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Às 18:08

O belo e lendário Mercedes SL

31 jan

Traços indefectíveis moldam a carroceria toda em alumínio

Espécie de baluarte referencial entre os roadsters esportivos, o Mercedes-Benz SL (Sport Light), que já possui 60 anos de tradição, chega à sua sexta geração mantendo a mesma classe e refinamento de sempre. A novidade maior é que, pela primeira vez, a marca germânica está produzindo o modelo com carroceria completamente feita em alumínio, o que a torna até 140 kg mais leve do que a geração anterior. O resultado dessa nova dieta é uma equação com melhora na estabilidade (que favorece o centro de gravidade mais baixo) e, consequentemente, uma dirigibilidade mais ágil e ainda mais esportiva tanto em retas quanto em situações de rolagens laterais.

Capota do roadster pode ser levantada em menos de 20 segundos

Outras melhorias >> O comportamento dinâmico do modelo alemão também foi melhorado pela adoção dos novos motores “BlueDirect”. Segundo a MB, esses propulsores (V8 e 6 cilindros) diminuíram os volumes de suas litragens e, apesar de terem as cilindradas reduzidas, ganharam em torque e potência e também em economia de combustível, chegando a ser até 29% mais econômicos do que as unidades motrizes da geração anterior.

Ergonomia perfeita e detalhes de acabamento impecáveis

A máquina (cara, boa e bonita) continua a ser engendrada (e evoluída) dentro dos parâmetros construtivos mais eficazes que a Mercedes possui. Por exemplo: independentemente de a capota estar aberta ou fechada, os níveis de ruído externo e de vento no habitáculo são perfeitamente controlados pelos apetrechos aerodinâmicos do carro, portanto, é possível andar num Mercedes SL em altíssima velocidade sem assanhar as madeixas e escutando a sua música predileta. Mínimos detalhes fazem a diferença nesse veículo. Agora na nova geração o limpador de para-brisa denominado de “Magic Vision Control” asperge água por meio de canais na própria lâmina dosando a quantidade do líquido conforme seja a velocidade do carro e intensidade do que ele “ache” que precise limpar no vidro…

Motor V6 tem potência de 306 hp. Já o V8 doa generosos 435 cv...

Carroceria mais leve e rígida >> Uma das coisas mais desejadas por quem compra, entende e quer desfrutar ao máximo de um carro esporte, é o bom trabalho de suspensão que o automóvel possa oferecer. Unido diretamente a isto, está o contexto da chamada “rigidez torcional” da carroceria. Carros desse estilo, apesar do conforto ao rodar, geralmente mantêm-se firmes em curvas, sem adernar mesmo em situações extremas. A nova SL ganhou agora uma carroceria completamente feita em alumínio, o que a torna bem mais leve. Está cerca de 140 quilos mais magra, o que equivale a quase 3 sacos de cimento no porta-malas. O restante da estrutura, segundo o fabricante é feito com aço e magnésio. Como está mais leve, ficou mais rápida, fácil de domar e mais segura para frear.

Força >> De acordo com dados técnicos do modelo, oferecidos pela Mercedes-Benz, há duas opções de motorização para a nova SL. O V8 (que equipa o SL 500) possui 4.663 cm³ e desenvolve 435 hp de potência. Apesar de ser 0,8 litro menor, o motor é 12% mais forte que a versão anterior. O torque (médio) também subiu de 53 para 70 kgf.m! Já o V6 (com 3.499 cm³) do SL 350, doa 306 hp de força e tem 37 kgf.m de torque. Menor e, portanto, menos gastador, chega a fazer até 14,7 km/l, segundo a MB. As duas opções vêm de série com a função “Eco start/stop” (que desliga o motor quando ele está em ´ponto morto´, parado num semáforo, por exemplo) e a transmissão automática 7G-Tronic Plus foi otimizada para maior economia de combustível e conforto. Para sair da imobilidade aos 100 por hora o SL 350 gasta apenas 5,9 segundos. Já o SL 500 precisa de irrisórios 4,6 segundos para atingir essa meta, ambos mais rápidos que a geração anterior.

