Às 21:05

Nosso BLOG cresceu! Acesse: www.acelerandoporai.com.br

30 mar

Caro amigo internauta, a partir da próxima segunda-feira (2/abril 2012) este blog será retirado do ar. Motivo: ampliação dos nossos serviços com melhoramento do conteúdo editorial. Agora o site www.acelerandoporai.com.br é o portal automotivo oficial da GazetaWeb. Você, que adora carros, motos e tudo o que se move a motor, terá matérias mais completas, ilustradas com muitas fotos e últimas notícias do setor automotivo em geral. Acesse e curta!

Nos vemos acelerando por aí! Cordial abraço, Fábio Amorim

Às 19:36

Mustang GT voando em San Francisco: lendário esportivo da Ford revive famosa cena de perseguição ocorrida no cinema

28 mar

Belo carro faz reviver a película inesquecível

A Ford patrocinou com o Mustang GT 2013 a reedição da mais famosa perseguição policial com carros no cinema americano. No eletrizante filme “Bullit” (de 1968), um Mustang protagonizou a cena clássica nas ladeiras da cidade de San Francisco, Califórnia, agora revivida na série Alcatraz, da Fox TV.

Os 425 cv do Mustang GT 2013 acrescentaram ainda mais fogo na perseguição. O visual do carro também é mais agressivo, com extratores de calor no capô e faróis com lâmpadas de alta descarga. Na cabine, além de bancos de couro Recaro, o novo Mustang conta com o Track Apps, uma tela de 4,2 polegadas que mostra os dados de desempenho do veículo, incluindo tempo de aceleração, frenagem e força lateral.
A cena foi reservada para o capítulo final da série, com duas horas de duração, exibido esta semana nos Estados Unidos. Como no filme original, ela mostra o racha entre um Ford Mustang e um Dodge Charger. Relembrando a famosa interpretação de Steve McQueen com o Mustang 68 verde, agora a heroína é uma mulher, dirigindo um Mustang GT 2013 azul que passa por muitas ruas do mesmo circuito.
Você pode ver o trailler da filmagem pelo seguinte link: http://bit.ly/GUCnwy

Às 23:05

GPS – Curtas quentinhas

27 mar

J5, o novo sedã chinês da JAC Motors, já nas lojas no Brasil

Quinta – Dia 29 de março é o dia do lançamento oficial do JAC “J5” em Alagoas. Os irmãos Paulo, Moacyr e Geraldo Patury farão coquetel de apresentação do novo sedã chinês a partir das 19h na concessionária JAC Motors Maceió, Av.Gustavo Paiva, 4529. Se ainda não viu a máquina, oportunidade de conhecer.

No ar – Novo portal automotivo oficial da GazetaWeb: www.acelerandoporai.com.br, de nossa autoria, no ar desde 1º de janeiro de 2010, migrará para o núcleo virtual do Grupo Arnon de Mello. Por lá, todas as novidades do setor nacional e global, testes, avaliações, carros antigos, Fórmula 1, enquetes e as últimas notícias. Acesse e curta!

Orgulho? – Petrobras gastando os tubos em propaganda a divulgar o novo Diesel S-50, como se isso fosse produto ´premium´. Um dos níveis de toxicidade em combustível óleo diesel é medido em PPM (partes por milhão de enxofre). Nos Estados Unidos e Europa, por exemplo, o nível máximo permitido é de 18 ppm´s. Aqui, poluição com 50 ppm é comemorada com festa. Vá entender…

Não esqueça – Se gostas de corridas de motos, no dia 8 de abril começa a temporada 2012 da Moto GP com a primeira prova na cidade de Doha, Catar. Acesse o portal oficial: www.motogp.com

Ganhou – O Nissan March ficou em primeiro lugar na categoria “Melhor Compacto 2012” em prêmio promovido pela revista Carro, da editora Motorpress. Os leitores da publicação foram os votantes do concurso. O March é bacana. Testei as duas versões, 1.0 e 1.6. Econômico, espaçoso e bem configurado para o trânsito das grandes cidades. A fim? Faça teste drive. Concorre diretamente com Uno Mille, VW Gol, Fiesta hatch e Renault Clio, creio, seus maiores oponentes.

