Arquivo | outubro, 2010
Às 18:57

Da série: a vida é bela… (part XVIII)

31 out

  Carro mais desejado do Salão do Automóvel de São Paulo 2010, a Ferrari 599 GTO, chega ao país por quase 2 milhões e meio de Reais! A bela máquina italiana vem com motor V12 de 6.000cm³ que entrega potência de 670cv! O torque do bólido atinge 63,2 kgf.m e a aceleração de zero a 100km/h é de apenas 3,3 segundos. A Ferrari divulga que a 599 GTO chega aos 333km/h de velocidade final. (Foto: FBA)

Às 18:26

Fordlandia, Belterra: muito mais que pneus na Amazônia

30 out

Fordlandia: história inusitada

  Livro interessante, rico em dados e pesquisas de época, mostra pela pena de Greg Grandin, ter havido muito mais que a mera pretensão de investir no látex amazônico para produzir pneus. O objetivo era este, mas os impulsos para construção passam pela independência de Henry Ford; o peso das decisões do self-made-man mais rico do mundo; sua aversão por banqueiros; a responsabilidade de controlar os insumos empregados na produção do Modelo “T” para garantir preço baixo, lucratividade e liderança no mercado. //// Claro, existiram fatores acessórios para a inviabilização, desde a cabeça-dura para não ouvir especialistas; mas a inúmeros proponentes – incluindo um sobrinho de Alberto Santos-Dumont – as pragas devastadoras; corrupção no Governo do Pará; dificuldades de comunicação; desencontro conceitual em costumes muito diversos do ascetismo adotado por Ford, o choque entre a tentativa de implantação de uma vila norte americana, com usina elétrica, água tratada, casas, geladeiras, ventiladores, piscinas, jardins, ruas asfaltadas, hidrantes, hospital, campo de golfe, e a realidade ribeirinha amazônica há quase um século. Somadas com as pragas, infestação e expansão, inviabilizou o negócio. Aplicaram-se US$ 20 milhões; enxertaram-se mais de 820 mil árvores; 60 mil polinizações. Mas ao início de sua gestão, Henry Ford II, auditando a companhia e seus processos, encerrou o negócio, passando Fordlândia e Belterra ao Governo Federal pelo valor das indenizações trabalhistas – US$ 244 mil. //// O livro faz cenário interessante e exibe informações internas da fábrica, a mão de ferro do controle industrial, os acertos e erros do fordismo e dá os créditos necessários a Henry Ford, criador de muito mais que um automóvel líder; do oferecimento da mobilidade; da implantação de um sistema industrial que permeou para toda atividade construtiva no mundo. Fordlandia, Greg Grandin, Ed Rocco, 399 páginas. (R.Nasser)

Às 14:59

Hyundai: marca coreana quer ser a 1ª do mundo em vendas. Veja o que ela mostra no Salão de São Paulo

29 out

  A marca coreana Hyundai (hoje em ascensão no mundo inteiro) vai bem com as vendas no Brasil. Tornou-se objeto de desejo e não de necessidade mais racional de locomoção. Por aqui vende fácil toda a linha: Tucson, Santa Fé, Vera Cruz, Azera, i30 e o recentemente chegado iX35. Como destaque principal no Salão lançou oficialmente o (novo) Sonata, um sedã cheio de estilo, muito bonito e que vai brigar aí no ringue da turma que passa dos R$ 100 mil. O preço sugerido (base SP, sem frete) para o Sonata é de R$ 105 mil. Completíssimo, traz ar-condicionado com ionizador (que mata algumas bactérias e fungos), teto solar dividido em 3 partes, assentos dianteiros com regulagens elétricas, ABS, AirBag, rodas de 18 polegadas, som com MP3, entre outros mimos. O propulsor é um 4 cilindros com 2,4 litros, 173hp e torque de 23,3 kgf.m aos 4.000rpm. Bela máquina. A Hyundai também mostra por lá o Equus, enorme sedã com motor V8 de 378cv, pronto para concorrer com Mercedes (classe S) e BMW (série 7), ambos representantes do topo da linha. Tirando um símbolo metálico de péssimo gosto incrustado na ponta do capô, o carro é muito bonito e luxuoso. (Fotos: FBA)