Traseira imponente: nova versão está com medidas maiores

Frigir dos ovos… >> Esse é um dos Mercedes para quem curte, conhece e gosta dos carros da marca. Com todo respeito aos pais do automóvel moderno, antes um vigoroso VW Passat CC do que um Mercedes Classe C, desses de cento e poucos mil Reais. No caso do SL, não, a conversa é outra. A começar pelo charme incomparável de um roadster sem capota, esse modelo faz jus à famosa estrela de 3 pontas no capô. O design é uma evolução incrivelmente fiel às minúcias dos primeiros SLs (enfocados pela Gazeta Auto no início deste mês), o interior luxuoso é convidativo à longas viagens, as costuras são perfeitas e o pacote de segurança tem simplesmente tudo o que se pode querer e exigir num veículo desse porte: conjunto completo de airbags, barras de teto que protegem em caso de capotamento, freios com sistema ABS e auxiliares, radar frontal e freio automático anti colisão, controle de estabilidade e tração. Os faróis são adaptativos às condições do clima e, como opcional, há chance de usar um dispositivo que estaciona o bólido sozinho.

Aqui o exemplo de um interior mais clássico com uso de revestimentos em madeira

No geral, a posição de dirigir é perfeita e as reações dessa feroz máquina são facilmente controladas nos pedais de freio e acelerador, com sensações que unem muita potência, excepcional capacidade de frear e um requinte enorme, com direito até a teto translúcido que muda de tonalidade (claro ou escuro) para filtrar a intensidade dos raios de sol. Coisa fina. (Fotos: divulgação)

Às 11:03

Porsche apresenta a nova geração do Boxster

15 jan

 

Bonito roadster alemão ainda não teve o novo preço divulgado

  O Porsche Boxster já chegou à sua nova geração. As mudanças mais contundentes desde o seu lançamento em 1996, incluem motores mais potentes e econômicos, um novo estilo e algumas diferenciações no interior. Lançada nas versões Boxster e Boxster S, a nova geração começará a ser produzida em junho deste ano e chegará ao Brasil no segundo semestre de 2012.

    De acordo com a Porsche, a carroceria é nova e está mais leve e o chassi também foi totalmente renovado. A fábrica confirma que os novos Boxsters estão com um desempenho superior e apresentam uma diminuição de até 15% no consumo de combustível. Dependendo da versão, o bólido pode chegar a fazer cerca de 12,5 km/l.

    Dentre as alterações estéticas, destacam-se o para-brisa com novo posicionamento, teto de lona redesenhado e maior espaço interno, que agora conta com um console central elevado (originário do Carrera GT), o que garante uma ergonomia melhor.

   Propulsores >> As duas versões contam com motor de 6 cilindros com injeção direta de gasolina. O propulsor (do modelo básico) agora possui 2.700 cm³ e 265 cv de potência. O Boxster S tem uma unidade 3.4 com 315 hp. Duas são as opções de câmbio: manual de 6 marchas (equipamento de série) e “PDK” (automático de 7 marchas). O veículo vai de zero a 100km/h em (médios) 5,4 segundos. (Fotos: divulgação)

Interior herdou o console elevado no mesmo estilo do Carrera GT

Às 22:30

Mercedes-Benz restaura um clássico 300 SL W194 chassis Nº 2. Somente 10 carros iguais a este foram construídos

11 jan

Encontro de gerações: a incrível SL 300 de 1951 ao lado da indefectível série SL atual

Para comemorar os 60 anos do clássico 300 SL W194, a Mercedes-Benz tomou a iniciativa de restaurar o veículo de chassis Nº2, pertencente à ela própria e integrante de uma raríssima série de apenas 10 exemplares. O modelo em questão nasceu no início dos anos 1950 para integrar a marca alemã ao automobilismo esportivo e, já em 1951, o veículo foi testado no circuito de Solitude (próximo a Stuttgart) e também em Nürburgring e Hockenheim. Com aerodinâmica privilegiada e impulsionado por um motor de 6 cilindros em linha (de 170 hp de potência), o bólido já atingia os 230 km/h naquela época.

Linhas limpas com traços puros, resultando num ótimo pacote aerodinâmico

Bem equilibrado em curvas, leve, pois era todo feito em magnésio e finas chapas de alumínio, o 300 SL W194 revelou-se um sucesso da MB nas pistas de corrida obtendo títulos importantes, como por exemplo: dupla vitória nas 24 Horas de Le Mans, 2º e 4º lugares na Mille Miglia, vitória tripla na corrida “Prix de Berne”, triunfo quádruplo no Grande Prêmio de aniversário de Nürburgring, além de uma histórica dobradinha na 3ª Carrera Panamericana, no México.