Outro – Nissan Versa (carro mais barato dos Estados Unidos) ganhou por lá o prêmio de segurança “Top Safety Pick”, avaliado pelo “Institute for Highway Safety”, ONG que realiza “crash tests” em parceria com as seguradoras americanas. O modelo testado lá (o que ganhou o prêmio) vem equipado com Airbags laterais e controle de estabilidade, opcionais que, infelizmente, não estão disponíveis na versão vendida aqui no Brasil.

Fábrica - A Cummins Brasil (tradicional fabricante de motores e geradores de energia) e o Governo de São Paulo assinam no início desta semana um memorando para a realização de investimento de cerca de R$ 90 milhões na construção de uma nova fábrica da empresa no município de Itatiba, a 86 quilômetros da capital. A nova planta industrial deverá ficar pronta em março de 2014, gerando 250 empregos diretos e podendo chegar a 700 colaboradores nos anos subsequentes à inauguração.

VW Amarok, agora com o conforto do câmbio automático de 8 marchas

Lançamento – Será apresentada amanhã (28/3) para a imprensa especializada, a nova picape Volkswagen Amarok automática. O utilitário – que ainda não tinha esse opcional de conforto aqui no Brasil -, chega com moral exibindo uma moderníssima caixa de transmissão ZF com 8 velocidades. Breve, teste completo aqui. (Fotos: divulgação)

Às 14:49

Começa a funcionar a nova fábrica (CKD) da Harley-Davidson em Manaus

26 mar

Segundo assessoria, unidade nacional segue os mesmos padrões de qualidade exigidos nos EUA

A Harley-Davidson do Brasil anunciou hoje (26/3) o início da operação de sua nova unidade de montagem em CKD (Complete Knock-Down) em Manaus (AM). Essas instalações industriais vêm para substituir a unidade anterior existente desde 1999 (também na capital amazonense), que já se caracterizava como a primeira linha de montagem CKD fora dos EUA. Localizada no bairro de Tarumã, a planta que funciona sob o regime CKD (de construção de motocicletas com peças importadas) é responsável por montar 18 entre os 19 modelos da Harley-Davidson vendidos atualmente no Brasil. Com uma área construída de 10.000 m², a nova planta é maior e mais moderna que a anterior e todo o processo encontra-se em um único pavilhão plano, oferecendo mais capacidade e velocidade na montagem das motocicletas. Segundo a assessoria da marca no Brasil, as instalações são flexíveis e, dessa maneira, permitem a produção de vários modelos diferentes. O processo de montagem completo de uma motocicleta Harley-Davidson varia de 14 a 35 minutos, de acordo com cada modelo. A Harley-Davidson tem quatro fábricas nos Estados Unidos e uma na Índia (inaugurada em 2010) também sob o regime de CKD. (Foto: divulgação)

Às 18:07

Custo para se fazer um carro compacto aqui no Brasil é o mesmo que no Japão e EUA

25 mar

Uma matéria feita pela jornalista Cleide Silva (do jornal “Estadão”) faz uma interessante análise dos custos de produção de carros a partir de dados colhidos pela conceituada empresa de consultoria “PricewaterhouseCoopers” (PwC). A avaliação mostra que o preço para se construir um carro pequeno aqui no Brasil é igual ao custo que se tem nos Estados Unidos e Japão. Cleide diz que o custo de manufatura de um modelo compacto no Brasil gira em torno de US$ 1,4 mil (aproximadamente R$ 2.620), valor equivalente ao dos EUA e Japão. No México, esse custo baixa para US$ 600 (isso mesmo: seiscentos dólares americanos). Na Tailândia ele cai para inacreditáveis US$ 500 e na China, o valor para se construir um veículo compacto é de inimagináveis US$ 400!! A jornalista mostra que, segundo dados da PwC, o Brasil é mais barato que Alemanha e Reino Unido, onde o custo médio é de US$ 1,8 mil. O preço de montagem inclui basicamente mão de obra + material indireto + energia + água. Esses 4 elementos constituem 20% no processo produtivo total. Os chamados “materiais e componentes” (peças, tecidos, pneus, fluidos, etc…) representam 60% do custo total. No Brasil o problema maior de encarecimento está nas taxas, impostos, mão de obra cara e também matéria-prima obtida por valores altos. Dietmar Ostermann, líder global para a área automotiva da PwC diz que construir uma fábrica aqui no Brasil custa mais do que fazê-lo nos EUA ou na Europa, e que os investidores vêm para cá porque não possuem outra opção. “O Brasil é o quarto maior país em vendas, ficando atrás somente da China, Estados Unidos e Japão. Aqui existe uma relação de 7 habitantes por cada veículo, enquanto nos mercados maduros, o número é de 1 a 2 carros por habitante. Some-se a isso a estagnação de vendas nesses mercados e a crise na Europa…, as empresas vêm para o Brasil porque não têm outra opção”. Mais um dado: levando-se em conta o mesmo nível de automação das fábricas e da complexidade para se construir um mesmo produto, os americanos e os chineses são mais rápidos que os brasileiros, pois levam em média 15 a 19 horas para produzir um veículo. No Brasil o número oscila entre 26 e 30 horas.

