; alinhá-los e pintá-los; refazer o motor; recuperar toda a parte rolante; resgatar qualidade sobre mau reparo anterior com portas usadas e de cor diversa; reestofar os bancos; acertar detalhes; apagar marcas e dar forma aos inúmeros frisos em alumínio da decoração da carroceria; revisar instrumentação e os comandos. Enfim, uma reconstrução completa dentro dos padrões de originalidade, ao final certificada pelo Museu do Automóvel, em Brasília. //// Aval – A adesão civil ao projeto deu o faltante carimbo de entusiasmo externo. Afinal, o 16º BLog assumira a missão, mas não poderia aplicar recursos públicos no desafio, restrito ao uso de mão de obra. E mais, ali ninguém conhece carros de luxo. Permissão dada pelo Gal. Sodré, Comandante Militar do Planalto, e pelo Gal. Dacas, 3ª Comandante da Brigada, à sugestão do Cel. Antônio Eleazar, equipe pequena, comandada pelo Sgt.Revoredo tocou o negócio. Os clubes ofereceram consultoria, peças de decoração, acabamento, calotas, adesivos, e fizeram um mutirão para a montagem, esforço articulado por Dino Dragone, autor do único livro brasileiro sobre Galaxie; Vicente Gonçalves de Souza fez o último serviço de sua agora fechada oficina de restauração, dando vida nova aos frisos de alumínio, uma das mazelas da construção de automóveis; Sérgio Cunha Rego, conhecido em Brasília por sua oficina a carros estrangeiros, refez pessoalmente o motor, embreagem, cooptou a Retífica Mineira para os serviços, e doou todas as novas peças necessárias. A Basf, produtora de tintas, designou engenheiro químico para acompanhar, forneceu o material de nanotecnologia não agressiva ao meio ambiente, e a Brasília Motors, concessionária Mercedes na Capital, jateou o chassis e refez o apodrecido chão do porta-malas. Enfim, belo trabalho e exemplo de utilidade e união. Sabem os antigomobilistas de singela frase cunhada pelo Museu do Automóvel: carro antigo faz amigos. (Roberto Nasser / Foto: divulgação)