Durante a restauração, veículo foi completamente refeito do zero

Restauração do chassi Nº2 >> De acordo com a Mercedes-Benz, o 300 SL de chassi Nº1 infelizmente não mais existe, pois foi sucateado, mas o segundo carro construído (com chassi 194 010 00002/52) continua como propriedade da empresa desde que foi construído em suas oficinas de competição. O mais antigo SL foi criteriosamente restaurado e o processo envolveu a desmontagem total do veículo no “Mercedes-Benz Classic Center”, local destinado a esse tipo de atividade. A marca germânica afirma que cada componente do carro foi meticulosamente examinado e, quando necessário, restaurado de acordo com os padrões de autenticidade e qualidade. O objetivo foi manter a originalidade em todos os aspectos.

Lindas “asas” abertas fazem do modelo um clássico inconfundível

A recuperação da carroceria foi um processo complicado, pois ela é feita de chapas extremamente finas e delicadas de uma liga de alumínio e magnésio e os especialistas precisaram de aproximadamente seis meses para trazer a carroceria de volta à sua originalidade. A restauração do veículo levou um total de dez meses, o que, tendo em vista o grande trabalho envolvido, representa um prazo bem apertado. No final das contas, um resultado surpreendente (que você vê nas fotos) trouxe o veículo com placa de registro original “W59-4029” novamente à vida.

Interior espartano conta com um cronômetro analógico

Mais história >> Este, que foi o primeiro carro de corrida produzido pela Mercedes-Benz, surgiu após o final da Segunda Guerra Mundial, num momento em que a Europa ainda estava em ruínas. Em junho de 1951, o conselho de administração decidiu participar novamente das corridas a partir da temporada de 1952 e encomendou a produção do “300 SL Sport-Light”, como foi inicialmente conhecido o modelo. A designação foi mais tarde encurtada para apenas as iniciais SL, dando origem ao nome 300 SL. O motor M 194 era derivado do propulsor que já era utilizado no sedã 300, também conhecido como “Mercedes Adenauer”. Para ser usado no carro de competição, ele teve a potência aumentada para aproximadamente 170 hp. Curiosidade: o motor de corrida (equipado com lubrificação por cárter seco) é inclinado para a esquerda em um ângulo de 50 graus.

Rara cena mostra uma versão roadster atuando numa pista de corridas

A carroceria deste primeiro SL estreou alguns elementos posteriormente usados no modelo produzido em série, entre eles, está o capô rebaixado com a estrela da Mercedes montada na grade de ventilação. As famosas portas tipo asas são uma característica do cupê: elas se aprofundam para dentro do teto, abrem para cima e originalmente foram concebidas como simples escotilhas de acesso que se abriam apenas até a linha da cintura do carro. Durante a preparação para a 24 Horas de Le Mans, as aberturas das portas foram aumentadas, dando uma impressão ainda mais pronunciada de asas abertas. Elas levaram o carro a receber os apelidos de Gullwing (Asa de Gaivota), dado pelos americanos, e Papillon (Borboleta), pelos franceses. Em apenas duas corridas, o 300 SL apareceu com carroceria “roadster”, totalmente aberta. Exemplares dessa mínima série de 10 carros (restaurados ou não) hoje valem uma fortuna em leilões. (Fotos: divulgação)

Às 11:18

Lancer Ralliart, um hatch furiosamente interessante

23 dez

Belo automóvel esbanja força para a sua carroceria compacta: são 250 hp de potência e torque de 35 kgf.m

Se o seu saldo bancário anda folgado e tens afinidade por carros compactos e com (bastante) emoção para dar…, o novo Lancer Sportback Ralliart pode ser uma escolha interessante. A MMC (Mitsubishi Motors Corporation) do Brasil sugere o preço de R$ 149.990, valor que está sendo praticado em quase toda a rede da marca nipônica no país. A bela máquina (com carroceria hatch) vem com motor de 250 cavalos e tração integral nas quatro rodas. Seu pacote de segurança é completíssimo. Frigir dos ovos: é o tipo de carro que tem muita força para acelerar e, por causa dos recursos eletrônicos, torna-se mais seguro e domável. Conheça melhor esse ícone japonês.