Às 18:40

Mitsubishi lança o crossover “ASX” durante o Salão de São Paulo

28 out

ASX, a nova máquina da Mitsubishi

 A marca nipônica com fábrica em Catalão (GO) apresentou 16 veículos do seu portfólio no 26º Salão Internacional do Automóvel em São Paulo. Com espaço literalmente verde (cheio de plantas), a Mitsubishi preocupou-se em expor seu lado ambientalmente correto. Por lá o “Miev” (carro completamente elétrico) foi o porta-voz principal dessa ramificação de sustentabilidade que tanto tem a ver com essa marca off-road. Destaque grande também para o lançamento do “ASX”, um crossover com foco no 4X4 urbano. Difícil de entender? Explico. Quando falamos em tração “4X4”, ou seja, força motriz nas 4 rodas de um veículo, imaginamos em primeira mão uma enorme poça de lama que precise de esforço extra para ser transposta. Nesse caso, enfatiza-se o luxo e a capacidade de ir e vir (na cidade), na chuva, em ruas alagadas, por exemplo, com desenvoltura e conforto e com os pés e mãos limpos! É isso aí. O bonito Mitsubishi ASX tem cara de mal (com linhagem estética frontal bem parecida com a do Lancer Evolution, que por sinal está belíssimo em sua 10ª geração) e traz todos os mimos de carros de luxo: freios ABS com auxiliar EBD, controlador automático de velocidade, teto solar de vidro Sky View, transmissão automática de 6 velocidades, “hill start assistence” (sistema que evita que o carro desça a carroceria naquele lapso entre o tirar o pé do freio e o colocar no acelerador), conjunto completo de AirBags (frontais, laterais e para os joelhos), além das frescurinhas e sensores que o público mais exigente tanto gosta. O motor do ASX é um 2.0 de 160cv. (Foto: FBA)

