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Às 15:40

Ferrari FF >> Força total!

22 jan

FF é a sucessora da Scaglietti

A Ferrari Four virá com um propulsor de gente grande. Será equipada com um motor V12 de 6.300cm³ doando 660 hp e (estonteantes) 69,7 kgf.m de torque! A tração (apesar de 4X4) terá controle de distribuição de força ´sob demanda´, ou seja, atendendo as exigências das condições instantaneas de aderência. Prioritariamente, o carro terá a tração nas rodas traseiras muito mais ativa, no entanto, ao menor sinal de necessidade de compensação de estabilidade, a força também vai para o eixo dianteiro. (veja mais abaixo)

Às 15:10

Novos motores FPT no Paraná: fazer negócios, vender Fiats

6 jul

Novo "E-Torq" da Fiat: mais força

Novo "E-Torq" da Fiat: mais força

 Braço de motores e transmissões da Fiat, aberta ao mundo para vendas a todas as marcas, a FPT fez negócio de rapidez e oportunidade ao atropelar a GM, comprando a fábrica de motores Tritec, joint venture entre a Chrysler e a BMW, dedicada a produzir e exportar propulsores. //// Aplicou R$ 250M para revisar máquinas, processos e manufatura, rever conceito mundial de qualidade pelos parâmetros do WCM (World Class Manufactoring), dar sentido ecológico às instalações, processos e refazer os motores para operação com demanda por etanol, ´gasálcool´, gasolina pura e emissões baixas dentro da legislação estrangeira, para manter aberta a porta das exportações. //// Os motores foram revistos em itens constitutivos como o virabrequim com oito contrapesos; bielas sinterizadas; pistões de massa reduzida. A nacionalização dos motores aumentou a 91%. É a maior fábrica de propulsores de cilindrada média – hoje, 1.6 e 1.8, e um 2.0 em desenvolvimento –, a mais moderna da América Latina, capacidade atual de 330 mil motores/ano, previsão de 400 mil em 2012, e evolução de empregos de 350 para 500. Ampliou em 20% a capacidade da FPT na América Latina. //// Os motores têm a designação de ´E.Torq´, expondo a característica de terem o maior torque na cilindrada dentre os motores nacionais. Para aplicação imediata, o primeiro cliente é a própria Fiat, no Punto 2011. Com álcool (ou etanol, rótulo atual), o 1.6 16V Flex produz 117cv a 5.500 rpm e 16,8 kgf.m de torque a 4.500 rpm. À gasolina, 115cv a 5.500 rpm e torque de 16,2 kgf.m a 4.500 rpm. Os de 1.800cm³ (1.8) 16V Flex tem potência máxima de 132cv a 5.250 rpm e torque máximo de 18,9 kgf.m a 4.500 rpm, com etanol. Com gasolina, 130cv a 5.250 rpm e 18,4 kgf.m a 4.500 rpm. Em ambos, 80% do torque é disponível a rotações próximas da marcha lenta e 93% a 2.500 rpm, utilizadas nas cidades, tornando o rodar confortável. Decisão interessante, segurar a potência e as rotações elevadas para privilegiar o torque em rotações de uso urbano. OOOO Aditivo – Um motor pode melhorar as vendas de um veículo? Pode, especialmente quando se trata de (re)potenciar produtos já existentes no mercado. No caso da Fiat a nova força dos motores chega como adição importante: complementará a aura de modernidade que hoje ilumina seus 1.0 e 1.4. No caso, os 1.6 e 1.8 serão opção para os atuais utilizadores dos motores 1.8 fornecidos pela GM: picape Strada, Doblò, Idea e Linea. Neste, em especial, o 1.8 dará brilho e realçará as qualidades do produto. (Roberto Nasser/Foto: divulgação)

Às 14:03

Bem mais que uma marolinha…

26 mai

Até que o mercado nacional interno de vendas de automóveis anda equilibrado. De setembro de 2008 pra cá as coisas desaceleraram um pouco devido à crise norte-americana, mas, mesmo assim, o Brasil deverá atingir mais de 2.500.000 unidades em vendas. A bronca agora reside nas exportações. No primeiro quadrimestre de 2009 (jan-abr), as vendas externas caíram quase 51% em relação ao mesmo período do ano passado. A retração preocupa muito o setor de pesados (ônibus e caminhões). Com o corte de crédito nos EUA, a “marola” trouxe, sim, um ´tsunami´ para cá: entre janeiro e março de 2008, por exemplo, a Mercedes-Benz comercializou mais de 10 mil motores para os Estados Unidos. No mesmo período de 2009, as vendas limitaram-se a 31 unidades! Impressionante, não? Até agosto de 2008 era preciso entrar na fila para comprar um caminhão de praticamente todas as marcas instaladas no nosso País, agora, há produtos de sobra no mercado. O crédito sumiu, consequentemente a demanda retraiu-se e, obviamente, as vendas diminuíram. Apesar do difícil quadro, o renomado economista Nouriel Roubini acredita que o Brasil está no rol dos países que enfrentarão menos dificuldades para sair da crise.