Versão na cor vermelha é uma das mais procuradas na Europa

Histórico >> Derivado do lendário modelo Lancer Evolution X, o pequeno-grande carro (de nome extenso) Lancer Sportback Ralliart é uma boa adaptação desse bólido de ralis para se rodar nas ruas comuns com conforto. O Lancer nasceu em 1973 e, durante esses quase 40 anos, foi evoluindo e se aperfeiçoando principalmente no rígido uso em provas off-road, como o Rally Dakar e o WRC, duríssimo campeonato mundial dessa categoria.

Linhas coerentes com a proposta esportiva, rodas aro 18 e largos pneus: códigos que denunciam a ferocidade do hatch nipônico

Fôlego de leão! >> Se você gosta de sentir o corpo coladinho ao banco e aquela sensação de aceleração constante, vai adorar esse hatch. O motor (2.0, 16V) possui 4 cilindros em linha e, com a ajuda de um  turbo intercooler de alta performance, ele doa 250 cv de potência com torque de 35 kgf.m! Boa equação para um carro desse tamanho e ele cumpre sua missão de esportividade com toda dignidade.

A transmissão automática do Lancer Ralliart é do tipo Twin Clutch SST, a mesma utilizada no Evolution X (que possui 47 cv a mais). Um perfeito sistema de dupla embreagem se encarrega de realizar trocas rapidíssimas de marcha. Para quem prefere um pouco mais de controle da situação, hás os “paddle shiffters”, as “borboletas” atrás do volante, que possibilitam mudanças manuais. Dentro desse universo, existem duas opções de condução: Normal ou Sport. Como os nomes sugerem, na primeira, as mudanças são feitas em baixas rotações e no segundo modo, as trocas somente acontecem em médias ou altas exigências.

Traseira bem formulada apresenta desenho horizontal das lanternas e a saída dupla de escapamento é mais um sinal de virilidade do carro

Contexto geral >> “Ralliart” é o nome da divisão esportiva dos veículos de alta performance da Mitsubishi Motors desde 1984. Esse modelo difere-se dos carros mais ´mansos´ da linha pelos detalhes externos e internos: frente com “boca de tubarão”, rodas especiais (com pneus 215/45 R18), faróis direcionais de xenônio, volante esportivo revestido em couro, bancos em ´concha´, pedaleiras em metal, costuras aparentes e desenhos especiais dos grafismos de instrumentação…, enfim, o carro ostenta códigos clássicos de esportividade.

Painel é bastante completo, mas o acabamento é simplificado como num bólido de competição. Volante é revestido em couro e os bancos têm formato anatômico para segurar o corpo em curvas mais fortes

Veredicto >> Difícil rastrear e apontar um defeito num carro de tão boa concepção construtiva. O Lancer Sportback Ralliart deverá ser – apenas – um carro de charme da Mitsubishi aqui no Brasil. Nada de apostas milagrosas e números de vendas otimistas para esse modelo específico, até porque, pelo preço do cardápio, compra-se até um Mercedes-Benz… O interessante da história é que, neste caso, adquire-se um meio de transporte e leva-se um brinquedo altamente divertido para a casa. Com um aparato elevado de segurança, a máquina traz tração integral nas 4 rodas, freios com sistema ABS (e auxiliar EBD), sete Airbags (inclusive de joelho para o condutor, sistema de som de primeira linha, controle de tração e estabilidade e, para os que gostam desse tipo de carro, ele tem um certo ar de automóveis com “cê” maiúsculo, daqueles que ainda conversam com o motorista. Primorosamente bem acertado, com freios espetaculares e suspensão fina (mesmo para o péssimo piso nacional), o Lancer Ralliart é bastante interessante. Ocupa, ao lado do Subaru Impreza WRX STi, a melhor dupla do ramo já feita até hoje: ambos japoneses e deliciosamente impressionantes. (Fotos: divulgação)

Às 20:12

BMW Série 3 chega à sexta geração

10 dez

Modelo foi mostrado recentemente à imprensa mundial, em Barcelona, Espanha

O novo BMW “Série 3” (um dos maiores sucessos da marca alemã) chegou à sua sexta geração. A bela máquina (que foi recentemente apresentada à imprensa internacional) cresceu um pouquinho em comparação com a geração anterior e está ampliada em 93 mm no comprimento e com mais 50 mm de distância entre os eixos. O ganho principal disso é o maior espaço e conseqüentemente, mais conforto aos passageiros que vão sentados atrás. Agora a “família” BMW Série 3 divide-se em três versões de acabamento (e equipamentos): a “Linha Esportiva”, “Luxo” e “Moderna”, cada uma apresentando uma visão individualizada desse sedã esportivo.