Às 4:18

Salão de São Paulo: o melhor está por vir

28 out

Start Ford: sinalizador das próximas gerações de carros baratos

O 26º Salão do Automóvel assinala 50 anos de seu início. Festa grande, bonita, recordista com 180 expositores, e previsão para 600 mil visitantes até o dia 7 de novembro. A demanda por espaços para estandes provocou expansão física pela área externa. A expansão retrata o crescimento do Brasil como 6º produtor e 4º mercado mundial, com crescimento a 2/3 da América do Sul, exibindo 42 marcas e 450 veículos. Referências maiores não foram veículos novos ou o surgimento de caminhos ou tendências, mas anúncios de novas fábricas e carros na faixa dos populares; a chegada dos chineses com 9 representantes (edição de 2008 eram 2) vistos como terroristas incógnitos no mercado. Agora, acabou a dúvida. Chegaram mesmo! //// Curioso, entretanto, é observar que tantos estandes, veículos, caras arquitetura e engenharia promocionais, o Salão não tem um rótulo, tema, bandeira ou dístico. Não é o Salão dos Híbridos gaso-elétricos, como o são Mercedes E400 Hybrid e o Ford Fusion, marcos do atual caminho prático-tecnológico. É “o Salão” e apenas isso, uma mostra, exposição, com óbvios e volumosos lançamentos, e pronto. Não assinala marco, tendência, caminho. E apesar do simbolismo do 50º aniversário, a organizadora, a internacional Reed Exibitions sequer preocupou-se em mostrar um caminho do tempo com os veículos apresentados, uma evolução histórica-tecnológica-social no caminho cinqüentenário. //// Novidades – A expectativa que os híbridos gasolina-elétricos, rotulassem o Salão, se esvaiu. Como representantes do novo caminho, apenas Mercedes E 400, a US$ 253 mil, e o Ford Fusion, a R$ 134 mil, de comércio imediato. A Nissan expôs seu Leaf, e a Mitsubishi o MiEv, norte-americano e japonês somente factíveis para produção local por atrativos tributários e fiscais. Tátil, como veículo elétrico, apenas o Speedy Vilco, triciclo individual. //// Novidades de maior expressão econômica foram os anúncios de novas fábricas. Suzuki em produzir o jipinho Jimny, em local ainda incerto – aguardando propostas estaduais – em 3.000 unidades no primeiro ano; das chinesas Chery, por unidade fabril em Jacareí (SP), para duas linhas de produtos; Haima, em local a ser definido; e o Grupo Platinuss, importador de veículos exclusivos, em produzir, em Blumenau (SC), esportivo refinado construtivamente, projeto nacional Rossin-Bertin, sobrenomes de projetista e financiador. Meia centena/ ano, R$ 700 mil. //// Produtos novos, agora anunciados, apenas no Salão de 2012, carros sub-compactos, a turma do Fiat Uno, Toyota na fábrica em construção em Sorocaba (SP); Honda em Sumaré (SP), em área criada com a transferência da produção de Fit e City para a argentina Campana; March, dito o 1º popular japonês, importado do México e depois feito em São José dos Pinhais (PR), um começar de novo pela Nissan; Hyundai, sem CAOA, em fábrica em Piracicaba (SP). E, surpresa, GM e VW, em desenvolvimento. Ford exibe o Start, modelo quase definitivo, 2 mais 2 a caminho de Smart e outros urbanos. Justifica a decisão comum a expectativa que em 2013 o Brasil produza 5M de veículos; as políticas por redução de consumo e emissões, e a certeza de maior expansão no segmento de entrada. Gulosa, a Chery projeta vender 150 mil veículos, 3% do mercado nacional, percentual aproximado ao hoje detido pela Citroën após 10 anos no país. Automóveis de sonho, os há: novo Ferrari 599 GTO; Lamborghini LB 560 Superlegera a R$ 1,7M; Aston Martin com o DBS a R$ 1,25M. Segundo Sérgio Habib, importador da marca, ao vender 60 veículos neste ano será o maior revendedor Aston no mundo com a insólita superação de Ferrari. Coisas do Brasil. //// Mercado – As marcas freqüentadoras do mercado nacional têm novidades entre nacionais e importados. A líder Fiat, exibe o troféu de Carro do Ano para o Uno, conferido pelos jornalistas especializados em sua associação Abiauto, mostrou o Bravo, evolução do Stilo; Uno versão Sporting, com acertos de motor, câmbio mais reduzido e suspensões. Volkswagen importará o Passat CC e do México o novo Jetta, com motor de quatro cilindros 2.0, 16V e 200cv. O Bora e o New Beetle não mais constam da listagem. Novidades GM o norte-americano Camaro a R$ 180 mil e o australiano Ômega, agora identificado com o piloto Emerson Fittipaldi, V8, 3.6, injeção direta, quase 300 cv, a R$ 128 mil. Da Ford, o Fusion Hybrid trazido do México, e novos Explorer e Edge. Na Renault, o Fluence, sedã argentino para substituir o Mégane, e a promessa de exibir o utilitário esportivo Duster no 1º trimestre. Outros franceses, Peugeot terá o novo RCZ, esportivo cujas linhas sugerem mescla de Karmann-Ghia com Audi TT; em seguida, o 3008, compacto Premium com motor 1600 (originário da BMW), 1.6 Turbo, injeção direta, 165 cv. Vendas em dias. Primeiro trimestre o novo 408. Exclusivo para a América Latina, é pouco maior que um Citroën C4 Pallas, de quem usa a plataforma. Audi entra em nova faixa, a do pequeno Premium, com o A1. Equipado, motor 1.4, injeção direta, turbo, câmbio de polias variáveis, e R$ 90 mil. Deverá ser um sucesso como charme no segmento. //// Na trilha do pequeno charmoso, BMW exibe o Mini Country Man: 4 portas, 4 lugares e opção de tração total, entre R$ 107 mil e R$ 137 mil. Outra alemã, a Mercedes, criou assinatura, tentativa de recuperar a imagem de tecnologia avançada e confiável. É “The Best or Nothing”, tipo: o melhor ou nada. Maior referência de vendas, suprimiu a produção do modelo C 180 Kompressor e trocou-o por 180 CGi, com motor 1.8, injeção direta, turbo e mais 20 cv, atingindo 156 cv. Preço assemelhado, R$ 115 mil. B 180 com sistema de auto-estacionamento, a R$ 105 mil. Chrysler, como novo alento sob comando Fiat, exibiu novo Grand Cherokee, nova motorização V6, 3,6 litros e 289 cv; anunciou importar o cupê-sedã Charger como o mais potente da categoria, e o cupê Challenger, ambos aguardando novo motor Hemi 6.4 litros. Dos coreanos em ascensão, Hyundai e Kia, propostas diferentes apesar da identidade de plataformas e motores. A Hyundai aposta numa inversão: carro menor em tamanho e motor, mais caro que o maior. Assim o Sonata – de grade assemelhada ao Honda City – motor 2.4, a R$ 105 mil. Superior ao Azera, maior, mais potente, aparentemente em fim de ciclo. Equivalendo a ele na Kia, como lançamento, o Cadenza V6, 3.500 cm³, 290 cv, a R$ 119.800. Da marca, maior intimidade com o mercado. O Soul 1.6 tornado flex, sem aumento de preço, e Cerato e Picanto mesma opção em breve. Em resumo, festa é festa. Continua valendo como programa, novidades, por veículos bem apresentados, novidades. Pena, o pavilhão do Anhembi continua sem trato ou reformulação, de má exaustão, desconfortabilíssimo calor em dias quentes. Parque Anhembi, em São Paulo, das 13 às 22h; ingressos a R$ 40; estudantes R$ 20; menos de 5 e mais de 60 anos, isentos. (R.Nasser / Foto: FBA)