Às 0:01

Expo Auto Argentino, uma mostra exclusiva aos carros dos hermanos

24 mar

Isard, melhor carro em duas categorias

Um pequeno Citroën 3 cv, 1973, foi o escolhido pelo voto dos expositores e o (ainda menor) Isard 400 (de 1962), por votação popular dos projetados 20 mil visitantes da 3ª Expo Auto Argentino, ocorrida no domingo passado (18/3) num gramado eqüestre na cidade de Moreno, cerca de 40 quilômetros de Buenos Aires. Curioso, no país detentor da mais rica e refinada frota de veículos antigos na América do Sul, um carrinho com motor de dois cilindros, 800 cm³, menos de 40 cv, leve a taça dos apreciadores dos carros antigos. Mas só podia ser assim. O evento, como claramente informa, é para autos argentinos, um esforço nacionalista para salvar e preservar a história e a representatividade do empreendedorismo, da tecnologia aplicada pelos argentinos na variedade de produtos que marcaram o evoluir de sua indústria.

Eniak Antique, uma das raridades na exposição argentina

O vizinho país tem maior leque de marcas e iniciativas locais distante das grandes montadoras, e preserva referências como o surpreendente projeto e construção de motores. O belo V8 (refrigerado a ar) equipando o primeiro Justicialista é o melhor exemplo.

Há três anos, dois historiadores, Gustavo Feder e José Luiz Murgo resolveram implantar o conceito junto aos colecionadores argentinos. O Rotary Club de Francisco Alvarez, à frente um incansável Alberto Rosso, aderiu para divulgar, facilitar, envolver-se, cobrando 10 pesos (R$ 5) de entrada para os fins sociais onde se aplica. A festa vem num crescendo em divulgação, expositores, feira de peças, barracas de alimentação e, mais importante, a consciência do orgulho nacional por participar da história. Autoridades locais deram o ar da presença, o Governador do Rotary, alcaide (prefeito) da cidade e parlamentares.

O Justicialista: Fibra de vidro, motor V8 em alumínio, projeto e construção argentinos