Propulsores – Segundo dados técnicos do fabricante, os motores de 6 e 4 cilindros  (movidos à gasolina) agora contam com a novíssima tecnologia “BMW TwinPower Turbo”, o que confere uma experiência de condução dinâmica mais apimentada, mas com menor consumo e emissões de gases poluentes. Alguns componentes como: função Start-Stop (que desliga o carro quando ele não está em movimento), regeneração de energia de frenagem e compressor de ar-condicionado inteligente, são responsáveis para a redução do consumo de combustível. O motor 2.0 de 4 cilindros  (que equipa o modelo 328i) tem potência de 245 hp e torque de 35 kgf.m já a partir de 1.250 rpm. De acordo com a BMW, esse modelo acelera de 0 a 100 km/h em 5,9 segundos. Já a versão “335i” (equipada com motor de 6 cilindros em linha) tem 3.000 cilindradas e potência de 306 hp. O torque chega aos 40 kgf.m já por volta dos 1.200 rpm. A aceleração de 0 a 100 km/h neste caso cai para 5,6 segundos. A BMW afirma que ambas as versões chegam ao mercado nacional em maio de 2012 com preços (sugeridos) a partir de R$198.000 e R$341.000, respectivamente. (Foto: divulgação)

Às 13:41

Porsche cabriolet: charme ao ar livre com muita esportividade

7 dez

Preço dos novos 911 cabriolet ainda não foram divulgados

Poucos meses depois de mostrar os novos 911 Carrera e Carrera S, a Porsche apresenta as primeiras imagens da versão Cabriolet. A novidade é que agora o modelo conversível possui um novo teto que preserva (mais do que antes) a silhueta típica do lendário 911. A mecânica é a mesma das versões cupê equivalentes.

Mesmo com a capota de lona levantada, o novo 911 Cabriolet tem uma aparência bem atraente. De acordo com dados técnicos do fabricante, a presença de elementos de magnésio na estrutura do teto garantem o baixo peso, menor consumo de combustível e mais conforto. Do mesmo modo que na versão cupê, a Porsche conseguiu reverter a espiral do peso com os 911 conversíveis e fez os novos modelos Cabriolet serem significativamente mais leves que seus antecessores.

Força! – A traseira do 911 Carrera Cabriolet abriga o motor de 6 cilindros opostos de 3,4 litros que gera 350 cv de potência. O Carrera “S” vem com motor de 3,8 litros com 400 cv de força. Na opinião da Porsche, os 911 conversíveis estão muito à frente dos concorrentes em termos de eficiência energética, já que a fábrica afirma que as duas versões consomem cerca de 1 litro de gasolina para percorrer 10 quilômetros. O câmbio PDK (de dupla embreagem) permite consumo de combustível e tempos de aceleração ainda menores em comparação às versões equipadas com câmbio manual de sete marchas. Com maior distância entre os eixos, bitola dianteira mais larga e nova direção hidráulica eletromecânica, os novos Cabriolet oferecem características de condução mais esportivas e ainda mais precisão e agilidade que seus antecessores. Diferentes sistemas de controle ativo estão disponíveis como equipamento de série ou opcionais, dependendo da versão, e melhoram ainda mais o comportamento dinâmico. A chegada dos novos 911 Carrera e Carrera S Cabriolet ao Brasil está prevista para o primeiro semestre de 2012. (Foto: divulgação)

Às 17:58

Felino premiado >> Jaguar XKR-S vence o “2011 Sports Car of the Year”

3 dez

O belo automóvel ganhou de concorrentes fortes como Mercedes C63 AMG e Audi RS5

Uma das máquinas esportivas mais interessantes da atualidade, o Jaguar XKR-S, foi o vencedor do “2011 Sports Car of the Year”, premiação promovida pela revista alemã “Auto Bild Spostscars” que o elegeu como o melhor carro esportivo do ano. O modelo britânico, que é o mais potente veículo de passeio já produzido pela Jaguar, foi eleito pelos mais de 70 mil leitores da publicação na categoria “Veículos coupés esportivos de produção”, obtendo mais de 14% do total de votos frente a concorrentes como o Mercedes C63 AMG e o Audi RS5.