Às 20:27

Cores foscas: tendência em alta no Salão de São Paulo

27 out

C4 Pallas com tempero ´tunado´

 Algumas montadoras aproveitam o 26º Salão do Automóvel de São Paulo para exibir uma forte tendência que está surgindo na Europa e Estados Unidos: as cores foscas. Mas não são foscas e completamente sem brilho. É uma espécie de mistura de esmalte sintético com purpurina e acabamento fosco. Coisa bonita mostrada pela Mercedes e Citroën, por exemplo. Na foto, um sedã C4 Pallas exibindo um cinza totalmente diferente e chamativo. (Foto: FBA)

Às 6:01

Subaru Impreza WRX: jóia nipônica no Salão de São Paulo

27 out

Impreza WRX: a jóia da Subaru

 Para quem gosta de uma verdadeira máquina esportiva, no sentido mais puro e positivo que essa expressão possa traduzir, eis a síntese da perfeição, ”a obra” de arte da engenharia mecânica: Subaru Impreza WRX, um dos modelos expostos pela Subaru no 26º Salão do Automóvel de São Paulo. O tempero dessa jóia sobre rodas é o seguinte: 270cv de potência oriundos de um poderoso motor boxer 2.5 (4cil) turbo alimentado e com intercooler. O bólido (que pesa apenas 1.325kg) tem torque de 35kgf.m a 4.000 rpm. A transmissão é manual de 5 marchas e sua aceleração deixa muitos esportivos famosos lá pra trás. (Foto: FBA)

Às 10:11

SALÃO DE SÃO PAULO 2010 >> Uno Sporting: mais charme e esportividade no compacto

26 out

Uno Sporting tem suspensão mais baixa

 Dentre algumas surpresas e carros-conceito, a Fiat mostra nesta edição do Salão do Automóvel de São Paulo basicamente dois lançamentos: o Bravo (que você verá mais tarde) e o Uno Sporting, leitura especial e (como o nome sugere…), mais esportiva do veículo. Diferente do projeto original, apenas acabamento e suspensão mais firme (e rebaixada em 20mm), que recebeu molas mais duras (para proporcionar curvas mais rápidas). O motor é o mesmo: 1.4 com 88cv. (Foto: FBA)

Às 1:51

Salão de São Paulo 2010: nenhum tema específico marca a 26ª mostra automotiva paulista, mas o momento serve para demonstrar uma realidade de carros híbridos chegando lentamente ao Brasil