Vale a pena >> Antigomobilistas brasileiros invadem Buenos Aires especialmente em outubro para ver a Autoclasica, maior das exposições de veículos antigos na América do Sul. Neste ano havia apenas um na Expo Auto Argentino: Roberto Nasser, Curador do Museu Nacional do Automóvel, convidado e tratado como Autoridade Brasileira para trocar experiências e visões do objetivo comum. O Museu é voltado aos veículos brasileiros e tem vivência ao realizar, há 10 anos, o Carro do Brasil, exposição a eles exclusiva. A Expo Auto Argentino é novidade para brasileiros. Aos olhos sem vivência histórica, quase todos os veículos são surpresas, apesar das décadas de trabalho para pavimentar a indústria automobilística na Argentina. Os 21 clubes participantes afinaram a qualidade de seus representantes, dentre muitos a base da indústria argentina do pós-guerra, Rastrojero, um picape estatal nascido com motor de trator; Justicialista, com motor próprio ou de gerador Porsche; Di Tella; picapes Gringo (uma variação criada pela IES, a fabricante do Citroën 2 e depois 3 CV); toda a renca de Chevolets, Fords, Chrysler lá montados. A raridade do Face Fissore, modelo especial feito pela Fratelli Fissore para a Automotores Santa Fé, lá montadora dos DKW Auto Union. Os Fissore desenvolveram o carro com seu nome para o mercado brasileiro. O nosso, elegante sedã duas portas. O argentino, cupê esportivo. E coisas especiais, como Lotus Seven produzidos by apointment of Colin Chapman, fundador da marca e criações como esportivos para abrigar a mecânica dos Citroën 2 e 3 CV; um raríssimo Andino, esportivo com chassi próprio para comportar entre o eixo traseiro motor e câmbio de Renaults Gordini e R 12 – aqui, o Corcel. A meu gosto, a oportunidade de ver os Ford Taunus GT, um Mustang em escala, com motor Ford 2.3 OHC feito em Taubaté (SP); e IKA Torinos em profusão, incluindo a versão 380W afinada pelo mago Oreste Berta. O Torino tem base de Rambler norte americano, carroceria acertada por Pininfarina, mecânica envolvendo muitíssimos interessados, incluindo o penta campeão mundial Juan Manuel Fangio e Berta. Destaque para o Eniak Antique, linhas de esportivo inglês em chassi próprio e motor de origem inglesa, o Dodge 1500, base do nosso Polara 1800. Projeto de Pedro Campo, engenheiro de carros de corrida e ultraleves. Enfim, uma aula de antigomobilismo. Vale a pena? Si, como no, por supuesto…

Roberto Nasser (de chapéu), Curador do Museu Nacional do Automóvel de Brasília na exposição em frente à um Miura nacional

Quem ganhou? >> Uma curiosidade, o julgamento é chamado Concurso de Estado. O júri é de colecionadores, indicados pela Federação de Antigomobilismo local e usa os critérios internacionais. A pontuação se faz pelo Estado, daí o nome, e isto quer dizer a proximidade visual entre o carro exposto e o original. Concurso de Estado: Categoría E (Siam Di Tella 1500, 1960); Categoría F (Isard 400 coupé, 1961); Categoría G (Citroën AZAM 28, 1971); Melhor auto voto de público (Isard 400 coupé, 1961); Melhor auto voto dos expositores (Citroën 3CV, de 1973).

O coreano Hyundai Genesis: alto luxo para brigar com os alemães tradicionais

Anti Mercedes, BMW, Audi, o Hyundai Genesis >> A proposta é corajosa: vender o coreano Hyundai a preço de BMW, Mercedes, Audi, outros automóveis cujo preço os separa do primeiro degrau da motorização importada. Mas é o objetivo da Hyundai com o Genesis. Sedã grande, motor V6, 3.8, 32 válvulas com abertura por gerenciamento eletrônico, 290 cv, transmissão automática com 8 velocidades, ótima distribuição de peso, pacote de segurança e de confortos como tem sido marca dos sedãs coreanos da Hyundai e sua irmã Kia. Vamos combinar, a qualidade dos coreanos tem-se imposto no mundo, sua capacidade em buscar designers ocidentais, de rechear os veículos de detalhes eletrônicos que geram conforto. Mas no Genesis a questão supera a da qualidade, colocando uma dúvida e seu resultado poderá ser dado para balizar o futuro do mercado: no Brasil os coreanos conseguem peitar os europeus no segmento superior de nome, tradição e imagem de status? Você, com R$ 220 mil para investir na rubrica automóvel, trocaria um Mercedes, BMW, Audi, outro de marca tradicional por um Hyundai? Resposta para os sociólogos das vendas.