Projeto – O Jaguar XKR-S foi desenvolvido dentro do centro de testes e engenharia da marca, localizado em Nurburgring. Excepcional desempenho se deve ao motor V8 Supercharged de 5.0 litros, 550 cavalos de potência e torque de 68 kgf.m. O bólido faz de zero a 100 km/h em apenas 4.2 segundos e sua velocidade máxima é limitada em 300 km/h. (Foto: divulgação)

Às 13:37

Conceito Subaru BRZ STi é mostrado no Salão de Los Angeles

23 nov

Linda máquina terá apenas tração nas rodas traseiras, uma surpresa em se tratando de um Subaru

A Fuji Heavy Industries Ltda, construtora dos incríveis carros Subaru, apresentou agora no Salão Internacional do Automóvel de Los Angeles (EUA), o Conceito Subaru BRZ STi. A máquina (baseada no Subaru BRZ) é um veículo compacto e muito esportivo e que possui, para a surpresa dos fãs, um novo sistema de tração nas rodas traseira, denominado de (RWD). A marca nipônica, tradicional pela sua eficaz tração permanente nas quatro rodas, não afirma se o modelo terá uma versão assim ou se apenas sairá 4X2. O lindo carro possui um (tradicionalíssimo) motor Boxer 2.0 de quatro cilindros contrapostos, que conserva o baixo centro de gravidade proporcionando (por tabela) muito mais prazer ao dirigir principalmente em curvas.

Teto rebaixado, aerofólio traseiro, spoiler na dianteira: códigos clássicos de esportividade

Estilo – A máquina possui teto rebaixado (em fibra de carbono), capô longo, spoiler frontal, difusor traseiro e dupla saída de escapamento, ou seja, códigos esportivos bem clássicos que dão um charme excepcional ao STi. O Subaru BRZ vem pintado na famosa cor “WR Blue Pearl II”, bem conhecida, pois aparecia sempre nos carros de rally que a marca utilizava no WRC (campeonato mundial da categoria).

As rodas possuem 18 polegadas e os freios são da Brembo. Motor é um 2.0 Boxer de 4 cilindros

Motor – O motor 2.0 Boxer destaca-se pelo peso leve, baixo centro de gravidade, tamanho compacto e alta rigidez. São quatro cilindros posicionados horizontalmente alimentados por gasolina com injeção de combustível direta. A potência não foi declarada e as rodas possuem aro 18 equipadas com freios Brembo. (Fotos: divulgação)

Às 11:35

Alfa Romeo. Meus palpites por Aí

11 nov

Alfa 4C, vermelho lava, cartão de visita da volta aos EUA

Apreciadores de Alfa Romeo não são meros, anônimos motoristas, donos, usuários. Nada disto. Tendo-os (agora de coleção ou usados), ou não os possuindo, sempre serão alfistas. Alfisti, como se tratam, coerentes à italianidade da marca. E nesta condição, lamentam, protestam, clamam pela volta da Alfa ao mercado brasileiro. Delicados, educados, confessam, invejam os argentinos, que podem tê-los novos, atualizados, zero km, a menor preço que custariam aqui. E palpitam nos blogs e sites do ramo. E como nestes grupos aparece de tudo em matéria de futurismo, meu lado de alfista praticante (conheço poucos outros insanos tendo carro da marca há 41 ininterruptos anos de paixão onanista e raivas públicas) avoca, democraticamente, o direito de palpitar, como o faço, dizendo o que sei da Alfa e Brasil. Alfa virá para o Brasil? Sim, após fincar sua bandeira nos EUA a partir de 2014. Próximo ano inicia seu grande e cuidadoso caminho de salvação: voltar ao maior mercado do mundo. Irá com o 4C, protótipo gestado pela equipe de Marco Tencone, em recordistas 9 dias, incluindo Natal e Ano Novo. É o estilo Sergio Marchionne, o capo de tutti capi, Nº 1 da Fiat. Carro para ocupar mídia, provocar desejos, criar passagem em distribuidores Maserati. Produção semi-artesanal, chassi em alumínio e fibra de carbono, motor 4 cilindros, 1.7 litro, tradicional duplo comando, injeção direta, turbo, câmbio com dupla embreagem em seis marchas, produção FPT. Vai entreeixos, tem tração traseira e brio: faz 232 cv, 0 a 100 km/h em menos de 5 segundos e crava reais 250 km/h. Pequeno volume, para marcar espaço na cabeça dos compradores.  //// Mais o quê? Nova geração do MiTo e Giulietta. Este, mais recente, vendeu 100 mil em um ano, carimbo de sucesso para a marca. E, utilitário esportivo grande, em retoques finais. Cara e jeito de Alfa, linhas frontais, grade, traços das portas, grupos ópticos. A base é o Maserati Kubang. O motor é o básico V8, 32 válvulas, servindo a Maserati e Ferrari. A parte superior Alfa. Feito na Itália. Só? Não. Terá produtos com peças Chrysler interpretação Alfa. Utilitário esportivo, menor, baseado no Jeep Compass, novo motor PentaStar 2.7, personalização Alfa Romeo. Feito nos EUA.  Só isso? Não. Haverá sedã médio, sobre a plataforma dita C-Wide. Não é Chrysler, mas do grupo Fiat, adequação da boa base ex-Marea, com capacidade de crescer entre eixos e em largura. Produzido nos EUA. Mais? Sim! Para os EUA sedã maior de luxo, com motorização Chrysler em receita, molho, temperos e chef Alfa. Produção EUA. Porque motor Chrysler? Custos. Um cavalo de força norte-americano custa muito menos que um europeu, em especial de raça elaborada. E aqui? Produtos variarão em função das facilidades industriais. Alfas não serão produzidos no Brasil ou Argentina, onde a Fiat aumenta a capacidade de fazer carros da marca mãe. Por sucesso ou custos, alguns produtos com base Chrysler poderão ser feitos em fábricas no México, trazidos sem os 35% de imposto de importação.

