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Roda a Roda

18 fev

 

Novo CLS 350: motor 3.5, 306 cv, torque de 37 kgf.m e final de 250 km/h

   Competência – Os novos Mercedes CLS 350, cupê quatro portas, seguem sugerindo elegância, performance e funcionalidade. Autor de revolução conceitual, fazendo os Mercedes deixarem a caretice, e iniciando buscar novos clientes, o desenho e o apuro esportivo tem dado resultados.

Atrativos – Motor 3.500 cm³, 306 cv de potência, grande torque de 37 kgf.m, câmbio inteligente 7G-Tronic com sete velocidades, cumpre o sugerido pelas linhas: vai de 0 a 100 km/h em 6,1 seg. e crava 250 km/h. Portas, capô, peças em alumínio contém o peso de 4,90m de automóvel seguro e equipado em 1.750 kg. É 13% melhor em aerodinâmica e mais econômico.

Mimos – Pioneiros faróis LED, lâmpadas bi-xenônio; proteção de preparativos com tensão nos cintos, regulagem de bancos e apoios de cabeça em caso de acidente e o sistema que procura vaga e estaciona o veículo.

Afirmação – Entre o canhão do Governo Federal com a barreira de trinta pontos percentuais sobre o IPI de seus chineses e a tentativa saída de instalar fábrica na Bahia, a JAC Motors comemora um ano de Brasil e a venda de 25 mil J3 vendidos. Lembra os fatos em campanha publicitária com depoimentos de consumidores reais. Quer ver? http://www.youtube.com/watch?v=bzWDpnWv8hY

Misturada – Salão de Genebra, a partir de 8 de março, novo Subaru BRZ, projeto desenvolvido com a Toyota. Jeito de esportivo, motor Subaru dianteiro e tração simples na traseira, abre mão da marca registrada, o formidável sistema de tração contínua nas 4 rodas. Jeito ruim de comemorar 40 anos de tração total, o Symmetrical All-Wheel Drive, imbatível com o motor boxer da marca. O projeto gerou um Toyota e o BRZ Subaru.

Meia sola – A freada que o Governo brasileiro ameaçou dar com eventual suspensão do acordo comercial com o México, ao que parece vai acabar em pequeno remendo. Razão básica, o acordo é com o Mercosul. Rompê-lo com um, seria fazê-lo com todos.

Na prática – O que o Brasil precisa é de projeto para a indústria automobilística e não as contas de aconchego feitas a cada desequilíbrio. Algo que nos permita ter carros adequados aos buracos no asfalto, às estradas de lama e nos faça esquecer o mico institucional de sermos grande fabricante sem ter – um único carro – de marca e projeto nacional…

Compra – O Palácio do Planalto mudou o rito administrativo para a frota presidencial: em lugar do aluguel simbólico, aplicou R$ 1,7M comprando e blindando 10 Ford Edge. Servirão em Brasília a Presidente, Vice, e em suas bases sentimentais, Porto Alegre e São Paulo.

Segurança – O Senado aprovou Projeto de Lei tornando obrigatório o uso de faróis baixos durante o dia por todos os veículos usuários das estradas. Coisa de bom senso e segurança para aumentar a visualização, em especial dos perigosos carros cinza escuro e os pretos, já é Recomendação do Contran. Agora, deve ser aprovado pela Câmara e integrar-se ao Código de Trânsito Brasileiro.

De volta – A Mercedes mudou a vocação industrial de sua fábrica em Juiz de Fora (MG), onde produziu Classes A e C. Agora é fábrica de caminhões. Monta o luxuoso pesado Actros – o caminhão do patrão – e a linha básica Acelo.

Também – Fuel Fighter, marca Bridgestone de produtos para redução de consumo, voltou a ser produzida. Utiliza compostos avançados, otimiza design estrutural e da banda de rodagem. Quer, entre 2005 e 2020 reduzir consumo e emissões em 20%. Inicialmente EUA e Canadá, onde este apelo é a mola maior no comércio. Brasil sem previsão.

Bom senso – Abraciclo, associação dos fabricantes de motocicletas, especialmente pela Honda, Yamaha, Harley-Davidson, Dafra, Kawasaki e a CET, companhia de trânsito de São Paulo, juntaram-se para criar o Centro Educacional Paulistano de Motociclistas. Objetivo reduzir acidentes através de palestras, seminários, encontros.

Na prática – Se a idéia é reduzir acidentes, basta mudar o artigo do Código de Trânsito que permite aos motociclistas não respeitar faixas, transformando-se em Hunos do asfalto, cortando, ultrapassando e realizando manobras que a legislação proíbe aos demais veículos e a omissão oficial concede os excessos.

Pretensão – Diz a Michelin, seu novo pneu Commander II para motocicletas pode durar mais de 40.000 km na traseira, quase o dobro da quilometragem marcada por concorrentes. O dianteiro, mais. Segredo está na carcaça incorporando sílica e cabos de aramida. Medidas de aros 15 a 21”.

Institucional - PSA Peugeot Citroën e a Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) acordaram para formar parcerias em pesquisa, desenvolvimento e criação de cursos de extensão e aperfeiçoamento ligados à área automotiva.

Ecologia – Israel, Holanda, Portugal e Dinamarca implementam postos de recargas de baterias de carros elétricos. O empresário judeu Shai Agassi, fabricante de carros elétricos e operador das estações de recarga quer, com os seus produtos e os Renault Fluence e Kangoo ZE, liderar o mercado e criar independência do uso do petróleo como base de combustível.

Gente – Abraham Kasinsky, 94, passou. Pioneiro da indústria de auto-peças com sua Cofap, muito auxiliou formar mecânicos com seus cursos de Doutor em Mecânica. Aos 82, vendeu a empresa à Fiat e, quando todos pensaram que ia se aposentar, montou a fábrica de motos com seu nome, que vendeu há dois anos. OOOO Fernanda Villas-Boas, executiva, 43, desafio. Diretora de Comunicação e Relações Externas América Latina da PSA, holding Peugeot-Citroën. A marca investe para crescer num dos poucos mercados promissores no mundo. OOOO Jon Huntsman Jr, seis doutorados, ex-embaixador dos EUA na China e Singapura, novo conselheiro da Ford. Bill Ford, Nº1 da empresa, segue o avô Ford II que jovem, assumindo a empresa, recrutou executivos com base acadêmica e fora do mundo do automóvel. Como Alan Mullaly, atual CEO, que veio da Boeing e salvou a Ford. OOOO (Roberto Nasser / Foto: divulgação)