26 out

S400 Hybrid: luxo limpo da Mercedes

  A “avant prèmiere” do 26º Salão do Automóvel de São Paulo, exclusiva para jornalistas especializados em automóvel, ocorreu hoje (25/10) aqui na capital paulista. Dezesseis marcas (Ford, Fiat, Mitsubishi, Hyundai, General Motors (Chevrolet), Volkswagen, Seat, Toyota, Mercedes-Benz, Smart, Renault, Nissan, Peugeot, Honda, Subaru e Citroën) abriram as coletivas de imprensa neste primeiro dia. Amanhã (26/10) mais 22 marcas (dentre as quais as esperadas chinesas) darão continuidade ao encontro que exibirá quase 500 (!!) modelos diferentes de carros. //// SEM TEMA - Curiosamente, a mostra que registra os 50 anos desse evento bienal, não traz um tema institucional específico ligado ao mundo sobre quatro rodas, mas, paralelamente a este vácuo de identidade, alguns fabricantes demonstram claramente que a chegada dos carros híbridos já é uma realidade evidente (e cada vez mais bem aceita) no mercado brasileiro, caso, por exemplo, da Ford que exibe o seu Fusion Híbrido, Mercedes-Benz, que já importa o S400 Hybrid e da Nissan, que trouxe o Leaf para a festa. //// POUCAS NOVIDADES - Outro aspecto do 26º Salão do Automóvel de São Paulo, edição 2010, é a pouca quantidade de novidades “reais”, ou seja, carros inéditos, coisas que ninguém jamais viu. Numa época da rapidez irritante das notícias dadas às pressas e sem tanta maturação naquilo que se vai jogar ao mundo (pela internet, principalmente), isso fica difícil, pois revistas e jornais especializados no tema nesses últimos meses procuraram incansavelmente criar “furos” daquilo que começa a ser exibido nesta semana e vai até o início de novembro. Apesar disso, como de costume, o Salão de São Paulo está bonito, ricamente decorado e apresenta muitas atrações para o público. A partir de hoje, você verá nesse espaço larga cobertura mostrando o que aconteceu de mais importante nesta edição comemorativa. Em fragmentos, eis o famoso Salão. (Fotos: FBA)

Às 19:17

Iveco lança o Vertis e completa sua linha de caminhões. Test-drive para a imprensa especializada aconteceu na Bahia

22 out

Vertis: nova opção entre 9 e 13T

Desenvolvido no Brasil e construído com cerca de 85% de componentes nacionais, o Vertis é o mais novo produto da Iveco do Brasil. O caminhão médio – com capacidade entre 9 e 13 toneladas de PBT (Peso Bruto Total) da marca subsidiária da Fiat, terá seis versões de entre-eixos e ainda opção de cabine estendida, detalhe inédito na categoria. Com este lançamento, a Iveco alcança o patamar de montadora “full liner” no mercado latino-americano de caminhões, ou seja, agora apresenta linha completa com variados tamanhos para as aplicações mais exigidas. //// TREM DE FORÇA – O Vertis vem equipado com o novo motor Iveco-FPT NEF 4 Common Rail, já preparado para o Euro V e, segundo a fabricante, com a maior economia de combustível da categoria e baixa emissão de poluentes. Serão basicamente duas versões: Vertis 90 V16 e Vertis 130 V18, respectivamente com 9.300 /13.300kg de capacidade de carga, 154/173cv de potência e torque (aproximado) de 53 e 59kgf.m. //// COMO ANDA? – Mais divertido do que dirigir automóveis pequenos, os caminhões seduzem pela imponência. Dividem com o condutor o comando da situação. Geralmente é assim. O Vertis é dócil como um cordeirinho, mas esconde força suficiente para puxar carga sem a menor cerimônia. Subi ladeira com 10 toneladas na caçamba em 5ª marcha, desfrutando de ar-condicionado e sem protesto do motor ou câmbio. A suspensão é macia e o rodar é silencioso. No geral do trem de força, uma salada de respeito: a transmissão é da ZF, cardans são da Dana, eixo traseiro Meritor, eixo dianteiro Sifco, freios Knorr-Bremse/Master/Suspensys e a suspensão é Suspensys/Thyssen. A Iveco divulga 2 anos de garantia. (Foto: divulgação)