Maserati Kubang. Acertos, a grade triangular, e será Alfa

//// E o Giugiaro? Vai bem, obrigado, não faz mais projetos para Alfa; aproveita o verão para andar de moto; olhar o crescimento de sua conta bancária com os milhões de Euros recebidos pela venda do controle da Italdesign à Volkswagen e pelo salário de presidente do Conselho, onde olha o desenvolvimento de projetos para as marcas do grupo. É o mais sabido dos designers.  Quem fará? A equipe Alfa, com estilo liderado por Marco Tencone e supervisão de Lorenzo Ramasciotti. É a volta dos italianos ao estilo Alfa. As plataformas foram acertadas por equipe com Claudio Demaria à frente, especialista em fazer coisas novas a partir de usadas, o Lavoisier da Fiat, diretor da marca no Brasil. Por aqui, quem os distribuirá? Nem o Sérgio Habib da JAC Motors, nem o Bira Senna Imports ou outros interessados, mas a rede de distribuição Chrysler. Em expansão, deixará os prédios divididos com as revendas Mercedes. Têm trato com clientes de carros mais caros e a comunização de peças facilitará a assistência. Assim, se à fim, comece a engordar o porquinho. (Roberto Nasser / Fotos: divulgação)

Às 20:05

Peugeot RCZ: charme, estabilidade e prazer por R$140.000

31 out

Cor vermelha amplia a beleza do esportivo francês

Apresentado como carro-conceito na Alemanha durante o Salão de Frankfurt de 2007, o Peugeot RCZ – que agora já é revendido em algumas partes do mundo -, não teve grandes alterações daquele primeiro modelo. Esteticamente muito bem formulado, o esportivo compacto chega ao Brasil com preço sugerido pela marca de R$ 139.900. Inegavelmente, é muita grana para um carro desse porte, mas, comparativamente aos seus principais adversários (Audi TT, Mercedes SLK e Volvo C30), pode ser até uma boa opção para se aparecer ´bem na fita´ sem ter que desembolsar rios de dinheiro. Se gostas de fazer curvas com um pouquinho mais de ousadia… então terás em mãos um excepcional e equilibrado conjunto, pois a estabilidade é o que ele tem de melhor. Essa foi a resposta mais elucidativa do Peugeot RCZ que nós aceleramos num circuito fechado de corridas em São Paulo.

Arco lateral em cor diferente valoriza as linhas da carroceria

Histórico – A Peugeot funciona com fábrica no Brasil (Porto Real, Rio de Janeiro) desde 2001 e atualmente distribui seus veículos em 165 pontos de vendas no território nacional. Tradicionalmente os carros da marca possuem histórico de participação em provas de corrida dentro de fora do asfalto e uma das características mais marcantes desse fabricante é o (geralmente excepcional) acerto de suspensão que quase sempre consegue unir o conforto necessário para o uso cotidiano com a firmeza e a precisão de um prazeroso conjunto esportivo e o RCZ é um dos melhores expoentes disso.