Mini Roadster: charme relevante, desenho curioso

Roadster, o Mini de boné >> Fazer conversível é fácil: tira-se o teto, soldam-se uns reforços inferiores e a engenharia maior é para fazer a capota funcionar bem. Para fazer o seu, chamado de Roadster, a BMW inovou: encurtou a plataforma para ser um carro exatamente para duas pessoas e sem ociosidade de espaço, como caracteriza este conceito revolucionário desde o fim da década de ´50. Conseguiu resultado marcante, engraçado, divertido em estática e dinâmica. Parado, sem capota é jovial. Com ela, divertido, pois lembra um boné com a aba para trás. Dinamicamente a relação entre a distância que separa os eixos e sua largura enfatizam o comportamento de kart, reativo e sempre à mão, direção elétrica, aparatos pró-estabilidade. Para completar, motorizações 1.6, 16V, gerenciamento eletrônico para abertura culminando em 120 cv de potência.  Opção turbo (com os motores usados pela Peugeot no 3008, RCZ e 408) com 184 hp. Uma alegria, esta formiga atômica faz zero a 100 km/h em 7 segundos e velocidade final cravada 227 km/h. Na sua garagem por: R$132.950 (versão Cooper, aspirada) e R$144.950 (Cooper S, turbo)

Roda-a-Roda

Dúvida – A BMW ameaçou (através da imprensa internacional) suspender o projeto de construir fábrica no Brasil. Seria em São Paulo ou Santa Catarina e o produto, o BMW Série 1. As vendas da marca caíram 75% nos dois primeiros meses do ano e não há regra para garantir rentabilidade. Sem lucro não há investimento.

A sério – O Brasil, por conta da falta de planejamento e programas, com medidas tomadas sem aviso e para resolver o dever do dia, como os 30 pontos sobre o IPI dos importados, está apagando uma das parcelas da conta exigida pelos investidores estrangeiros, a segurança jurídica.

Chegando – Iniciou chegar à Argentina o Sonic, carro com que a General Motors quer substituir o Astra, vindo da Coréia do Sul. No Brasil crê-se seja trazido desmontado. Versões hatch e sedã, decorações LT, LTZ e LTZ + automático, todos com motor 1.6 e 115 cv.

Versão – Série pequena de 4.300 unidades, criada em cima do cavalo de batalha da Renault, o Sandero Stepway. É a Rip Curl, marca de roupa de surf. Para caracterizar, detalhes de decoração como maçanetas externas em inox e equipamento para guardar roupa molhada de surfistas. A (médios) R$ 43.990.

Dúvida – Apesar de a imprensa garantir a produção do Lodgy no Brasil, a diretoria da Renault ainda não resolveu. Hoje há definições mais importantes. Lodgy é mais um produto no processo de Dacialização da Renault brasileira. Sua plataforma mecânica é a mesma do Logan, Sandero, Duster. Supriria a ausência do Renault Scénic.

Organização – A Prefeitura de Osasco, grande São Paulo, proibiu a circulação de veículos de carga com mais de 7,2 m de comprimento e 2,3 m de largura. Para organizar o trânsito, como ocorre na capital e nos municípios do ABC.

Caminho – Após conhecer a praça e seu potencial a SKF, fabricante sueca de rolamentos e serviços industriais, implanta plataforma regional de negócios. Começa em Macaé (RJ), e em seguida Três Lagoas (MS), Camaçari (BA) e Belo Horizonte (MG). Quer faturar R$ 6M com estas unidades.

Economia – Union Fibras, de Caxias do Sul fornecerá fibras de polipropileno para isolamento termo-acústico para as cabines feitas pela Real, de Novo Hamburgo. Com menores custos substitui a manta asfáltica. É reciclável.

Mudou – Nova cara mundial para os revendedores Ford, a “Trustmark” estará nas novas revendas ou nas reformas e troca de endereço da atual rede. Frente limpa, em cinza metal, pé direito duplo, envidraçado, oval da marca grande e em azul e o da revenda em letra caixa.

Mineirim – A fábrica Mercedes-Benz em Juiz de Fora (MG), transformada da produção e montagem de automóveis para fazer caminhões, já iniciou entregá-los. Seu poderoso frotista Femsa, engarrafador de Coca-Cola, foi o primeiro cliente dos modelos Accelo 1016C.

Fórmula 1 – Cristina Kirscher, Presidente da Argentina garantiu, o país retornará ao circuito da Fórmula 1 no próximo campeonato. Antes de ser cortado da rota do circo, o Autódromo de Buenos Aires marcava a abertura da temporada.