R$140 mil: mais barato que Audi TT e Mercedes SLK, concorrentes diretos

Estilo – O pequeno veículo é apresentado como um “cupê 2 + 2”, no entanto, não é veículo para quatro adultos e sim apenas para duas pessoas. No máximo, em situação emergencial, até dá para transportar uma criança no espaço traseiro. A máquina tem um design interessantíssimo, mas, por fugir de uma distribuição de volumes mais tradicional, incita à dúvida entre o gostar ou repugnar o estilo. Eu gostei e muito. Quem já passou dos 40 pode concordar comigo ao comparar os traços com os do velho Karmann-Guia cupê fechado, revendido aqui no país na década de 70. O RCZ é imponente, cheio de estilo e com detalhes estéticos muito bacanas, como o teto preto com dupla curvatura (que muito lembra também os desenhos do estúdio Zagato) e os faróis alongados que complementam uma frente com aspecto muito forte. As lanternas traseiras ficam completamente acesas e o arco lateral (tal qual o Audi A1) é pintado em prata, detalhe que explora muito bem a curvatura lateral da carroceria. O veículo é bem interessante no aspecto estético. Como eu disse no início, ótimo para quem quer se destacar no meio da multidão.

Bancos ergonômicos são revestidos em couro: ótimo apoio

Força, interior e comportamento – A máquina é muito bem equipada e já vem com pacote completíssimo de fábrica. Os bancos são revestidos em couro e a posição de dirigir é bastante esportiva e convidativa ao prazer de acelerar. Mesmo em curvas muito fortes, os bancos seguram o corpo com precisão e o posicionamento dos pedais, volante e câmbio são bem adequados à proposta. No RCZ a ergonomia é um ponto positivo, o que nem sempre acontece com os outros carros da marca.

Motor BMW-Peugeot: 165 hp e 24,5 kgf.m de torque

O modelo vem com o motor BMW-Peugeot Turbo High-Pressure que desenvolve 165 hp de potência com torque de 24,5 kgf.m (já aos 1.400 rpm). Como ele pesa apenas 1.297 kg, há uma boa sobra de força para se acelerar com muito prazer. Os pneus são 235/45 aro 18, mas há rodas opcionais com aro 19 polegadas e perfil 40. A direção tem assistência eletro-hidráulica e na traseira há um charmoso aerofólio que pode ser acionado via botão no painel ou automaticamente a partir de 85 km/h (subindo 19°) ou 155 km/h quando ele atinge o máximo de 34 graus.

Posição de dirigir é bem aconchegante e os códigos clássicos de esportividade predominam nos detalhes internos

Veredicto – O Peugeot RCZ (principalmente nas cores vermelha ou preta) é um belo exemplo de carro esportivo sem grandes exageros estéticos. Há alguns pecados. Por exemplo: na França existe uma versão com câmbio manual e motor de 200 cavalos, o que seria uma receita até mais agradável do que essa que somente sai com caixa automática de 6 marchas. O ronco do RCZ também é muito comportado e excessivamente silencioso para um carro esportivo. Acho que o conjunto merecia um barulhinho de escapamento um pouco mais escandaloso, pois isso ampliaria a excitação de guiá-lo. O projeto é interessante: traz freios ABS, AirBag duplo frontal e lateral, controle de tração e estabilidade, faróis de xenônio, som de boa qualidade e até o “kit preguiça” que auxilia o condutor no acendimento dos faróis, limpador de pára-brisa, travamento de portas, acionamento de vidros elétricos, etc… Como mimos, traz ar-condicionado digital, acabamento de boa qualidade em todo o interior (e exterior), porta-malas de 321 litros (de ótimo tamanho para um esportivo) e alguns interessantes códigos clássicos de esportividade, como o volante, as pedaleiras em metal e até um relógio de painel com ponteiros. Acelera bem, faz curvas com enorme competência, é estável mesmo em altas velocidades e doa muito charme pelo seu desenho e porte bem diferentes. A Peugeot oferece 3 anos de garantia sem limite de quilometragem. O bom pacote de tecnologia, estilo e esportividade arranha os R$ 140.000. (Fotos: FBA)