Circo - O circuito será de rua, na cidade de veraneio de Mar Del Plata. Para o governo levar a prova para lá custará US$ 40M por edição. Investimento para colher gastos e impostos com negócios e visitantes? Parece investimento político, pois o acordo é por três anos, a duração do mandato da Presidente.

Antigos – Há 45 anos o Ford Galaxie iniciou ser montado no Brasil. Solução local, com motor de caminhão F 600, V8. Foi e é a grande referência de produto e construção no Brasil, primeiro a oferecer direção hidráulica e transmissão automática no país. Seu rodar confortável e imponência, levaram-no a ser utilizado por 20 anos como automóvel do Presidente da República. (Roberto Nasser / Fotos: divulgação)

Às 13:07

Test Drive: Grand Siena 2013, a ovelha desgarrada da Fiat

23 mar

Linhas completamente novas para encarar a concorrência

O Siena começou sua carreira no mercado nacional em 1997. Nascido como um derivado direto do Palio, chegou com a proposta de ser um modelo tão robusto quanto esse hatch, com o diferencial de oferecer um maior espaço do porta-malas. No ano 2000 sofreu sua primeira reestilização. Em 2004 veio a segunda mudança estética e, até ontem (22/3), o veículo remodelado em 2007 pelo estúdio do designer G.Giugiaro, mantinha-se com as mesmas características.

Grade, faróis, capô..., tudo novo: conjunto frontal está equilibrado

Após um histórico de 813 mil unidades vendidas, a Fiat investiu cerca de R$ 700 milhões num novo projeto, visando renovar a atenção dos antigos clientes e, obviamente, conquistar novos consumidores dentro de um segmento acirrado e que também tem outras novidades de marcas concorrentes. Basicamente, quatro são os oponentes diretos do Grand Siena (novo nome do modelo): Volkswagen Voyage 1.6, Ford Fiesta Fly 1.6; Nissan Versa 1.6 e Chevrolet Cobalt 1.4, ambos com a mesma faixa de preços e níveis bem parecidos de equipamentos de segurança, acabamento e acessórios opcionais.

Lanternas traseiras sáem da tampa do porta-malas para invadir a lateral

Mercado >> Por intermédio de pesquisas, a Fiat diz que o principal comprador do segmento “C1” (C1 = nicho de sedãs de porte compacto) é do sexo masculino, geralmente casado, pertencente à ´Classe B´ e com idade entre 45 e 55 anos. A montadora italiana aponta que esse é o cliente que está a fim de sair de um veículo de carroceria hatch para um sedã um pouco mais sofisticado, sinalizando com isso uma ascensão sócio econômica.

Espaço entre os eixos está 135 mm maior: conforto para quem vai atrás

Design >> O Grand Siena pouco tem a ver com o antigo Siena, a não ser o fato de ser um sedã de 3 volumes e compartilhar o trem de força, já que tipos de câmbio e motores foram mantidos. O design do carro está completamente diferente a começar pela frente com para-choques novos, grade inédita e faróis alongados que se posicionam numa fronteira entre o capô e os para-lamas dianteiros. Já a traseira (também completamente modificada) manteve as linhas tão conhecidas nos modelos da Alfa Romeo, marca irmã da Fiat.

Ergonomia da Fiat, como sempre, impecável: todos os comandos são bem posicionados à mão

As lanternas dividem-se também entre as extremidades da tampa do porta-malas (agora com 520 litros de capacidade) e as laterais do carro. Falando dessa parte, vale observar os fortes vincos que o Grand Siena apresenta demarcando firmemente uma linha ascendente que vai do pára-lama dianteiro até o final do carro, assim como o capô, que também possui outros vincos. Esses detalhes, além de meros traços estéticos, colaboram num melhoramento aerodinâmico: o modelo está 5% menos resistente ao ar, o que contribui para a economia de combustível e menor nível de ruído.

Textura dos bancos é nova, com tecido mais requintado que o usado na geração anterior

Ovelha desgarrada >> Creio que é possível dizer que o Grand Siena, definitivamente, desgarrou-se da Família Palio para inaugurar um segmento mais independente na Fiat aqui no Brasil. A distância entre os eixos, por exemplo, está 135 mm maior, o que amplia o espaço principalmente no assento traseiro. As bitolas dos eixos dianteiro e traseiro também estão maiores, obedecendo a uma configuração mais esportiva (com a largura traseira maior que a dianteira), o que resulta num comportamento dinâmico mais estável.

Porta-malas teve capacidade ampliada de 500 para 520 litros

Se o fato de o Siena antigo adernar demais nas curvas te incomodava, agora isso mudou. A suspensão traseira, derivada do Punto, mantém o carro mais firme em curvas e retas.

Cores: agora são 4 opções sólidas e 8 metálicas

Veredicto >> No frigir dos ovos, o Grand Siena evoluiu e está melhor. O tratamento acústico é perceptível e o silêncio a bordo está maior. Já o nível de vibrações diminuiu no novo carro. O acabamento interno está mais interessante e um pouquinho mais requintado que a geração anterior. As estampas de banco, laterais de porta, teto e tabelier são todas novas, com cores sóbrias e elegantes. De série, o modelo traz freios com sistema ABS e Airbag duplo, o som é novo e, na versão com câmbio automatizado (Dualogic), há a presença das “borboletas” por trás do volante, para quem quiser fazer as trocas manuais de marchas. A partir do final do mês de abril, o sedã será ofertado com opção de teto solar Sky Window (de grande área e totalmente elétrico). Os motores são os mesmos: 1.4 Fire Evo Flex (com potência máxima de 88 cv e torque de 12,5 kgf.m, disponível para a versão Atractive) e 1.6 eTorq de 117 hp e 16,8 kgf.m de torque (para as versões Essence 1.6 com câmbio manual ou automatizado). Também há a versão 1.4 Tetra Fuel, agora com um sistema inédito de injeção de alta pressão de gás e nova galeria evoluída de injeção de GNV. A empresa diz que manterá duas versões com a carroceria antiga, com preço reposicionado (mais barato) e sem a opção de motor 1.0.

Veículo cresceu 15% no seu volume geral da carroceria, mas engordou apenas 18 quilos

Enfim, bastante completo, o Siena renasce e tem tudo para se posicionar de maneira ativa no segmento. A Fiat oferece o seguinte cardápio de preços (que pode variar de região para região, conforte impostos locais e valor de frete): Atractive 1.4 (R$ 38.910); Essence 1.6 manual (R$ 43.460 ), Essence 1.6 Dualogic (R$ 45.900) e Tetra Fuel (R$ 48.210). Vale o quanto pesa? Aí você precisa avaliar, comparar com a concorrência e tirar suas próprias conclusões. Bom test-drive! I FA (Fotos: divulgação Fiat)

Às 0:48

Fiat relança o seu sedã compacto que agora passa a se chamar “Grand Siena”

23 mar

Grand Siena: nova roupagem para continuar na briga dos sedãs compactos

A Fiat Automóveis apresentou na noite desta quinta-feira (22/3), aqui na cidade de Santiago (Chile), o novo Siena. Após reformulações estéticas, o sedã compacto da marca italiana passa a se chamar “Grand Siena”.

Fortes vincos laterais caracterizam o novo design do veículo

O modelo recebeu mudanças significativas na carroceria, principalmente na parte traseira, que está cada dia mais parecida com a linha ´irmã´ Alfa Romeo.

Traseira cada vez mais "Alfa Romeo" e o conjunto está bem equilibrado

O Grand Siena renasce num momento em que a sua categoria está sofrendo acirrada concorrência com a chegada de novas opções, como por exemplo, Nissan Versa e GM Cobalt, ambos com a mesma proposta e preços parecidos.

Painel também mudou e o acabamento ficou mais requintado

As primeiras informações revelam que a Fiat investiu cerca de R$ 700 milhões no projeto da evolução desse modelo e o veículo sairá basicamente em três versões: a de entrada (com motor 1.4) e outras duas com motor 1.6, diferenciando-se nas transmissões (manual ou Dualogic, automatizada) e níveis de acabamento. Não haverá mais a versão com motor 1.0.

Enorme porta-malas é um dos trunfos desse sedã da Fiat

Detalhes da frente do Grand Siena

(Aguarde mais notícias sobre o carro após o test-drive que será realizado no final da manhã desta sexta-feira (23/3), aqui no Chile / Fotos: AG-FBA)

Às 0:18

GPS – Curtas quentinhas

22 mar

Máquinas da Gurgel em intervalo de trilha nos recantos alagoanos

Aniversário - Hoje (22/3), o “Gurgel Alagoas Off Road”, confraria dos apaixonados pela marca aqui na terra, faz aniversário. Realizará comemoração dentro do encontro de automóveis que acontece todas as quintas-feiras a partir da 20h no estacionamento em frente às ruínas do antigo Alagoas Iate Clube, o Alagoinhas. Um grande abraço ao meu amigo Ricardo Barão e demais integrantes do clube. No clique do fotógrafo Carlos Melo, algumas criações de João Amaral Gurgel em dia de diversão na trilha.

Ducati: a essência mais apurada da esportividade em duas rodas

Quer comprar? Após fases difíceis que chegaram à beira do encerramento da tradicional marca italiana de motos (que iniciou sua história com a fabricação de rádios), a Ducati, hoje lucrativa e moderna, está à venda por (estimados) 1 Bilhão de Euros (mais ou menos R$ 2,3 Bi). De olho na empresa, a Mercedes-Benz (que poderia transformar a Ducati numa espécie de subdivisão “AMG” de motos), a BMW e também a Volkswagen.

Ferdinand Piëch (VW), um dos fortes candidatos a adquirir a marca Ducati

Interessado - Ferdinand Piëch, manda-chuva da VW, já um ´senhor de idade´, mas ainda motociclista nas horas vagas, quase adquiriu a Ducati em meados dos anos 1980, quando a marca estava mal das pernas. Naquela ocasião, em 1985, o Grupo Cagiva foi quem comprou. Será que ele vai perder a 2ª chance?

Aqui o bicho pega! Temporada 2012 da MotoGP promete muita adrenalina

Vai começar - Gostas das emocionantes corridas de motos com Valentino Rossi e companhia, arrepiando por aí? Se ligue! Dia 8 de abril começa a temporada 2012 da Moto GP com a primeira prova na bonita cidade de Doha, no Catar. Interessado? Acesse também o portal oficial: www.motogp.com

Às 17:53

1900, o Fiat de São Bernardo do Campo

20 mar

Fiat 1900, de 1952, 60 hp: esse era o italiano montado no interior paulista

Quando se fala em Fiat no Brasil, há duas referências indissociáveis: começou com o valente 147 e o fez na então bucólica Betim, perto de Belo Horizonte. Mas esteve antes, em São Bernardo do Campo (SP), em frente à mata onde se instalou a Volkswagen. Teve simplória atividade com o importador F.Matarazzo nos anos 20: finalização de montagem, agregação nacional e pintura. A Operação São Bernardo deu-se ao início da década de 50, com o esforço europeu por mercados externos para curar a economia do pós guerra. O cenário para automóveis convivia com duas medidas desenvolvimentistas baixadas pelo então Presidente Vargas: a primeira exigia aos importados virem sem componentes fabricados no Brasil (correias, mangueiras, bateria, pneus …), em suma, 104 grupos de peças. Em seguida, a outra permitia importações aos completamente desmontados. Isto significava estrutura quase industrial e poucas empresas eram hábeis a tal. Uma delas, a pioneira Varam, à margem da Via Anchieta, ligação São Paulo-Santos, foi cooptada para montar automóveis Fiat. Quantidade não determinada, lembra o octogenário Marcus Varam, filho do empreendedor Varam Keutenedjian, dos Fiat 1400 em sua transição para o modelo 1900 de 1953, enfatizando a boa relação de tamanho e área interna, a disposição para andar, a resistência e o baixo consumo. Porém, as regras exigiam operações de montadora, as partes desinteressaram-se, e os Fiat Varam findaram-se em 1955. Voltou em 1976, em Betim, com o 147 abrindo o caminho da liderança de década. (Roberto Nasser / Foto: divulgação)